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ברוך ה"ה







venerdì 8 febbraio 2008

Hamas e "A Encenação de uma Crise Humanitária em Gaza"




Fonte: Embaixada de Israel
para o Blog do Prof. Pietro Nardella-Dellova

Hamas e "A Encenação de uma Crise Humanitária em Gaza"

Leia abaixo um documento preparado por fontes de segurança israelenses, que descreve a encenação de uma crise humanitária em Gaza por parte do Hamas.

Com a tomada violenta da Faixa de Gaza por parte do Hamas, Israel reduziu o fornecimento regular de bens para o local, limitando a entrada de itens necessários para atender às necessidades básicas da população. Embora uma "crise humanitária" não exista na Faixa, o Hamas se encarregou de exagerar as mazelas individuais e pontuais e apresentá-las como dificuldades da população como um todo. O principal motivo para o fechamento de passagens e restrições ao fornecimento e ajuda, foi que as organizações terroristas em Gaza, entre elas a Jihad Islâmica e as Brigadas de Mártires al-Aqsa, disparam diariamente mísseis e morteiros contra comunidades ao redor de Gaza e Sderot. O Hamas, em poder da Faixa, não fez esforço algum com o intuito de coibir estes bombardeios. Além disso, o próprio Hamas disparou mísseis contra passagens de fronteiras onde atravessam caminhões carregados de suprimentos para a Faixa. Este bombardeio obviamente também prejudica a movimentação dos caminhões e a entrada de provisões. O Hamas é culpado por estes atos e omissões, não obstante que não existam comunidades israelenses na Faixa de Gaza.

Existe de fato uma crise humanitária?

A definição de "crise humanitária" representa um cenário de extrema necessidade de uma população, resultante da falta de fornecimento de produtos que supram as suas necessidades básicas, ou que causem dano físico ou psicológico devido a falta de comida, habitação, roupas e remédios, bem como a falta de instalações sanitárias e afins. Onde há a crise humanitária, a população sofre de fome, um grau elevado de desnutrição, incidência de enfermidades graves e até mesmo um número elevado de mortes resultandes de mal-nutrição e saúde precária.

As alegações por parte do Hamas são contraditórias, pelos seguintes motivos, por exemplo:

Falta de alimentos: Na crise atual, não há argumento, nem por parte do Hamas, que existe falta de alimentos, que pessoas estão morrendo de fome ou que estão mais enfermas que o normal. Também, fica claro que não há falta de comida porque a Agência da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA em Inglês) tem em seus armazéns quantidades suficientes de comida para atender às necessidades dos residentes por pelo menos dez dias antes que uma crise real se instaure.

Falta de Combustíveis e Energia Elétrica: Houve de fato falta de combustíveis, embora em determinadas localidades e por cerca de um dia, o que influenciou na quantidade de eletrecidade fornecida pela estação de energia local, que é movida a diesel. Houve a preocupação na qual a falta de combustível poderia afetar sistemas essenciais em hospitais, instalações para tratamento e distribuição de água e outras, mas este cenário de fato não ocorreu.

Como nas crises anteriores, o Hamas agiu com diligência para exagerar a respeito do corte de energia, primordialmente para influenciar a opinião mundial e para reduzir a pressão por parte de Israel. Um claro exemplo disto foi visto na "procissão das velas" onde havia dezenas de crianças que alegadamente não tinham eletricidade. Da mesma forma, a mídia Árabe foi convocada para mostrar "Gaza no blecaute". O governo do Hamas também levantou esta questão em uma reunião que foi propositalmente realizada à luz de velas. Entretanto, a realidade era bem diferente. O Hamas tinha estoques significativos de combustíveis que poderiam ter resolvido a falta de energia, mas preferiu economizar este combustível para usar em ataques violentos contra as Forças de Defesa de Israel. Em outras palavras, de acordo com nossas previsões, o Hamas tinha combustível suficiente para evitar os problemas dos residentes em Gaza, mas escolheu mostrar ostensivamente o que ele não tinha e usar suas reservas em atividades terroristas contra Israel.

Por exemplo, o site palestino Pal-Press, publicou no dia 20 de janeiro, os comentários de um dono de posto de gasolina que preferiu falar no anonimato, dizendo que o Hamas na Faixa de Gaza consegiu o controle e roubou grandes quantidades de combustíveis que entraram em Gaza e estavam nos postos de gasolina. De acordo com o proprietário desse posto, o combustível era para ser usado em hospitais, mas o Hamas levou o combustível para suas bases na Faixa de Gaza para o uso unicamente de seus membros superiores, a estação de satélite da al-Aqsa, as casas de membros importantes do Hamas e o quartel general dos órgãos de segurança do Hamas. O site acrecentou que, de acordo com fontes locais, o guarda de segurança de Ismail Haniyah, roubou gasolina apontando uma arma de fogo de um hospital em al-Shifa, na cidade de Gaza, como também roubou de postos de gasolina para os veículos de Haniyah e sua comitiva, sua casa, e o escritório do governo.

A falta de medicamentos e os problemas enfrentados pelos hospitais: estes têm reservas, que mesmo tendo declinado em quantidade, não chegaram ao estágio de crise em que os funcionários do hospital não possam efetuar suas tarefas. Além do mais, o Hamas levou alguns dos remédios para ter a certeza de que seriam usados para seu próprio uso. Essas alegações foram feitas especialmente pela Fatah, que declarou recentemente que o Hamas roubou medicamentos e os transportou em caminhões de ajuda humanitária. Por exemplo, a Agência de Notícias Ma'an reportou em 13 de janeiro que: "O Ministro da Saúde palestino acusou o Hamas de roubar caminhões com medicamentos que foram enviados de depósitos do Ministério da Saúde em Ramallah, para os depósitos na Faixa de Gaza".

A declaração do Ministro deixou claro que os medicamentos foram roubados por milicianos do Hamas. Posteriormente foi declarado que mais do que uma vez observou-se que muitos medicamentos foram encontrados em hospitais particulares, e farmácias pertencentes ao Hamas, apesar desses medicamerntos serem para todo o povo palestino, sem distinção entre um ou outro paciente. Além do mais, é sabido que o Hamas retira os remédios dos hospitais e os transfere para clínicas de saúde que começaram a operar como hospitais do Hamas, as quais são equipadas com materiais médicos retirados de hospitais do governo. Al-Wafa Shijaia Hospital, um hospital particular que pertence ao Hamas, é um exemplo de hospital do Hamas equipado com equipamentos hospitalares do governo. Equipamentos enviados de Ramallah para hospitais do governo na Faixa são levados pelo Hamas para seus hospitais e o Hamas alega de forma mentirosa que os hospitais do governo carecem de equipamentos.

Dificuldades Econômicas: os únicos fundos que atendem as necessidades de bem-estar dos residentes da Faixa de Gaza são transferidos a eles por Salam Fayad e Abu Mazen. O Hamas explora o seu controle do lado Palestino do corredor Philadelphi para contrabandear grandes quantias de dinheiro que são destinadas exclusivamente para os objetivos do movimento. A ala militar do Hamas recebeu uma fatia substancial do orçamento, estimado em dezenas de milhões de dólares, através dos túneis construídos de um lado a outro da fronteira. O dinheiro que o Hamas recebe é utilizado para fortalecer o movimento e aumentar o número de ativistas engajados em sua causa, e não chega a população que de fato precisa deste dinheiro.

Em resumo, os fatos mostram que o Hamas exagerou deliberadamente na descrição da situação. Este exagero é parte da estratégia do governo para colocar a culpa no outro lado e usar as dificuldades das pessoas para influenciar a sua propaganda ao máximo. A mídia árabe, em particular a Al-Jazeera, contribuiu de forma significativa para intensificar e aumentar a magnitude do infortúnio da população em determinados casos, tanto aos olhos do mundo quando da opinião pública dos palestinos.

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Fonte: Embaixada de Israel - Brasilia/DF

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