alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







giovedì 3 aprile 2008

FORREST GUMP, o CONTADOR DE HISTÓRIAS


FORREST GUMP, o CONTADOR DE HISTÓRIAS



...e naquele dia, sem nenhuma razão especial, eu decidi fazer uma pequena corrida...


Eu corri até o fim da estrada e, quando cheguei lá, pensei em correr pelo Condado de Greenbow. E pensei: “já que cheguei até aqui, vou correr pelo grande Estado do Alabama!”
E foi o que eu fiz. Corri pelo Estado do Alabama inteiro.


Sem nenhuma razão especial eu continuava e, corri, até chegar ao Oceano. E quando cheguei lá, pensei: “já que cheguei até aqui, eu vou voltar e continuar correndo...”


Quando cheguei ao outro Oceano, pensei: “já que cheguei até aqui, é melhor voltar e continuar correndo...”


Quando eu ficava cansado, eu dormia. Quando tinha fome, eu comia. Quando tinha que ir, bom, sabe, eu ia...


Eu pensava muito na minha mãe, e no Bubba, e no Tenente Dan, mas eu pensava muito mais na Jenny. Eu pensava muito nela...


(e as pessoas todas me perguntavam por que eu estava correndo). Eles não podiam acreditar que alguém corresse tanto sem nenhuma razão especial...


E perguntavam: - por que está fazendo isso?


-Eu tive vontade de correr, eu tive vontade de correr...


Bem, por alguma razão o que eu fazia parecia fazer sentido às pessoas, assim, ganhei companhia. E, depois disso, ganhei mais companhia. E aí, mais gente se juntou a nós...


Algum tempo depois, alguém me disse que isso deu esperança às pessoas. Eu, eu... não entendo nada disso, mas, algumas pessoas perguntaram se eu podia ajudar...


-Acontece!
-Quê, merda?
-Às vezes...


E alguns anos depois soube que aquele cara arrumou um slogan –merdas acontecem- e fez muito dinheiro.


Bom, como eu dizendo eu tive muita companhia...Minha mãe sempre dizia que tem que por o passado pra trás, antes de continuar. E acho que foi por isso que eu corri tanto...


Eu corri por três anos, dois meses, quatorze dias e dezesseis horas... (e parei)


(silèncio! Silêncio! Ele vai dizer alguma coisa...)


- Eu to muito cansado, acho que vou pra casa agora...


E, assim, meus dias de corrida acabaram e eu voltei pra casa no Alabama...

(trecho traduzido do filme FORREST GUMP, O Contador de Histórias, 1994)

1 commento:

Ricardo Nespoli ha detto...

Sabe o que eu entendi? Pare de correr, sinta a batida do seu CUORE. Ritorna per sentire il mio cuore. Il capire é sempre diverso del fare. Sholon rav. Tenho entrado no www. torah. it. Tu lo conosci? Vá bene?