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ברוך ה"ה







lunedì 29 giugno 2009

GOFFREDO TELLES JR ou, calaram os alunos e traíram o projeto humanista, proibiram os cafés no pátio e roubaram o giz...

GOFFREDO TELLES JR ou, calaram os alunos e traíram o projeto humanista, proibiram os cafés no pátio e roubaram o giz...

por Pietro Nardella-Dellova

Então, meu querido Mestre partiu neste sábado. Enquanto isso, a escuridão continua cobrindo as universidades, públicas e particulares, sobretudo, os Cursos de Direito. E as reivindicações discentes, justas, são recebidas a golpes de truculência e picareta pela polícia militar do governador de São Paulo que, alheio a tudo isso, prepara-se, mais uma vez, para destruir seu colega mineiro de partido (mais um colega de partido). Enquanto o mundo chora a morte de um pedófilo (inocentado ao custo de milhões de dólares), ensimesmado em sua neurótica “terra do nunca” e o Irã geme as dores de parto de uma certa democracia que insiste em nascer em um quarto escuro e concretado de violência religiosa xiita.

Partiu o Mestre Goffredo, enquanto os senadores brasileiros nos labirintos da impunidade pensam em como manter, ainda, uma maravilhosa instituição parlamentar como antro de perdição, negociata e curral (e incluam-se, neste caso, os deputados federais e estaduais e, sem dúvida, os milhares de vereadores, cuja função está no injustificado descaso público). Foi-se o Mestre, enquanto o STF mantém-se em estado de UTI, no coma moral e ético, e os destruidores da fauna, flora, água, terra e céus brasileiros, continuam destruindo, agora, legitimados por um discurso presidencial dissonante dos reclamos urgentes do meio ambiente.

Partiu o Mestre, enquanto os ratos proliferam, e as moscas, as milhares de moscas, continuam a dar o exemplo dos melhores cardápios editoriais.

Enquanto esses contornos e sulcos se aprofundam, morre, por desgraça, um Mestre!

Estive com ele, o Mestre Goffredo Telles Jr., algum tempo faz, em um encontro feliz, em seu vasto escritório e biblioteca. Eu tinha um plano, um projeto e um ideal, e fui, como todo discípulo deve fazer, apresentá-lo ao Mestre e pedir-lhe conselhos e as bênçãos de um nome formado na luta diuturna pelo Estado de Direito. Ele me recebeu à porta e logo pediu que servissem o café, ávido, lúcido e amoroso, fazendo transparecer no seu rosto uma vida a serviço da academia e do direito!

Ao expor as idéias e planos, senti-me como quem procura, desesperadamente, meios de cura para um mundo doente, meios de reconstrução de sonhos e ideais ruídos e perdidos, e ele, atento, ouviu-me com os olhos fitos em meus olhos e com o coração aberto às minhas palavras. Então, em seguida, calmamente (como é próprio de um Mestre), passou a dizer algo de profundo, profícuo e verdadeiro. E, como é próprio de um discípulo, não pisquei nem respirei, atento à tessitura de fala. Aliás, de sua Palavra.

O que ele falava naquele momento parecia inimaginável. Falava de homens públicos éticos, de profissionais éticos, de parlamentares éticos e de professores éticos. De juristas que amam pessoas e estudam para defender direitos legítimos. Falava, também, do Ensino Jurídico substancial, encorpado, maduro e fazendo interface com a Política. Porque para ele, o Direito não cabe em um contexto de leviandade governamental. O Direito não cabe em um contexto de mercenarismo e coisificação advocatícios e judiciais. O Direito não cabe em um contexto de comercialização e banalização de ensino jurídico. O Direito não cabe nos atos secretos parlamentares, executivos e judiciais. O Direito é público!

Bem que as comissões do MEC que visitam instituições a fim de aprovar, reconhecer ou renovar cadastramento, e as comissões da OAB que fazem a fiscalização (a meu ver, incompleta e ilegítima – ao menos, sendo só a OAB), poderiam, afinal, usar os vinte minutos da fala do Mestre Goffredo, como parâmetro de sua atuação, pondo abaixo os pormenores burocráticos, as mazelas partidárias e os interesses corporativos.

Mas, enquanto o Mestre falava de um Direito legítimo, de uma Ética profissional e de um Amor “jurídico” à humanidade, os parlamentares continuavam na escuridão de suas salas e de suas almas, produzindo atos de seu interesse tribal e familiar, construindo pontes e castelos de suas vaidades faraônicas, o governo continuava a pagar mensalidades aos “gremilins” do baixo, médio e alto clero. E muitos advogados e juízes a engavetar (ou empilhar) processos, ofender a inteligência média e a vender sentenças!

Enquanto o Mestre falava de Ensino Jurídico, os Reitores de Universidades públicas desenhavam, no risca-rabisca, os telefones e percentagens dos vendilhões de Teses e Dissertações e, em maior número, como moscas, os Mantenedores (impropriamente chamados Reitores ou Diretores) de Universidades e de outros Cursos particulares, idiotizavam (e idiotizam) seus alunos, alugavam livros para suas “falsas” bibliotecas, e negociavam, nas horas noturnas, com os emissários e fiscais da aprovação e reconhecimento de seus cursos, traiam projetos humanistas de direito, proibiam os cafés no pátio e roubavam o giz das mãos de mestres e doutores, porque Mestres e Doutores são meramente um custo nos setores universitários do Brasil!

Enquanto ouvia o Mestre falar, pensava comigo: “vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei, lá tenho a mulher que eu quero, na cama que escolherei...”

© 27 de junho, 2009 (no dia do passamento do Mestre Goffredo Telles Jr, revendo seu vídeo)

© Prof. Pietro Nardella-Dellova רב בן עבדיה. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciências da Religião pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Rav na Sinagoga Scuola - בית מדרש‎ - Beit Midrash. Membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. Poeta, autor dos livros AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92) e FIO DE ARIADNE (org./co-aut., 94), das traduções FILOSOFIA DEL DIRITTO PRIVATO (de P. Cogliolo) e GIUSTIZIA (de Z. Zini), bem como, das teses A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (PUC/SP) e A CRISE SACRIFICAL DO DIREITO (USP). Professor, Palestrante, Coordenador de Curso de Direito e Judaísmo e Consultor Jurídico e Acadêmico, desde 1989.
Mais informações, veja CV LATTES/CNPQ/MEC:
http://lattes.cnpq.br/1306316250021237

Clique no link e veja outros textos do Prof. Nardella-Dellova:
RELAÇÃO DE TEXTOS PUBLICADOS NO CAFÉ & DIREITO

Contato: professordellova@libero.it ou cafedireito@libero.it

10 commenti:

Anonimo ha detto...

Meu querido, amado e eterno Mestre, tenho por ti a mesma admiração que tivestes e continuarás tendo pelo teu Mestre Dr. Goffredo Telles Jr. Um dia mostrarei para ti meus projetos, dos quais, tu és e sempre serás minha maior inspiração. Escreva!!!!Mais e mais...fale com o coração!!! Eu bebo e sempre beberei desta fonte!!!!!
Um forte abraço!!!!
FERNANDA DUTRA

Josenias ha detto...

Excelentes palavras, Dr. Nardella-Dellova. Ler tal comunicação, muito embora tão dolorosa, traz um átimo de descanso para o sufocamento que nossa má realidade nos imprime. Impossível não Theodor Adorno:
"São reflexões originadas a partir da vida prejudicada"...

Cordialmente,

Josenias A. Belo

Eu, sem clone ha detto...
Questo commento è stato eliminato da un amministratore del blog.
Eu, sem clone ha detto...

Caro Dr. Nardella-Dellova: fiquei emocionada e agradecida com a entrevista do Dr Goffredo Telles. Emocionada pelas proprias palavras do grande Mestre, por mais essa lição de vida; agradecida ao senhor, pela oportunidade que seu artigo me proporcionou. Mestre, porque também o senhor o é, hoje, estamos vivendo aqui na França, especificamente em Hénin-Beaumont, norte da França, um exemplo de Democracia: o povo francês não é obrigado a votar. Mas decidiu ir às urnas ontem e impedir a vitoria da Frente Nacional, partido da extrema direita liderado por Le Pen, que havia levado vantagem sobre a Esquerda no primeiro turno nas recentes eleições municipais. Tal fato ja se havia repetido quando, ha alguns anos, no momento de eleger o Presidente da Republica concorriam Chirac et Le Pen. O povo correu às urnas para o segundo turno, decidindo por Chirac. Nas duas eleições, o partido extremista levou vantagem no primeiro turno. Por quê? Porque nos dois casos, estava por tras a revolta do povo com o historico de corrupções do partido da situação (o até recentemente maire de Hénin Beaumont, do Partido Socialista, foi condenado por desvio de verba publica e a Frente Nacional quase sai vitoriosa nas eleições, por conta disso). Resumindo: o povo não aceita corrupção, mas também não quer ser governado por extremistas, apesar de tomar uma posição a favor da Democracia no ultimo momento, o que é perigoso. Mais uma demonstração que os valores da Republica são sagrados. (peço desculpas pela falta de alguns acentos).
Abraço cordial.

Eu, sem clone ha detto...

Dr. Nardella-Dellova, peço que não leve em conta se receber esse comentario em duplicidade. Tive um pequeno problema no envio.

Caro Dr. Nardella-Dellova: fiquei emocionada e agradecida com a entrevista do Dr Goffredo Telles. Emocionada pelas proprias palavras do grande Mestre, por mais essa lição de vida; agradecida ao senhor, pela oportunidade que seu artigo me proporcionou. Mestre, porque também o senhor o é, hoje, estamos vivendo aqui na França, especificamente em Hénin-Beaumont, norte da França, um exemplo de Democracia: o povo francês não é obrigado a votar. Mas decidiu ir às urnas ontem e impedir a vitoria da Frente Nacional, partido da extrema direita liderado por Le Pen, que havia levado vantagem sobre a Esquerda no primeiro turno nas recentes eleições municipais. Tal fato ja se havia repetido quando, ha alguns anos, no momento de eleger o Presidente da Republica concorriam Chirac et Le Pen. O povo correu às urnas para o segundo turno, decidindo por Chirac. Nas duas eleições, o partido extremista levou vantagem no primeiro turno. Por quê? Porque nos dois casos, estava por tras a revolta do povo com o historico de corrupções do partido da situação (o até recentemente maire de Hénin Beaumont, do Partido Socialista, foi condenado por desvio de verba publica e a Frente Nacional quase sai vitoriosa nas eleições, por conta disso). Resumindo: o povo não aceita corrupção, mas também não quer ser governado por extremistas, apesar de tomar uma posição a favor da Democracia no ultimo momento, o que é perigoso. Mais uma demonstração de que os valores da Republica e da Democracia devem ser considerados sagrados. (peço desculpas pela falta de alguns acentos).
Abraço cordial.

Prof. Nardella-Dellova רב בן עבדיה ha detto...

Prezada Fernanda e Josenias, fico-lhes grato pela manifestação de apreço e carinho, sobretudo, em relação ao nosso saudoso Mestre Goffredo Telles Jr.
Que sua mensagem, no vídeo disponibilizado em meu blog, possa realmente encontrar corações propícios e almas determinadas.
Forte abraço
Prof. Nardella-Dellova

Prof. Nardella-Dellova רב בן עבדיה ha detto...

Estimada, "eu, sem clone", agradeço-lhe o envio e postagem do comentário acerca do Mestre Goffredo Telles Jr., das considerações a respeito do meu artigo e, sobretudo, pelas boas notícias "democráticas" do lugar onde reside, na França.
Realmente, há votos de "protesto", mas que nos causam uma certa preocupação, porque nos deixa sempre no limite diante dos extremistas!
Infelizmente, não tivemos, ainda, o mesmo êxito na Itália...
Gostaria de saber seu nome, ou parte do seu nome, a fim de podermos nos comunicar melhor.
Meu e-mail: professordellova@libero.it
Forte abraço
Prof. Nardella-Dellova

Café & Direito ha detto...

Shalom Rav! Estou bem.

Enquanto eu te faço chorar pelos vídeos, você faz o mesmo comigo através deste e-mail. Claro Rav, hoje somos mais que “companheiros de viagem”, somos companheiros nos ensinos da Torah. Tudo começou naquela viagem, e desde então só foi crescimento e ensinamentos maravilhosos que pude compartilhar com você até hoje. Quero te agradecer pelo grande exemplo que você é para mim, para minha esposa e para o meu filho. Muitas vezes chorei com suas palavras em nossa Sinagoga, palavras aquelas de sabedoria, de vivencia, de sinceridade que foram mudando a minha maneira de conduzir a vida. Em vários momentos por telefone, de madrugada, inclusive, tivemos o seu apoio e ensinamentos nas horas mais difíceis, e você sempre com muito amor pelo próximo, soube conduzir, passando a sua sabedoria e, principalmente, mostrando sempre uma saída para os problemas. Não esqueço também, em um momento difícil na minha vida financeira, onde tudo estava escapando pelas minhas mãos, sensação horrível de se sentir, pois fica no ar um sentimento de impotência para uma solução, mas com aquele abraço sincero que recebi de você, me incentivando a voltar a estudar, e hoje com muito orgulho, posso falar que devo muito a você, a formação do curso de Direito que acabo de concluir. Uma frase que nunca vou esquecer sua, na ocasião do incentivo para os estudos foi, “Pega o seu cajado e não olhe nem para tras e nem para os lados, olhe para frente...”. E deu certo, por ter olhado somente para frente, e não ter dado ouvidos para muitas pessoas, durante o caminho, hoje estou graduado em Direito. Sei que ainda faltam muitos degraus para subir nesta profissão maravilhosa que escolhi, mas sem dúvida o incentivo que recebi de você foi importantíssimo para conseguir completar este grande desafio, o de passar pelos 5 anos nos bancos acadêmicos de uma Universidade, tendo que conciliar conjuntamente com o trabalho, família e os problemas financeiros que você sabe, Rav, quero te dizer que em nenhum momento tive dúvidas em relação ao seu caráter e, principalmente, quanto à sua devoção para com HaShem, sempre te considerando como, além de amigo e companheiro de viagem, como principalmente o meu Rav. Sei que não pude, ainda, me dedicar completamente aos estudos da Torah, como deve ser dedicada, mas vou me esforçar cada vez mais para isso, pois sei que a saída para os problemas está neste conhecimento. Quero que você conte comigo, caro amigo e Rav, para qualquer problema que você tenha, pois tenho você no meu coração.

Quanto ao filme, também achei que ficou curto, é que eu sigo o tempo de uma música para fazer a edição, e neste caso como gostei desta música, o filme ficou curto por causa dela. Mas eu posso fazer outro, com outra música mais longa para dar mais emoção. O DVD da cerimônia completa, já está pronto e entregarei para o João e a Célia. Peço desculpas pelo filme ter saído curto. Eu vou refazê-lo, ok?

Rav um grande “bacio” no seu coração do seu sempre “companheiro de viagem”!

TuTo -
Antonio Augusto de Campos

Café & Direito ha detto...

Shalom Rav! Estou bem.

Enquanto eu te faço chorar pelos vídeos, você faz o mesmo comigo através deste e-mail. Claro Rav, hoje somos mais que “companheiros de viagem”, somos companheiros nos ensinos da Torah. Tudo começou naquela viagem, e desde então só foi crescimento e ensinamentos maravilhosos que pude compartilhar com você até hoje. Quero te agradecer pelo grande exemplo que você é para mim, para minha esposa e para o meu filho. Muitas vezes chorei com suas palavras em nossa Sinagoga, palavras aquelas de sabedoria, de vivencia, de sinceridade que foram mudando a minha maneira de conduzir a vida. Em vários momentos por telefone, de madrugada, inclusive, tivemos o seu apoio e ensinamentos nas horas mais difíceis, e você sempre com muito amor pelo próximo, soube conduzir, passando a sua sabedoria e, principalmente, mostrando sempre uma saída para os problemas. Não esqueço também, em um momento difícil na minha vida financeira, onde tudo estava escapando pelas minhas mãos, sensação horrível de se sentir, pois fica no ar um sentimento de impotência para uma solução, mas com aquele abraço sincero que recebi de você, me incentivando a voltar a estudar, e hoje com muito orgulho, posso falar que devo muito a você, a formação do curso de Direito que acabo de concluir. Uma frase que nunca vou esquecer sua, na ocasião do incentivo para os estudos foi, “Pega o seu cajado e não olhe nem para tras e nem para os lados, olhe para frente...”. E deu certo, por ter olhado somente para frente, e não ter dado ouvidos para muitas pessoas, durante o caminho, hoje estou graduado em Direito. Sei que ainda faltam muitos degraus para subir nesta profissão maravilhosa que escolhi, mas sem dúvida o incentivo que recebi de você foi importantíssimo para conseguir completar este grande desafio, o de passar pelos 5 anos nos bancos acadêmicos de uma Universidade, tendo que conciliar conjuntamente com o trabalho, família e os problemas financeiros que você sabe, Rav, quero te dizer que em nenhum momento tive dúvidas em relação ao seu caráter e, principalmente, quanto à sua devoção para com HaShem, sempre te considerando como, além de amigo e companheiro de viagem, como principalmente o meu Rav. Sei que não pude, ainda, me dedicar completamente aos estudos da Torah, como deve ser dedicada, mas vou me esforçar cada vez mais para isso, pois sei que a saída para os problemas está neste conhecimento. Quero que você conte comigo, caro amigo e Rav, para qualquer problema que você tenha, pois tenho você no meu coração.

Quanto ao filme, também achei que ficou curto, é que eu sigo o tempo de uma música para fazer a edição, e neste caso como gostei desta música, o filme ficou curto por causa dela. Mas eu posso fazer outro, com outra música mais longa para dar mais emoção. O DVD da cerimônia completa, já está pronto e entregarei para o João e a Célia. Peço desculpas pelo filme ter saído curto. Eu vou refazê-lo, ok?

Rav um grande “bacio” no seu coração do seu sempre “companheiro de viagem”!

TuTo
Antonio Augusto de Campos

Café & Direito ha detto...

Prezados amigos, companheiros de viajem, Tuto e Rav!!

É com emoção, lágrimas nos olhos que leio os e mails de voces....sinto-me feliz e honrado
de fazer parte dessa grande família sinagogal, que nos ensina, nos fortalece e nos mostra os
caminhos....aliás "o caminho' ...da Torá.
Tuto parabéns pela sua vitória e continue no caminho, sem se desviar, olhando para a frente. Saiba que voce tem um amigo e um companheiro aqui para te apoiar, para ficar feliz nas suas conquistas e ajudar nas dificuldades......
Rav ...e para voce......o que dizer.......sem comentários.....o Tuto já disse tudo.....Abraccio

Família Zucco
(GILBERTO ZUCCO)