alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







martedì 22 settembre 2009

PROGRAMAÇÃO DE LANÇAMENTO DO LIVRO: "aMoRteDoPoEtA nOs penHaScos EoUtros MoNóLoGos", outubro, 2009


PROGRAMA, LOCAIS e DATAS de LANÇAMENTO DO LIVRO


aMoRteDoPoEtA
nOs
penHaScos
EoUtros
MoNóLoGos

B"H

Prezados amigos e amigas, finalmente, o meu novo Livro, “A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS”, será disponibilizado. O Lançamento se dará em vários locais e datas e, como poderão observar, a Programação segue o universo do próprio Livro, com matizes e tópicos variados, mas sempre dentro da organização dos Diálogos e Monólogos. Em cada oportunidade, farei uma Palestra ou desenvolverei Estudos e Autografarei os exemplares. Conto com o carinho e presença de todos, bem como, com eventual sugestão/convite para novos Encontros. Sejam bem-vindos.


Programação/Estudos/Palestras/Autógrafos:


2/10 a 5/10
Em vários locais, com Diálogos sobre Torá, Palestras, Bolo de Fubá e Café de coador
Estudos: TORÁ, MODERNIDADE E JUDAÍSMO:

Local: Bahia
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6/10, 19h
OAB/SBC – Auditório Rodolfo Alonso Gonzales
Palestra: DIREITO E PERVERSIDADE POLÍTICA
Local: Rua 23 de Maio, 215 – São Bernardo do Campo, SP
Ao lado do Fórum SBC – (011) 4368.0090
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7/10, 19h
CIEJA – Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos
Palestra: PROCESSO DE CRIAÇÃO LITERÁRIA E HUMANIZAÇÃO
Local: Rua Francisco Ramos, 132, São Paulo, SP
Fone: (011) 56315703; (011) 56320391
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9/10, 19h
Sala de Concertos Drª. Léa Ziggiatti Monteiro
do Conservatório Musical Carlos Gomes
Encontro: MÚSICA E LITERATURA
Local: Av. Dr. Hermas Braga, 841, Campinas, SP
Fone: (019) 32530375
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de 13 a 16/10

Outros Encontros/Locais a confirmar:

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Contato, Informação e Sugestão para Palestras:
e-mail: flaviaalbanese@hotmail.com


ou telefone: 019-32533345


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Alguns trechos do Livro




aMoRteDoPoEtA

nOs

penHaScos

EoUtros

MoNóLoGos



2009



Pág 15

“...O avião pousou em Napoli...”

Pág 18

“...Ele me olhava com seus olhos iluminados por tudo o que é humanamente sagrado, e foi tirando o pedaço de pão caseiro do casaco, mas, respeitou alguns minutos do silêncio e, só depois, perguntou o que faríamos....”

Pág 19

“...Eu vejo, caro babbo, seus olhos verdes num sguardo de bondade expressiva, dizendo sempre alguma coisa, lançados sobre mim como se fossem os olhos de D’us (e não o são?). As mãos grandes, a face meio rosada, o riso sonoro, os olhos verdes, os bigodes ruços, a barba grisalha e a sua voz... Era a bênção única (e ainda é) ouvir a voz traduzindo Petrarca, lembra-se?...”

Pág 34

“...Aliás, deixe fora o que ama qualquer coisa e despreza o humano e o Eterno, sobretudo, o íncubo opressor, preconceituoso, prepotente, corporativista, agiota, banqueiro, latifundiário, traficante, legalista, pedófilo, sádico, mercenário, imperialista, nazista, fascista, antissemita, terrorista, torturador, carrasco (e qualquer vampiro e parasita) e, ainda, o súcubo covarde, invejoso, voyeur, masoquista, fanático, racista (negro ou branco), monarquista, republicano caffellatte, getulista, militarista, antiético, traidor, que abraça e ri o riso odontológico, sem razão, e não olha nos olhos. O mentiroso, carlista, malufista, congressista (e qualquer hospedeiro e escória da humanidade)...”

Pág 51
“...Em Jerusalém encontramos pessoas iniciadas nas práticas verticais e mulheres cobertas. Mas, em Napoli, o melhor é não deixar sua mulher desacompanhada, caso ela seja bonita! Sendo muito bonita mesmo, dedique-se a ela diuturnamente, e se tiver um filho, cubra sua mulher de terra e mar e, se tiver dois filhos, cubra-a de terra, mar, céu e ar, e de chocolates, e de flores, e de carícias, e de esplendores, e de música, e de vida – compre sempre chocolates e não tranque a adega!...”

Pág 72
“...Os olhos da menina-mulher pareciam de algum lugar, de algum tempo, de algum espaço no redemoinho das memórias inexplicáveis de alguma época servida a palco de alguma vida, de algum universo, de oportunidade remota, distante. Os lábios, então, vibraram. Os olhos se fixaram ainda mais profundamente nos olhos expressivos da mulher parada no corredor – ela queria vinho e Poesia....”

Pág 99
“...Porque há pessoas que odeiam águas, e pão e encontros. Odeiam árvores, plantas, flores, cães, gatos, pombos, passarinhos, terra, abraços, crianças, pobres, judeus e outras pessoas. Eles cobrem o planeta de concreto, asfalto e mentiras, fiscalizam a vida alheia e espalham o fermento da sua estupidez, maldade e perversidade, roubando o tempo vital. Não falarei de canalhas hoje!...”

Pág 132
“...Vá, e encontre aquela mulher, que anda presa, ainda, às rezas que drogam e idiotizam, transformando jardins de inverno em flores plastificadas, e arquiteturas italianas em caixas de papelão molhadas. Vá, minha cara, desate os nós que se formaram nos jogos de cordas, na solidão do bem-me-quer, e tente trocar o barulho de um vinil em dias de festa de aniversário ou fumaças de formatura, por uma Poesia de Drummond. Tente dizer ao ouvido daquela mulher que a vida clama, e não espera. Que a vida passa...”

Pág 139
“...Por isso mesmo, o amar e o ensinar Torá se convertem em uma mesma relação. Amar não é ter ou possuir, escravizar ou pendurar na parede, seja uma cabeça ou uma fotografia. Amar é lançar o outro adiante, na luz e nos processos de libertação. E, assim, na constância, convertê-lo em TU! Amar não é um procedimento idolátrico, diante de um deus grego ou romano, mas uma descoberta, uma realização, uma libertação, uma unção...”

Pág 164
“...Tais elementos da natureza, os quatro materiais, já estão nos primeiros textos de Bereshit (Gen.): fogo, terra, água e ar! Mas, no nosso caso, aparece, ainda, um quinto elemento, que organiza o tempo/espaço, os quatro elementos básicos. Elemento para organicidade. É a Ruach HaElohim – o elemento feminino da Criação! Ruach é como a Poiesis!...”

Pág 171
“...Não importa qual seja o ato/atitude para o mal ou para o bem. Seja o ato de cortar uma flor, de esmagar um inseto, manter peixinhos em aquários, de responder rispidamente, de faltar a um compromisso, de lançar um papel de bala à via pública, de mencionar o nome de alguém ausente; seja o de destruir florestas inteiras, atirar uma pedra contra um passarinho ou prendê-lo em uma gaiola, matar golfinhos ou baleias, difamar ou desmoralizar uma pessoa, ...”

Pág 183
“...Voltar os olhos para o universo do si mesmo é um encontro, uma descoberta multifacetada! Voltar os olhos para o si mesmo não é contemplar-se diante do discutível espelho, mas passar em revista, com todos os recursos, a integridade do Eu....”

Pág 229
“...– Não podemos comprar bibliotecas virtuais, livros virtuais? Afinal, são novos tempos! E concluiu: – Aluno é igual caixa eletrônico de banco!
Bah! Caixa Eletrônico? Casino? Terreiro? Bahhh!
The Godfather, também, chamado de O Louco, formou-se medindo a temperatura dos animais. Não dormia nunca e nunca tinha uma idéia, senão a idéia fixa de formar um CE!...”

Pág 257
“...abençoe, sem perda de tempo, seus filhos em cada manhã, em cada tarde e em cada noite – ensine-os que o pão deve ter o gosto do suor e que os ratos vivem em esgotos, no lixo e na escuridão. Fale do Eterno para eles, ajude-os a amar o Eterno, ajude-os a entender a construção de cada dia e ensine-os a ganhar, por si mesmos, o pão justo e honesto a cada dia. Aponte-lhes as estrelas, e a lua, e o Sol, e os mares, e as flores, e os pássaros, e os animais, e os montes, e os jardins e, assim, somente assim, saberão o porquê de tudo ser “bom”, e o porquê do homem completo ser “muito bom”. Livre- os da estupidez e droga religiosas e dos gritos intermináveis em cultos idolátricos, a fim de que enxerguem e se libertem das correntes teológicas. Livre-os do culto ao falo!...”

Pág 265
“...Vivemos o nosso tempo, e o nosso tempo é um misto de espanto e inércia, idiotice e fantasia, coisificação e anulação completa. E desse ângulo procuramos sinais, pistas, endereços e indicações para um passo, o passo a seguir, repleto de dubiedades, inseguranças e fragilidades humanas. E, no meio dessa espessa e sufocante nuvem de fogos de artifício, encontramos a carne suave e a feminilidade daquela mulher, feita de variadas pedras, variados elementos e multifacetada música corporal....”

Pág 271
“...comam e bebam! Principalmente comam!
– Venham todos:
alegrem-se, festejem, toquem, comam espetinhos malpassados, verduras, tomates e moscas e bebam... fanta!
– É festa!
A Poesia e o amor perderam – viva!
A amada está morta!...”

Pág 276
"...Essa mulher que transita entre corredores da biblioteca, não como quem foge do enfrentamento de cada página, mas como quem volta agradecendo silenciosamente pelos mundos descobertos, porque ali ela reencontra os sábios e os poetas que iluminaram seus sonhos, abriram seus poros e apontaram uma direção. Ela sabe de onde veio e onde quer estar! Ela olha, se veste, se penteia, caminha e ela dança, sabendo que... seus olhos e os lábios de sua boca se dilatam ..., porque esse é o seu corpo e sua alma. Então, ela se percebe superior, como quem deixa relacionamentos opressivos sob os pés... vai, e voa, como quem deixa homens idiotas cultuando seus próprios órgãos, como quem conduz o mundo... pelo sussurro...Por isso mesmo, plena da virtude feminina e da experiência dialógica, da delícia poética, fortalecida pelas vozes e páginas iluminadas, completa dos sentidos descobertos, essa mulher, absoluta, abre suas asas ao sol...."

Pág 279
“...O mais importante não é apenas suplantar o deserto, como nossos pais fizeram entre o Egito e Canaã, mas, principalmente, não perder nossa humanidade, nossa capacidade de fazer o bem, nossa capacidade de honrar, de respeitar, de viver em companhia uns dos outros, de simplesmente não desejar o mal ao outro....”

Pág 284
“...Dizem que naquela rua, diante daquela construção, quando são altas horas da noite, todos os que por ali passam, ouvem sons e gemidos, sons estranhos, resmungos, urros selvagens, sons indecifráveis, que se espalham pelos prédios vizinhos, pelos andares superiores e inferiores, elevadores, ruas, portões, garagens...”

Pág 290
“...O avião pousou outra vez em Napoli...”




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© Pietro Nardella-Dellova. Mestre em Direito pela USP. Mestre em CRE pela PUC/SP. Pós-Graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Mestre na Sinagoga Scuola. Membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. Autor dos livros AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92) e FIO DE ARIADNE (org./co-aut., 94), das traduções FILOSOFIA DEL DIRITTO PRIVATO (de P. Cogliolo) e GIUSTIZIA (de Z. Zini), bem como, das teses A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (PUC/SP) e A CRISE SACRIFICAL DO DIREITO (USP). Professor e Consultor de Direito

19 commenti:

Café & Direito ha detto...

Caro babbino, sua maravilhosa obra desperta aquela vontade de união, o ideal de alcançar alturas e o desejo do reencontro. Alem disso, é força necessária para seguir, especialmente, através dos mares e territórios que nos separam. Há tanto por descobrir, há tanto por conhecer de nós, desde
os primeiros dias, desde o ventre, e desde o momento em que você me tomou
em suas mãos, não apenas aceitando-me nas Bênçãos do Eterno, mas
indicando um caminho de paz e conquistas! Lançados como flechas para o
horizonte, e você, como arco, tem também norteado com sua Poesia os rumos
infinitos – você me tomou pela mão, um dia, às margens do Tirreno, e fez-me
ver o ontem, o amanhã e o sempre – o pão que lançamos sobre aquelas
águas, babbino, ainda me ensina e me alimenta, ainda me faz humano.
Foram muitas noites com estrelas – elas ainda são... e nelas você buscou a
luz, mas, não ficou entregue aos espaços do firmamento. A estrela para
você foi apenas uma indicação, um sinal, pois sua Poesia é feita de gente,
de barro, de terra, de ar, de fogo, de água, de relacionamentos e encontros!
Lembro-me bem, babbino, quando paramos na Via Appia, para o caffè,
e apontei a estrela – a sua estrela, e você olhou, emocionou-se, mas ela não
foi maior que nosso café e nosso encontro. Trago sempre o perfume daquela
Via Giambattista Vico, em Fondi, e contemplo meu querido nonno, ainda,
com os mesmos olhos verdes, a alma grande e profunda, o abraço pleno de
carinho e amizade. Agora, nossa jornada precisa continuar... Precisamos
mais daquele “pane” e mais daquele “vino”, e mais de nossas caminhadas,
e mais das águas do Tirreno... Precisamos mais de mim e mais de você.
Faz um ano, babbino caro, você tomou meu pequeno filho, Elijah, em suas
mãos, as mesmas mãos de meu nonno Biagio, o mesmo olhar verde (e em
fogo), com as mesmas Bênçãos. Então, precisamos ir todos juntos à margem
do Tirreno – e todos nós lançaremos pão sobre as águas, e cantaremos
canzone napolitane. Meus olhos são verdes, babbino, como os seus e de
meu nonno (porque somos feitos da esperança), mas, os olhos de meu filho
são azuis, bem azuis, porque é feito de céu, de encanto e da Poesia viva que
herdamos. Então, sua Poesia é minha Poesia e seu D’us é meu D’us –
minha Música é sua Música! Babbino, meu Poeta, parabenizo-o, ainda,
pelos 20 anos do lançamento de suas primeiras obras. Lembro-me bem,
das poucas noites dormidas, para que tudo fosse criado e construído na
partitura de nossas vidas. Você trouxe Poesia para nossas vidas, e nos
ensinou o caminho da Música e da Paz. Toda a sua obra literária e todos
os seus ensinamentos fazem, ainda hoje, o perfume e o beijo aparecerem, a
intensidade e a força de cada nota musical que lanço ao espaço vem, de
modo decisivo, da experiência de ter um pai Poeta – que ama, e ensina a
amar, que mostrou o caminho do beijo pleno e dos lábios de uma mulher.
Ah, os lábios... sejam sempre beijados... Poeta, não diga o seu nome,
ainda, só ao amanhecer, lembra desta ária? Nessun Dorma... nessun
dorma... Ninguém durma (e nem pode) diante da sua Poesia!
Nova York, agosto de 2009,
Abrahan Alessandro

Café & Direito ha detto...

Querido Poeta, meu babbino, fico muito feliz por seu novo livro... Estou
muito orgulhosa de você e, tenho certeza, que todos ficarão muito felizes
com seu livro. Tu sei il mio babbino caro! Vou tocar meu violino para você
no lançamento de seu Livro!
São Paulo, agosto de 2009,
Luigia Giovannina

Café & Direito ha detto...

Babbino, anch’io ti amo... quando vai terminar o livro para caminharmos
na Lagoa e dormimos no chão?
São Paulo, agosto de 2009,
Giovanna Rosa

Café & Direito ha detto...

Este livro requer olhos voltados para as estrelas, braços longos e abertos
para abraçar o mar, jardins floridos e adornados por coloridas borboletas,
olhos lúcidos e apaixonados para enxergar silhuetas de mulheres míticas e
reais, cobertas de sol, luz, calor, ardor e sabor de jabuticaba madura! Há
beijos, mordidas, encontros, sabores de vinhos, água, cebola, café e pão.
Neste livro há um equilíbrio justo, como o de uma balança de dois pratos:
num Poesia, no outro, o rigor contra a hipocrisia. Momentos de uma
humanidade salgada, rota, ruída por uma ignorância arrogante. Há
desabafos, constatações históricas, olhares lúcidos para críticas justas e
abalizadas, tal como um cântico de Salomão. Sabe o autor mesclar a dor e
a paixão. Revive, prazerosamente, a saudade de lugares, das gentes e de
seus amores. Unge de paz, amor e bondade as crianças; combate os monstros
que amaldiçoam o nome do Eterno; ensina a Tora e o Talmud; oferta o pão
que recomenda ser sempre feito com os ingredientes indispensáveis para um
cozimento e sabor especial: Justiça, Bondade e Leveza. “Va bene”! Agora
chegou a vez do leitor sentir o seu EU em cada palavra degustada e
emocionar-se ao atravessar o mar com a Poesia e a boca seca pela
humanidade salgada.
Campinas, São Paulo, agosto de 2009
Maria Julia

Café & Direito ha detto...

Meu amigo Escritor, Poeta e Professor, você é um homem livre que gosta de
árvores e toma café em xícaras de ferro, planta sementes de frutas pela rua,
lê muito, tem uma biblioteca, não mata formigas e olha a lua. Fala do
Eterno com brilho nos olhos e, quanto mais livre se torna, vai construindo
novos elos à corrente que o enfeita (sem prender), porque vive, e fortalece seu
compromisso com o amor, com suas certezas de vida e com sua fé. Não é
fácil falar de você, porque é uma pessoa rara, poeta de verdade, porque vê
a vida diferente dos outros, reflete sobre coisas que, às vezes, nem enxergamos.
Tudo tem mais profundidade, e sua capacidade de se expressar é muito
forte. Você é aquele que disse: “É preciso parar diante da escada rolante e
decidir-se por não entrar ali, apenas porque todos estão indo por ali”.
Tenho satisfação deste convívio napolitano e das conversas francas, da
oportunidade de conhecer e publicar seus textos que parecem flechas velozes
- e tão bem direcionadas. Como editora, orgulho-me em ampliar a sua voz
desde 2000. A cada edição fazemos história, e a cada novo texto publicado,
suas palavras elevam as discussões acerca da sociedade, do comportamento,
da política e, principalmente, do amor, prato principal do cardápio saboroso
e rico do Poeta. Ah! E como você fala do amor, do vinho e do azul. Durante
esses muitos anos de convívio, encanta-me o homem intenso e humano,
defensor de idéias éticas, que não negocia sob qualquer condição – ou pressão.
Gosto disso. É uma honra participar de um período tão produtivo da sua
vida, um prazer ainda maior compartilhar histórias, e poder registrar o
quanto sua Poesia me encanta. Concordo com seu texto “Baci Allegretti”:
“O Poeta não ensina – o Poeta vai! Ele leva a ver do alto, a voar alto, a
mergulhar, a mergulhar ao fundo”. Você me faz lembrar uma frase de
Rousseau: “A falsidade tem uma infinidade de combinações, mas a verdade
só tem um modo de ser”. Eu sou fã, Poeta, do seu modo único de ser! Bacio!
Campinas, São Paulo, agosto de 2009
Cris Gracioli
Publicações Campinas Café e Z Magazine

Café & Direito ha detto...

O grande tema de Pietro Nardella-Dellova sempre foi a Poesie. Seu grito
é o grito de gerações inteiras pela justiça, é a voz de homens enganados,
deslocados, deportados. Busca com suas composições, sobretudo, tornar
manifesto e esclarecer um termo não só tão difuso, mas, ainda, de difícil
definição: o amor. Com uma maquininha de escrever lançava Poesia,
Críticas e outros clamores ao mundo até o silêncio do amanhecer. É, sem
dúvida, um idealista cheio do ímpeto e impaciência e, ao mesmo tempo,
tenta romper com o mundo, a língua, a gramática...para descobrir no mesmo
mundo, a humanidade perdida, o diálogo e a essência do dizer poético... O
Poeta não é só um amante da Poesia por si mesma, mas do relacionamento
humano, jogado em algum mercado, e o coração está sempre pronto para
lançar de si a palavra certa e no destino desejado. Na qualidade de Mestre,
também atua como humanista e “homo politicus”, plenamente consciente de
seu papel, tanto na Academia quanto no mundo da “práxis”. Poeta e
Mestre se entrelaçam na Cátedra, pois a função da Poesia é mesmo resgatar
e propor mudanças – o Mestre e o giz são expressões desta função! É como
relacionar “poiema” e “poiesis”: aquela, a forma; esta, a essência. Há,
então, de modo visível, sonoro e plástico, em toda obra produzida por este
Poeta, a luta por não reduzir-se a espaços do “poiema” e plenificar-se no
universo maravilhoso da “poiesis”. Ele, o Poeta, é para a Poesia, o que o
Escultor é para a matéria-prima, ou seja, comprometido em fazer aparecer
na forma a essência do que ele enxerga, do que vê antes de qualquer outro.
Poeta é como um “deus” criando espaços verdejantes, felizes e plenamente
humanos para dizer, ao final: “é muito bom”. O Poeta é tanto o “homem
que sai da caverna”, conforme ensina Platão (e por isso mesmo sofre), como
é, igualmente, “Prometeu acorrentado”, por distribuir ensinamentos
humanos, e é, também, “Orfeu”, que busca a amada nas profundezas do
inferno! Mas, em última instância, quando atacado e ferido, ele é “Enéias”,
que vai, mas com a tocha e o fogo em suas mãos! O Poeta é este que não
morre! Por isso mesmo, somos muito felizes por conhecê-lo, pois, ele é do
tipo, que simplesmente não se pode esquecer. Quando chega, sua presença é
especialmente iluminada, é algo de especial – e traz, sempre, um fogo
humanamente abrasador em suas mãos...
Suíça, Sankt Gallen, agosto de 2009
Ishm’el Dellova-Campos e Renée Rädler
Universidade de Zurique e Relações Trabalhistas

Café & Direito ha detto...

Um poeta apresenta-se “poetando”; um filósofo, filosofando, um jurista,
interpretando, um mestre, aprendendo, um religioso, orando. Não tenho
esses dons para apresentar o poeta, filosofo, jurista, mestre e religioso Pietro
Nardella-Dellova. Dirijo-me a ele simplesmente como amigo, como exmestre
e companheiro de magistério, e agora, como outrora, seu leitor e
admirador. Não falarei de seu invejável currículo que, unindo títulos e
qualidades, no-lo apresenta como homem de reflexão e ação profundamente
solidário com os desafios da humanidade. Quero lembrar com saudades
nossas conversas no Programa de Pós-graduação em Ciências da Religião
da PUC/SP, quando conheci seus talentos acadêmicos e apreciei, com meus
alunos, seus versos que, já na época (1995-1998), carregavam um turbilhão
de lindas metáforas e paixões arrebatadoras. Quero rememorar nossos
diálogos ao orientar sua dissertação de mestrado que buscou, na fonte mágica
das palavras a brotar da Torá, dos romances de Osman Lins e do “Dasein”
heideggeriano, a construção do sagrado como ciência e arte. Percebi, então,
o pesquisador meticuloso no trato de problemas e teorias, unindo saber
rigoroso, leveza de espírito, desenvoltura, em páginas que religavam literatura
e religião, mostrando a condição humana em toda a sua beleza, grandeza
e fragilidades. Sinto-me agora feliz e honrado em estar junto com Dellova
nas páginas de um novo ramalhete de poesias, celebrando o poeta que galga
os píncaros para – palavras do grande Heráclito – “viver de morte e morrer
de vida”, encantando, com seus diálogos-monólogos, leitores apaixonados.
Vejo seus novos textos desfolhando como pétalas, nas singularidades dos
cantos, um cosmo de vidas que espelham o próprio existir do poeta, suas
origens, seu peregrinar por múltiplos não-lugares, onde se entrelaçam almas,
corpos, corações, mentes, personalidades virtuais, quimeras, imaginários,
seres palpitantes, galáxias de sonhos, ímpetos de desejos e amores, abismos
de dor, sofrimento e alegrias, ódio e compaixão, tempestades e calmarias,
tudo perpassado por um ardente desejo de voltar às origens. Corpos em
diáspora carregando corações radicados na terra jamais esquecida e sempre
prometida. Poeta e amigo Dellova, obrigado pela oportunidade de estar
presente em seu livro, obrigado por mais este gesto de carinho e amizade.
São Paulo, setembro, 2009-09-06
Professor Doutor José J. Queiroz
CRE-PUC/SP

Café & Direito ha detto...

Seguem, de quem te segue, palavras copiadas de tuas frases. Há festas na
vida que, como as saudades, nunca terminam, porque são embaladas pela
necessidade do espírito atávico de nos revermos, quando necessitamos
intensificar os sentimentos - como a luz que diverge da escuridão sem diminuíla.
Mais uma vez, você conseguiu com palavras imitar o brilho da luz.
Sinto-me pleno ao perceber que em cada página você conseguiu ampliar
vivências tão intensas quanto inexoravelmente breves. Deixo-lhe meus elogios
mais caros e secretos já que sobre um amigo não basta dizer tão somente a
verdade - há de se mentir um pouco, porque quem não o conhece jamais
poderia amá-lo e respeitá-lo como nós o amamos.
São Paulo, setembro de 2009
Dr. José A. Lara Neto
Presidente da Academia Sertanezina de Letras
e do International Colleges for Advancement of Nutricion

Café & Direito ha detto...

Al mio grande amico Pietro, in due terre lontane, l’Italia e Il Brasile, Che
sa unire attraverso la pratica e la coltivazione costante dell’amicizia, il
grandíssimo piacere (del tuo libro)!
Milano, settembre, 2009
Marco Vanzulli
Università di Milano

Café & Direito ha detto...

O Poeta-Escritor está entre nós! Diante desta obra literária que temos o
maravilhoso privilégio de folhear e nos deleitar com o seu conteúdo forte e único,
sinto-me honrado em tecer alguns comentários sobre o seu festejado autor. Há
quem escreve e tão-somente ocupa espaço na folha, uma escrita sem sentimento.
Há escritores, ainda, que só ocupam o nosso tempo e nos desanimam,
completamente, a continuar a leitura de suas estruturas inférteis e moribundas.
No entanto, quando deparamos com os escritos do Prof. Nardella-Dellova,
observamos o vigor das suas palavras, que é capaz de nos fazer sentir a imensidão
de nossas vidas e experimentarmos a plenitude de nossa existência. Os seus
trabalhos tocam as profundezas da alma, e contêm, sempre, o convite à
intelectualidade e uma repulsa declarada ao medíocre e ao tosco. O Mestre, com
o seu semblante tranqüilo – próprio de quem participa de segredos e essências de
sua ascendência judaica – apresenta-se como um hábil cicerone na caminhada
daqueles que tem o privilégio de fazer parte de seu grupo leitores. Quando
escreve, tem o poder de nos retirar dos vales de ossos ressequidos e, por meio do
diálogo, nos conduz à esperança, à fé e a autoconstrução do futuro. Mestre
Dellova é um poeta. E como poeta, almeja o infinito. Quando deparamos com
o autor, de quem tenho a grata satisfação de desfrutar a amizade, vejo que as
afirmações de Florbela Espanca ganham sentido: “o poeta é um ser mais alto,
é ser maior do que os homens!” O Prof. Nardella-Dellova tem o atributo de ser
maior, de ser mais alto. Fala, escreve e vive como um poeta. Encontramos neste
livro, um escritor que consigna uma marcante doação de sua própria existência,
mas também representa toda a força de um povo. O Mestre traz aqui a marca
de seus ancestrais que se aperfeiçoaram em renascer diante das dificuldades de
quem opta pela excelência. Este trabalho é, ainda, um cântico de júbilo em
nome da justiça e da harmonia entre os que, mesmo diante das adversidades,
construíram um coração de poeta. Parabéns por mais esta conquista, meu amigo
Mestre Dellova, o Poeta-Escritor que está entre nós.
São Paulo, inverno de 2009
Ivan de Oliveira Silva
Mestre e Doutorando em Direito. Filósofo, Escritor e Advogado.
Mestrando em Ciências da Religião. Professor de Direito

Café & Direito ha detto...

Pude conhecer o Professor Pietro Nardella-Dellova na oportunidade em
que passei ministrar aulas no Curso de Direito da Universidade Paulista
de Campinas, São Paulo, na qual ele já era docente. Com ele travei sólida
amizade. Ambos lecionávamos Direito Civil. Os desígnios da vida, no
entanto, fizeram com que nossos interesses profissionais se bifurcassem,
cada um seguindo o seu rumo. Isso não implicou que nossa amizade fenecesse.
E tal não ocorreu em razão do gosto comum que nutrimos pelas coisas da
língua portuguesa. Cultor de sua literatura, o professor Dellova sempre
trazia alguma novidade. E essa novidade, às vezes, era um questionamento
sintático. Outras, um texto literário. Não eram raras as vezes em que esse
texto era de sua autoria. Há algum tempo, havia-me ele dito que estava
rascunhando mais um livro. Recentemente, pude receber seus rascunhos.
Li-os. Constatei que, após uma bem sucedida experiência como escritor
obtida com as suas anteriores obras jurídico-literárias, professor Dellova,
mais uma vez, surpreendeu. Surpresa positiva, consigne-se. Deveras, “A
morte do poeta nos penhascos e outros diálogos/monólogos” efetivamente,
numa linguagem, suposto simples, assaz cuidada, traz a aliança entre, de
um lado, a sua preocupação humanística e, de outro, os seus conhecimentos
literários, por meio dos quais vagueia pelos mais diversos movimentos
literários, com franca predominância, quiçá, do concretismo. Não se deve
olvidar, ainda, que esta obra proporciona, por si mesma, a doçura da
vida, porque, “no meio dessa espessa e sufocante nuvem de fogos de artifício,
encontramos a carne suave e a feminilidade daquela mulher”, que “não é
apenas o corpo em si, mas a harmonia e a alma, expressa pela insinuante
manifestação facial, pelo brilho nos olhos e pelo sorriso”. Ela remete,
também, aos ensinamentos de que “o Judaísmo não se faz com `kipâ´, não
se faz com Véu, não se faz com aparência, mas com essência, com substancia,
com aprofundamento, com zelo, com predisposição, com movimento (devir)
transformador, com opções corretas e acertadas em direção à `Torá´”” que,
para tristeza de muitos, não virá em uma nuvem, em um sonho, em
encantamentos, em jejum e oração, mas virá, como sempre veio, da boca de
um Mestre”. Com as Ciências Jurídicas irradiando-se em grande parte da
obra, professor Dellova, no magistério por vocação, após lecionar que “a
reforma do Judiciário não se deveria converter na idéia fixa machadiana”,
uma vez que “não há uma reforma independente a ser feita ou um
procedimento logístico isolado a ser considerado”e, acerca do ensino jurídico,
conclui que o problema reside na “concepção cientificista, mecanicista e
excessivamente cartesiana do fenômeno jurídico”. Ao ensino falta, pois,
uma “visão orgânica e uma formação humanista”. Enfim, a leitura de “A
morte do poeta nos penhascos e outros diálogos/monólogos” dará ao leitor
a preocupação de seu autor com a criação de imagens e mensagens que bem
traduzem um universo cultural tão conhecido do professor Dellova. Noutras
e poucas palavras, tão-somente essa leitura poderá traçar os lindes da
dimensão do conteúdo da obra e da criatividade amadurecida de seu autor.
Campinas, setembro de 2009.
Luiz Antônio Alves Torrano
Juiz de Direito, Diretor do Fórum de Campinas
Formado e Mestre em Letras e em Direito
Professor de Direito Civil da PUC-Campinas e Universidade Paulista
Membro da Academia Campinense de Letras e Autor de Obras de

Café & Direito ha detto...

Então, a força está em juntar vivências e enxergar adiante, sem, contudo, esquecer-se de onde veio (e de quem veio). A luta é não permitir que tudo “vire coisa”, o amor termine no mercado e as relações se tornem superficiais. As memórias estão na linha dialógica, a partir das primeiras experiências e, ali mesmo, Vida e Intensidade se encontram em uma “lancheira de Poesia” e em gratidão! Fica a dialética: a luta cotidiana, nos Monólogos feitos com o giz à mão, lançados no caminho como “salvação”. A Poesia brota e destila e, sem ser nomeada, abre caminho e sustenta o Poeta pelo mundo (é provocação ao Diálogo!). Quando tudo parece esvair-se na noite, aparecem o pão e o fogo sagrado! A percepção histórica está presente - e a amada, o antissemitismo, os lugares do encontro, a aula e o pátio. Ele não é um homem triste ou morto – o poeta canta e não morre, é intenso! Primeiro aprende; depois, ensina, honrando mestres e alunos no mesmo afeto! Ao lado, e para além, está o Eterno - a religião é recusada: “viver mais e rezar menos”. Condena o mercado e coisificação do ensino, relações virtuais, massificação e o descaso com o “natural”. E não abre mão de: “em Napoli gritamos, porque o Poeta insiste em viver com alma, em ser doce e humano apenas”, e ali “o vinho é servido em jarras”.
Napoli, Setembro, 2009
Giuseppe Buono

Schetini ha detto...

Quando Nardella-Dellova nasceu, decerto havia uma placa enorme do lado de cá, nessa dimensão, do tamanho de um outdoor (ou maior, não se sabe), com os seguintes dizeres: "PRECISA-SE DE POETAS". E, como poeta tem de ser jardineiro, impreterivelmente, plantou-se sementes no seio do jardim...

Para além dos jardins, do avanço na escuridão, das marretas de 43 kg, do combate aos monstros, do Congresso, dos ratos (que ficam em pé); e mais, para além de tudo o que é idiota... a dicotomia congruente: FLORES e BEIJOS (composições para dueto pleno) - são presentes à amada.

Como disse, poeta, mesmo que as perspectivas pós-modernas apontem um caminho ("Não podemos comprar bibliotecas virtuais, livros virtuais?"), prometendo clímax ameno, no qual todos saem, abandonam tudo (de princípios à gosto culinário) e seguem-no, tu consegues ver por entre essa neblina cinzenta e lenta, o caminho da Poesia e da Justiça, perpassá-los e transmiti-los a outros (próximos ou não).

Assim (nÃo AxAdO), o poeta escreve Sua poesia (ele não espera acontecer)... Va Bene !!!


Um cordial abraço,

Schetini.

Fernanda Dutra ha detto...

Salve!!!!!
Dellova, meu querido e amado Mestre, Poeta, Rav e AMIGO!
Parabéns pelo seu BELISSIMO LIVRO!!! Sua fortaleza e dedicação nos seus últimos 30 dias gerou uma corrente do bem e transformou se em páginas com palavras de amor, poesia, carinho, fraternidade, verdade, sol, calor............Na hora certa nasceu o seu mais novo FILHO (um livro)!!!!!
BACIONE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!BRAVO!!!!!!!!

Analuka ha detto...

É bom saber, perceber, sentir, ver, constatar, redescobrir que no mundo existem pessoas com almas luminosas, brilhantes, benignas, que utilizam sua vida, sua energia, seu tempo, seus talentos para espalhar, semear e cultivar o Bem, o Amor, a Poesia!!! Pessoas como o poeta Dellova, que exercitam a arte da amabilidade, da delicadeza, ensinando, através das palavras e do exemplo, que as relações humanas e vitais podem ser harmônicas, pacíficas e fecundas!... Parabéns pelo livro mas, principalmente, pela pessoa luminosa e cativante que és, pela benignidade e amor à Vida que transmites e irradias!!! ABraços alados azuis.

Anonimo ha detto...

O grito deste poeta é sagrado. É um grito vivo (com emoção e sangue)!
O grito deste poeta nos faz acreditar no Amor com essência, apaixonante, pleno e puro...e ainda nos mostra a Mulher (amante, amada, sensual, iluminada...) como Ela realmente é...Viva!!!

Viva o poeta e Viva a Mulher Amada, sempre Amada!!!

Este mesmo poeta nos faz enxergar muito além do próprio “naso”, com suas palavras de revolta (sua revolta é a minha revolta).
Toda e qualquer opressão não nos calará, e o grito do desabafo será entoado sempre em forte e bom som, e todos ouvirão...TODOS!
Sua poesia nos permite a fuga de toda pornografia acadêmica, religiosa, política, musical, humana, universal...e cria um novo espaço, “um espaço real e ofuscado aos olhos fechados”.
Ah, caro poeta...sua poesia nasceu pra ser admirada, de preferência sob as estrelas e com o “nostro vino”, pois ela nos remete ao mais profundo conhecimento próprio. Ela nos faz mais Homens - e mulheres -, e nos traz algo especial (e isto não se comercializa nos balcões de um boteco).

Benvenuta, poesia mágica!

Brasil, setembro(primavera)2009,

RAFAEL DELLOVA

Leila Uzzum ha detto...

Em cada palavra você doa um pouco de si,
Gosto de ler, reler e gravar,
Para lembrar sempre deste Poeta, Mestre, Rav, Professor e amigo.
Um ser humano sem par,
Grande poeta que expressa vida, sentimento, calor e amor.
Que exala força, conhecimento e sabedoria.
Que na tribulação encontrou o abismo,
Oportunidade para voar bem alto,
Ir para outras direções,
Deixando no coração dos seus fiéis seguidores,
A força viva da paixão pelo que fazem,
O sabor do vinho suave de suas palavras,
A melodia das rimas e reflexões que proporcionam viagens,
Que no olhar desperta vocações.
Das letras um Grande construtor,
Um grande compositor...
Que faz das tristezas, alegrias.
Das revoltas busca do conhecimento,
Em versos, textos e poemas recheados de sabedoria.
Alguém que em sua dedicação,
Zela pela vida e faz bem mais que escrever.
Ajuda a viver...
Imprimindo o legado das letras em cada poesia
Que cabe a cada um, desde o grande homem,
Até o ser mais comum,
Que tenha no coração o bem querer.
E Tu Poeta nato, Rav, Mestre, Professor e Amigo
Com suas palavras és chuva que refresca suas flores...
Que inspira e alimenta com sua poesia,
Que mantém em nossas vidas cores, valores, sabores e amores.
Emociona pelo bem, com versos saudosos de mudanças velozes.
Assim presenteia o mundo com seus textos, reflexões e poemas tão primorosos.
De bons Termos e pormenores
Do Bem e do Mal do mundo,
Mostrando o que é bom e o que é mau, proporcionando
O impulso interno para a melhor escolha,
Através do sentido em tudo que expõe,
De uma dimensão multifacetada da ética, do humanismo e do ser.
Obrigado por escrever.

Beijos

Leila Uzzum – 29/09/2009

Viviane ha detto...

Olá!
Gostaria de saber como eu faço apara adquirir um dos seus livros???

Grata,

Viviane de Camargo Prado

Leila Uzzum ha detto...

Querido e amado Dellova!!! Hoje especialmente gostaria de poder estarem doi lugares ao mesmo tempo, como não poderei , receba estas palavras como reconhecimento e desejo de todo bem em sua vida profissional...

“Eis que o semeador saiu a semear.” O dia de hoje é a sementeira, e as suas ações, as sementes. A terra está pronta para recebê-las, e só depende de você. Colher flores perfumadas e belas, não importa quanto tempo vai demorar. Ou espinhos e cipós que enroscam a vida, é sempre muito rápido. Não dá para ficar parado, culpando esse, isso ou aquilo. Ficar presos a fantasmas do passado só adiam a sua colheita. Ser pessoa de bem sempre, este é seu lema, então ensine a pescar, ensine a plantar, com seu dom maior que cura a alma de tantos.Dedica-te ao bem, e o Bem Maior, e, encherá teus celeiros com fartura.O que você tem hoje para oferecer ao Planeta que te acolhe? São sementes do Criador.

..."ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram.

Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade.
Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na.
Outra, porém, “caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um...”

É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em cada tipo de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que ouve.
“Eis que o semeador saiu a semear.” A cena é atual. Também agora, Tu o semeador lança a sua semente através de seu livro que fica registrado na sua história, na nossa história.
Está é a vida e o comportamento dos que servem ao Bem mudam a história, consciente do que faz vê também que parte da semente cai em terra estéril, ou entre espinhos e abrolhos: há corações que se fecham à luz, ao amor e a poesia.
Sua Palavra transcrita em seu livro com certeza é e será como a chuva que cai do céu e não volta sem antes ter produzido seu efeito.

Shalom, bjs

Como poderei adquirir seu livro?