alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







giovedì 29 gennaio 2009

Do movimento em direção a NAPOLI ou, diálogos acerca de uma @ ou três @@@, do contexto vital, do nipotino e das almas que devem estar sobre o Vesúvio


Do movimento em direção a NAPOLI ou, diálogos acerca de uma @ ou três @@@, do contexto vital, do nipotino e das almas que devem se reencontrar sobre o Vesúvio



por Prof. Pietro Nardella-Dellova
da Sinagoga Scuola, Beith Midrash

...e o Eterno disse: é muito bom...
(Bereshit)

Cara amiga, deixo-te um abraço, um pane e um bicchiere di vino italiano. Mas, caspita, por um abraço de poeta, um pane de Napoli e um copo de vinho italiano não se pode retribuir com apenas um “oi”. É injusto, muito desproporcional. Afinal, você não encontrará todos os dias um poeta de Napoli, com pão e vinho italianos em mãos e um sorriso espontâneo...

Mas, eu estava aqui, revendo textos e e-mails, milhares de e-mails perdidos, irrecuperáveis, pelos quais devo ter causado a decepção em muitas pessoas. Mas, afinal de contas, o que parece tecnologicamente fácil, vai sendo acumulado e, até abri-los, neste momento, é uma vergonha. Antes, quando eu escrevia cartas de próprio punho, havia um sentido, um destinatário e uma mensagem. Hoje não há sentido nem mensagens em tantos e-mails...

Minha querida amiga, sabe como vejo você? Penso que pessoas como você devem sofrer quando descobrem que o lugar em que estão é pequeno. A Cidade é pequena, as pessoas são pequenas. Estar assim é estar sufocado, freado, inibido, preso ao solo, sem poder voar, sem poder avançar. Você é mulher para New York, para Milano, Firenze, Bologna, para Viena, e outras Cidades que possam acolher uma alma tão segura, uma vida tão cheia de potencial, um fogo e um ardor irresistíveis. Mas, em uma cidadezinha do interior paulista (que nem é São Paulo nem interior), certamente você morrerá a morte dos vencidos e será como uma coisa insepulta e, neste caso, não se trata de falar bem ou mal, mas de perceber esta energia precariamente utilizada.

Há Cidades e cidades, e todas elas espelham a alma das pessoas que nelas habitam. Algumas servem à prisão; outras, à libertação. Milano e New York, por exemplo, servem a quem tem o seu fogo, o seu brilho, a sua alma e a sua força de trabalho. Andando por estas Cidades, vejo que elas servem a alguns de contexto propício ao desenvolvimento e, para outros, de sepultura a céu aberto. Eu sei como queima dentro de você um fogo inextinguível, um vulcão à erupção, uma coisa poderosa, um estímulo de sair voando... de gritar aos quatro cantos, de fazer e acontecer. E, além disso, você está sendo “gente demais” para pouco espaço. Certamente, vai arruinar sua vida e morrer entristecida em qualquer canto.

É verdade, querida amiga, eu ainda tomo caffé em xícara de ferro esmaltada. É o que me mantém no meu eu, é o que me mantém em um contexto originário, mas, continuo me achando em um processo de empobrecimento, tendo, assim como você, um desejo e uma vontade grandiosa de concretizar, de realizar e de construir. Mas, além das Cidades, cara amiga, nosso principal problema, é estarmos rodeados de pessoas rasteiras que, ao acordarem, só pensam no almoço ou no salário, que não vêem a hora em que termine seu turno, pessoas que não enxergam, que não vivem e que são incapazes de lançar uma semente adiante, incapazes de fazer algo com vida, com vigor...

Hoje, tomei o filho do meu filho em minhas mãos, fixei os olhos nele e o levei, sob silenciosas bênçãos judaicas, para o seu primeiro banho. É uma sensação única, pois cada uma das palavras hebraicas proferidas lançam-no a um futuro de lutas e vitórias, a um tempo que será dele...É um momento mágico e singular! Meu filho e sua esposa são fortes, mas precisarão ser mais fortes ainda para criar esta criança em New York. Ao menos deverão ser inteligentes e sábios, para livrar o pequeno dos ratos que ficam em pé, como se pessoas fossem, dos falsários, dos canalhas, dos amalequitas, dos idiotas e similares...

Che dice? Não me pergunte nem me faça lembrar daquela mulher, uma pedra fria. Não me faça lembrar do encima/embaixo...É uma lembrança funesta, pois eu via estrelas, luas, sóis, nuvens, tempestades, fogos, vulcões, e ouvia gemidos, urros, vozes de dentro, produzidas pelo diafragma em compulsão absoluta...E, ali, abria meus olhos ensimesmados e via aquela face rosada, num crescente avermelhado, aquele rosto substancialmente amado, transpirando, suando, gotejando pelos cantos dos olhos arregalados, como uma sei-lá-o-quê...Ah, amiga minha, se um dia eu narrasse, se eu relatasse ou retratasse o que significa o nosso encima/embaixo, caspita, você teria uma ausência, um arrebatamento. É loucura-poesia, gemido-puro, transbordamento e um som musical, como que tomados por um espírito, daqueles que ecoam madrugada adentro...mesmo depois de desmaiados.

Ficava assim, o eco/cheiro/amor/integral/puro/homem/mulher. E, nesta distância, a condenação de quem deve ter matado o pai, a mãe, os filhos, os avós e mais alguém (num mesmo dia e instante). Distanciar o leite da mulher amada do vinho do poeta é condenar um justo ao deserto...E, por mais que estejamos no pó do deserto, no seu frio noturno e calor escaldante, não é a memória, amiga, é o cheiro impregnado à pele, e o gosto sob a minha língua.

Mas, nada de lamentos, nada de infelicidades psicológicas, nada de choro, exceto com cebolas. Cebolas? Caspita, cebolas não!!! Cebola é uma coisa...

A história de um amor terminou com cebolas! Naquele dia (não me lembro a data), estávamos meio cobertos, ainda, de toalhas, com o eco dos gemidos e dos Cânticos dos Cânticos da noite ressoando pela casa, pela cidade, pelo mundo e pelo universo. Lá estava ela, mulher levada pelo sopro do tempo, com um peru à sua frente, sobre a pia, com as patas para cima (refiro-me ao peru). Foi uma despedida inglória. Fiquei ali, ao seu lado, diante da pia e do peru. E ela, de quem ainda eu podia ouvir os urros na madrugada, de quem ainda eu via a face avermelhada e sentia o cheiro edênico, foi, decidida e furiosamente, determinada e violentamente, penetrando o peru com milhares de cebolas. Uma cena tosca e inesquecível! Ela não podia me olhar neste instante...

Era um ato visível e grosseiramente simbólico, significativo, tal a violência contra o peru com aquelas milhares de cebolas. Foi a última e terrível imagem: um peru penetrado com milhares de cebolas grandes, inteiras, descascadas, cruas...Chamei aquele dia de giorno di cipolle in c.. Ainda bem, minha cara, que nós judeus não temos estes problemas. Não, não pela religião, afinal, não há natal para nós (aliás, nem religião) e, portanto, nunca tenho que ver um peru, um pobre peru sendo violentado com cebolas, pois são imagens que ficam, agridem a alma poética...(imagino como as pessoas o devoram depois, sem saber o que sucedeu antes...)

Mas, parado ali, minha dor desapareceu. O peru, e não eu, estava em uma situação pior diante de tantas cebolas, mas muitas cebolas mesmo, muitas que nem sei...acho que ela queria matar a família inteira com tantas cebolas. Bem, talvez devesse mesmo utilizar aquelas cebolas contra quem disseminara o mal e a discórdia, contra quem criara ambientes negativos e pesados, contra quem, não pensando no amor e na ternura, promovera a maldade e a separação entre pessoas amáveis!

Não seria melhor enfiar aquelas cebolas todas...? Bem..., afinal, sobre a pia, um peru morto, com o c. cheio de cebolas...para mais tarde, à noite, encher de graça (e grassa) a mesa natalina de famílias solenemente “cristãs”...e o eco, bem o eco...ainda hoje se pode ouvir o eco...

Dizem que naquela rua, diante daquela construção, quando são altas horas da noite, todos os que por ali passam, ouvem sons de gemidos, sons estranhos, resmungos, urros selvagens, sons indecifráveis, que se espalham pelos prédios vizinhos, pelos andares superiores e inferiores, elevadores, ruas, portões, garagens...

E os mais religiosos, sobretudo, os romano-cristãos, afro-cristãos e franco-cristãos, dizem que ouvem tais sons, dizem, ainda, (com um ar de crença medieval) que são os gemidos de almas desencarnadas ali...de almas que buscam seus corpos...e as partes dos seus corpos. Mas, na verdade, não foram somente almas. Foram dois corpos, dois espíritos e duas almas que, uma vez unidas, feitas uma (encima/embaixo) precisavam viver simplesmente, sem medo nem tortura, sem espanto nem perseguições, sem choros nem tristes gemidos e que, impiedosa e tristemente, foram separadas, surradas e lançadas às moscas, às berinjelas e tomates, às preces de cativeiro, aos sofás de psicanálise, ao pó químico, e tudo...

Dizem, ainda, os mais serenos, que durante mil anos o gemido persistirá, pois ali, exatamente ali, rompeu-se o equilíbrio de todo universo e, enquanto ele não for restabelecido, e o leito reinventado para essas almas, espíritos e corpos, não haverá paz na terra. Ali, exatamente ali, aconteceu uma injustiça...uma covardia contra dois seres inocentes, uma violência contra o kosmos. Porque duas almas-espíritos que percorreram os universos, os tempos e as épocas, que saíram e entraram em milhares de casas e corpos, tinham se encontrado, finalmente, em harmonia, em cordialidade, em amor, em poesia e em ternura...duas vidas cansadas do percurso, para as quais foi negado o momento de serenidade e paz...

Sim, o pobre peru foi preparado para a ceia que selaria o sucesso da injustiça! Assim, o peru e as cebolas se tornaram o símbolo dessa iniqüidade, o símbolo das pessoas que não conheceram o amor e a verdade e que, por isso mesmo, resolveram matar o encima/embaixo. Bahh...Odeio perus e cebolas cujo destino seja a introdução... (odeio, também, berinjelas e tomates)

Ah, cara amiga, sabe o que significa o som de um gemido amoroso, poético e sincero? É o som da “creação em movimento”, o som que não termina, o som do “muito bom de bereshit”, o som que se aprofunda e invade...e seu eco acompanha. É o som-perfume...e, esteja eu onde estiver, em São Paulo, Napoli ou New York, não importa, aquele som e aquele cheiro me acompanham...completamente...cheiro e som de estar colado à pessoa amada, vibrando com vida plena, transpirando o justo suor...e olhando aquele rosto avermelhado e úmido, aqueles lábios mordidos...aqueles cabelos molhados pelo suor...e o gemido de amor lançado ao alto, como lobos, convertendo-se em urros...

E, ainda, cara amiga, após a unção, dois seres, amados e amáveis, grudados, dormindo com as bocas coladas uma à outra, prolongando o último beijo, o beijo que não se queria perder...É isso, cara amiga, o beijo prolongado, o beijo misturado, e os sinais do vinho e água trocados de boca a boca, pois não havia tempo nem disposição às taças e copos. Não eram necessários. As taças e copos não eram necessários, pois queríamos o vinho e água, mas com o beijo, o beijo-vinho-água, a água-beijo-vinho, o vinho-água-beijo, a mordida, o cheiro, o encontro...pois assim, dormíamos com as bocas unidas e, quando acordávamos, estávamos, ainda, com as bocas unidas no beijo continuado. Era a sensação de ocupação, de resistência e chegada, e de pressa de vidas que vieram de longe, de outras distâncias, e encontraram sua fonte, sua vida e sua simplicidade.

Era o medo dos lábios se perderem dos lábios, com medo de se perderem dos lábios, com medo de se perderem...e falávamos pouco, o mínimo, para não abandonar o beijo, e comíamos pouco para não deixar o beijo. No mais das vezes, apenas o chocolate de boca a boca, para não perder o beijo. Era, então, beijo-chocolate-beijo-água-beijo-vinho!

E, sabe de uma coisa, minha amiga, eu conheci cada um dos poros daquele corpo, cada fio de cabelo...e para não perder o caminho dos poros, eu banhava aquele corpo, ao chuveiro. E, para não perder aqueles cabelos, eu os penteava diante do espelho e ia, assim, contando os fios, e mergulhando meus olhos em cada poro...

Eu poderia, minha cara, movido por um bobo orgulho ou idiotice qualquer, dizer que ninguém conheceu o amor como eu conheci, mas a maturidade não me permite falar assim. Nesse amor não há comparação, não há orgulho nem superioridade. É um amor de bondade, de serenidade, de salvação, de unção. É isso, amor que unge! Amor de milagre! Amor de reencontro de almas perdidas no universo de tantos corpos...

É que as Forças da Creação, bem no início de tudo, tomou uma alma que se mostrava frágil, em suas mãos, e a partiu em duas, há muito tempo atrás, e lhes deu senso de busca e desenvolvimento. E, depois, num ato de misericórdia e sabedoria, lançou-as em lados diferentes, em terras diferentes, em nações diferentes, em corpos diferentes... e as impregnou de uma vontade, de um fogo incompleto e, lhes disse que assim ficassem infelizes enquanto em movimento, até que, depois de séculos, passando por tantas casas, do Oriente à Europa, da Europa à América, pudessem compreender o reencontro. Elas compreenderiam fazer parte uma da outra, e que a viagem era o fortalecimento e aprendizado. Elas saberiam, finalmente, terem saído das Mãos do Eterno...

Mas, chegariam muito cansadas, meio que enceguecidas, diante do reencontro que lhes parecia, assim, imagens do deserto fumegante, impossibilidade circunstancial e dor profunda. Porém, saberiam pertencer uma à outra. Chegariam tão cansadas, de tantas vidas e casas, de tantas épocas e frustrações que descobririam um sinal de reencontro, descobririam a simplicidade do beijo intenso, a ternura do toque, a poesia do estar-ali-juntos, a música (de verdade...) e que seria tal o reencontro que viveriam de beijos, pela noite, pela manhã, pela tarde, em uma constante permanência...e que descobririam os seus poros, e que iriam ao banheiro juntos, que tomariam banhos juntos e comeriam juntos, e juntos, nada lhes pareceria feio ou desconcertante...

Porém, deveriam ficar atentas e, se atentas, seriam felizes em uma felicidade única...Não deveriam dar ouvidos aos apelos natalinos, não deveriam atender telefones, deveriam desprezar suas mães, pais, amigos e parentes...E, ainda, não deveriam comer perus com cebolas introduzidas.

Mas, elas não foram atentas. Eu comprei o peru; e aquela mulher comprou as cebolas...

Fomos, assim, condenados a ouvir o som do gemido daquelas almas, arrancadas de nós mesmos, perdidas sem saber o caminho de volta ao leito, ao amor, ao beijo continuado, ao vinho, à água, ao suor, ao Cântico dos Cânticos, à poesia, ao rosto vermelho e transpirante, aos olhos fitos...e aos cabelos umedecidos...afinal, os vencedores, os destruidores, os frios e mercenários, comeram o peru e as cebolas.

Cara amiga, as cebolas, sozinhas, são inofensivas, mas, introduzidas em um peru, determinam a regressão, a desgraça de almas, a quebra da cama, o fim do beijo, e duas almas lançadas dos andares superiores ao chão, arrebentadas e aborrecidas. E, eu sei que você gritava ao telefone, acendia uma luz aqui, outra ali, e que enxergava o abutre e o porco, em torno do peru violentado e parecia ver a derrota do amor...

Sabe o que acontece com pessoas assim, que perdem o time? Perdem, também, as almas que são atiradas de volta ao espaço, para o círculo, para o caminho nebuloso. São pessoas que ficam tristes, fingem estarem bem, fingem sorrir, fingem comer...caminham, trôpegas e desalinhadas...

Mas, cara amiga, se elas puderem conhecer Napoli, ah, Napoli...ao menos poderiam ver pessoas sorrindo pelas ruas, velhinhos cantando como se fossem Pavarottis, mulheres reclamando no mercado, crianças correndo e, de repente, em Napoli, renova-se a esperança. Sabe, por que, amiga? Porque em Napoli tem sol o dia inteiro, tem mar em todos os lados, tem vulcão (mas, viramos a bunda ao vulcão) e continuamos dançando tarantella, continuamos bebendo vinho caseiro, e comendo pão caseiro... Em Napoli a alma parece voltar aos corpos, e cria-se uma certeza de que aquela que se perdeu não está tão longe assim, não está tão distante assim, que não possa ser encontrada...Não está tão sumida assim nem tão perdida assim...

Em Napoli não comemos peru, comemos mozzarella di bufala! E a pizza não vem cortada, vem inteira - uma para cada pessoa. Mesmo as cebolas não são problemas, pois sozinhas são simpáticas... Em Napoli, cara amiga, quando alguém torra o saco, gritamos para todos ouvirem: VAFFANCULLO! PAZZO DI MERDA! STRONZO!

Por isso mesmo, acho que a alma que me foi arrancada, em um dia de natal...e que foi lançada ao espaço, esvaziando-me da ternura, do equilíbrio, da poesia...está ali, ali mesmo, parada sobre o Vesúvio...Basta que eu a chame pelo nome e ela me ouvirá e saberá que é minha, e virá comigo docemente cantar e dançar tarantella. E, depois disso, comeremos mozzarella di bufala, e beberemos il vino a tavola, o vinho trazido em jarras (muitas jarras).

Em Napoli se bebe o vinho que vem servido em jarras.

E alegremente, cara amiga, lançarei sobre você o brinde de um coração italiano, as bênçãos de um espírito judaico e o abraço, o forte abraço de um amigo que insiste em viver com alma, que insiste em ser doce e que insiste em ser humano apenas.

Freehold, USA, 24 Sivan, 5768 (27 giugno 2008)

© do autor - Pietro Nardella-Dellova. Mestre em Direito pela USP - Universidade de São Paulo e, Mestre em Ciências da Religião pela PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como Rav na Sinagoga Scuola, Beith Midrash. É Membro da UBE - União Brasileira dos Escritores e Autor dos livros AMO, NO PEITO e ADSUM. É Professor universitário de Direito e Consultor Jurídico.


Mais informações e textos: http://nardelladellova.blogspot.com/

mercoledì 21 gennaio 2009

התקוה A HISTÓRIA do HATIKVÁ, o HINO DE ISRAEL


התקוה
A HISTÓRIA do HATIKVÁ, o HINO DE ISRAEL


כל עוד בלבב פנימה נפש יהודי הומיה ולפאתי מזרח קדימה עין לציון צופיה עוד לא אבדה תקותנו התקוה בת שנות אלפים להיות עם חופשי בארצנו ארץ ציון וירושלים

Um jovem poeta, comovido com a criação, após dois mil anos, do primeiro assentamento judaico em Eretz Israel, escreveu um poema em hebraico. quando um fazendeiro de Rishon Letzion o ouviu, emocionou-se e compôs a melodia. a canção se tornou o hino nacional de israel, "Hatikva" - a esperança.

Suas palavras calam fundo na alma judaica. Falam da esperança imortal do povo judeu ao longo dos anos de exílio, do acalentado sonho de um dia retornar, soberano e independente, à sua terra ancestral.

Hatikva é um hino relativamente curto. Na realidade, é uma única frase composta de duas estrofes. A letra foi tirada do primeiro verso e da rima do poema "Tikvatenu" ("Nossa Esperança"), escrito por Naftali Herz Imber. Este o compôs, com apenas 22 anos, por volta de 1878. A fundação, naquele ano, de Petach Tikva (em hebraico, Portal da Esperança), o primeiro assentamento judaico em Israel, emocionou-o profundamente e, influenciado por um capítulo do profeta Ezequiel, escreveu as palavras que refletem a lembrança, a dor e, principalmente, a esperança de um futuro para o nosso povo.

"Hatikva" fala dos anseios dos judeus de um dia retornar à terra de seus antepassados - Eretz Israel. Expulso de sua Terra no ano 70 da Era Comum pelo exército romano do imperador Tito, que também destruiu o Templo de Jerusalém, o povo judeu jamais deixou de reverenciar e lembrar a terra que D'us prometera a seus ancestrais. Durante os dois mil anos de exílio, o desejo de retornar nunca deixou o coração judaico. Todos os dias, lembramos-nos de Sion nas preces diárias e nos voltamos de corpo e alma para Jerusalém, "o Oriente". Nossas comemorações religiosas são estipuladas de acordo com o calendário e as estações do ano em Israel. Esta é a essência da mensagem da primeira estrofe do "Hatikva", pois "Sion" é o outro nome atribuído a Jerusalém e Israel.

Mesmo durante os longos anos em que Eretz Israel esteve nas mãos de povos estrangeiros e os judeus viveram sob seu domínio, a esperança de independência e o anseio por liberdade jamais feneceram. Este é o tema da segunda estrofe do hino, que canta o desejo do povo judeu, de geração em geração - espalhado pelo mundo ou oprimido na terra de seus ancestrais.

A origem do hino "Hatikva" é tema de debate entre estudiosos. Originalmente foi vinculada à "Sinfonia Boêmia", do compositor checo Bedrich Smetana (1824-1884). Porém, o músico e estudioso da liturgia judaica, Zwi Mayerowitch (1822-1945), afirma que a música foi composta pelo sefaradita Henry Busato, ou Russoto. Ele se teria inspirado na melodia usada em certas sinagogas do rito sefardi, quando se entoa o Salmo 117, durante o Halel.

Mayerowitch afirmou que a música foi publicada em 1857, vinte anos antes que Smetana compusesse a "Sinfonia Boêmia". A composição apareceu na obra "Melodias antigas para a liturgia dos judeus espanhóis e portugueses: Harmonizadas por Emanuel Aguilar".

Durante o 8º Congresso Sionista, em 1907, o hino foi cantado pelos participantes em uma manifestação espontânea, mas precisou enfrentar uma disputa acirrada com outras obras, como por exemplo, "Sham Makom Arozim", que possuía um "fã clube" maior. "Hatikva" foi oficialmente adotado como hino do Movimento Sionista, juntamente com a bandeira azul e branca, apenas durante o 18º Congresso Sionista, em 1933.

Com o passar do tempo, algumas das palavras originais foram alteradas; mas, indubitavelmente, as palavras carregadas de emoção e a melodia suave haviam conquistado o coração das massas judias. Em 1945, "Hatikva", o Canto da Esperança, foi entoado cinco dias após a libertação dos sobreviventes do campo de concentração de Bergen-Belsen, quando celebravam o primeiro Shabat novamente como homens livres.

"Hatikva" foi adotada de forma oficiosa como Hino Nacional em 1948, cantado a plenos pulmões por uma multidão, durante a cerimônia de assinatura da Declaração de Independência do Estado de Israel. Já tinha a letra atual e foi executada pela Orquestra Filarmônica de Israel. A oficialização, no entanto, veio em novembro de 2004, com a confirmação pelo Knesset, o Parlamento israelense.

"Hatikva" é único hino, no mundo, que pode orgulhar-se de ser cantado por um número maior de pessoas, na Diáspora, do que em seu próprio solo. É também o único que, em geral, é entoado por pessoas cujo idioma nativo não é o do hino. Ao cantar "Hatikva", na Diáspora ou em Israel, não estamos apenas entoando uma linda melodia ou cumprindo um dever cívico. Estamos, de fato, renovando a promessa de jamais esquecer o sonho de independência e reafirmando que sempre faremos o impossível para ajudar o Estado de Israel a prosperar e conquistar o seu lugar no palco das nações. Estamos confirmando e reconfirmando, vez após vez, a centralidade de Medinat Israel na vida dos judeus e unindo os dispersos de nosso povo com o Estado de Israel.

Tradução do Hino em Português:

התקוה HATIKVÁ (A Esperança)

Enquanto no fundo do coração Palpitar uma alma judaica, E em direção ao Oriente O olhar voltar-se a Sião, Nossa esperança ainda não estará perdida, Esperança de dois mil anos: De ser um povo livre em nossa terra, A terra de Sião e Jerusalém.

Bibliografia:"The Man Behind Hatikvah " publicado no livro "The Jewish People Almanac" compilado por David C Gross http://www.jewishvirtuallibrary.org / Reproduzido aqui com autorização.

giovedì 1 gennaio 2009

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA CURSO DE JUDAÍSMO

B”H
FICHA DE INSCRIÇÃO
Curso de Judaísmo – Módulo א Alef
Sinasc & Ceadd
Rav Nardella-Dellova


Nome:________________________________________________________________

Estado civil:_________________________Nacionalidade:_______________________
RG:____________________ Profissão:______________________________________ Formação Escolar:_______________________________________________________
Data/Hora de nascimento: ___/___/___, às __hs
Endereço residencial:_____________________________________________________
Nome do Cônjuge:______________________________________________________
Data de nascimento do cônjuge:___/___/___, às ___hs - Tem filhos? ( ) sim ( ) não

Dados da sua Sinagoga ou Comunidade Religiosa:
Religião que professa:____________________________________________________
Nome:________________________________________________________________
Nome do Responsável, Rabino ou Líder: ____________________________________
Endereço: _____________________________________________________________

Empresa em que trabalha:_________________________________________________
Endereço comercial:_____________________________________________________

Telefone: Celular:(___)_______Residencial(___)_______Comercial:(___)_________
E-mail: ________________________________________________________________
Outro canal (blogs, orkut, MSN):__________________________________________

1) Tive conhecimento deste Curso de Judaísmo – Módulo א Alef, e de seu Programa, da Sinasc - Sinagoga Scuola מדרש בית , em Convênio com o Ceadd - Centro de Estudos Avançados Dârosh Dârash דרשׂ דרשׂ, sob responsabilidade pedagógica do Rav Nardella-Dellova רב בן עבדיה da seguinte maneira:

( ) pelo Blog da Sinasc http://sinagogascuola-casadeglispiriti.blogspot.com
( ) apresentado por _____________________________________________________
( ) pelo Blog Café & Direito http://nardelladellova.blogspot.com
( ) por outro meio ______________________________________________________

2) Meu conhecimento de Bíblia, Religião, Filosofia ou outra Ciência Humana é:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________

3) Meu conhecimento da Torá e do Judaísmo resume-se a:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________

4) Meu interesse neste Curso de Judaísmo, Módulo Alef, justifica-se pela razão:
____________________________________________________________________________________________________________________________________________

5) Acerca deste Curso de Judaísmo, Módulo Alef, confirmo que:

( ) Estou ciente de que esta Ficha de Inscrição deverá ser aprovada;
( ) Estou ciente de que, ainda que aprovada, o ingresso depende de vagas;
( ) Estou ciente de que o Curso é quinzenal, com Carga Horária total de 100 horas;
( ) Estou ciente do Custo do presente Curso;
( ) Estou ciente de que a Declaração de Conclusão depende de avaliação final de conteúdo (presencial/à distância) e verificação de presença (se presencial)
( ) Esta Ficha de Inscrição será impressa, assinada e entregue em mãos do Responsável indicado, ou preenchida e encaminhada para o e-mail sinagoga.scuola@libero.it ou professordellova@libero.it

CURSO DE JUDAÍSMO - MÓDULO א ALEF

B”H
Projeto
do
CURSO DE JUDAÍSMO
MÓDULO א ALEF


SINASC
Sinagoga Scuola
&
CEADD
Centro de Estudos Avançados Darosh Darash

sob
Coordenação e Cátedra
de

Pietro Nardella-Dellova, Ms
רב בן עבדיה

Presencial e à Distância

TURMAS
Junho 2009 – Iyar 5769
APRESENTAÇÃO

O desconhecimento das culturas, filosofias, história, atividades sócio-econômicas, religiões, literaturas, direito e outras manifestações humanas, levam, normalmente, a maus juízos, preconceitos. O desconhecimento, ou seja, a ignorância, conduz, invariavelmente, ao erro, isto é, ao desvirtuamento.

Por isso, o tanto que se pode conhecer e se empenhar na busca de informações e, quiçá, de formação, é o tanto que se pode agir melhor, mais acertadamente, com mais justiça e coerência. Ao menos, o conhecimento funciona como um ponto de apoio sobre o qual a ética, com seu senso de justiça e boa-fé, desempenha seu papel de alavanca. Conhecimento e Ética são, por assim dizer, o ponto de apoio e a alavanca do procedimento judaico.

Entre tantas áreas e temas suscetíveis de pesquisa e aprendizado, desponta o Judaísmo, precursor de grandes religiões, como o Cristianismo e o Islamismo, com suas variáveis. E, embora seja, de certa forma, a fonte destas outras duas importantes religiões monoteístas, o Judaísmo é pouco estudado e conhecido fora dos círculos judaicos.

O Judaísmo é o resultado da relação de um Povo que, desde Abraham, o patriarca, resolveu-se por uma ética monoteísta e centrada, principalmente, na Torá. Primeiramente, na Torá oral e, depois, na Torá escrita!

Quase todas as instituições receberam um legado judaico em sua formação e, conhecer o Judaísmo, é conhecer melhor cada uma destas Instituições.

A vida e a história judaicas são de uma intensidade e substância sempre presentes no desenvolver dos últimos quatro milênios e a presença de homens como Abraham, Itzchak, Ya’akov, e de mulheres como Sarah, Rivká, Leah e Rahel[1], bem como dos Nevi’im[2], e do Mélech David e Mélech Sh’lomò[3], foram-no de modo dramático e ressonante, cujos efeitos ainda se fazem sentir até os dias atuais. Judaísmo é de ontem e de hoje!

E hoje, mais do que em qualquer tempo, sobretudo, após a Independência de Israel, em 1948, há um profundo vácuo nas dimensões do conhecimento sobre o Judaísmo. É necessário avançar para além dos círculos judaicos e oferecer, a tantos quantos de bom grado, desejam agregar conhecimento e entendimento.

Entre os fundamentos do Judaísmo, aparece, com grandeza e nobreza, a Torá. Uma obra monumental, legada diretamente pelo Eterno e tão pouco conhecida. Com ela, e nela, aparecem as Mitzvôt (Palavras-Princípio)[4] e as Festividades Judaicas, bem como, a História e a Herança dos Patriarcas.

Conhecer o Judaísmo é avançar para além de um conhecimento religioso. A bem da verdade, o conceito de religião cresce mais entre os gregos e romanos, mas não entre os judeus. Para estes últimos Judaísmo é algo mais complexo, pressupondo, uma vida cotidiana, uma ética diuturna e um constante fazer sobre a terra, no que respeita ao entender-fazendo judaico e ao Guemilut Chassadim ou, simplesmente, Atos de Bondade.

Para os não-judeus que não professam quaisquer religiões, estudar e compreender o universo judaico, sobretudo, a Torá, é avançar e ampliar seu conhecimento cultural e social. Para os não-judeus religiosos, trata-se de um aprofundamento sem paralelos para a compreensão de suas religiões, especialmente, a Cristã e a Islâmica.

Por isso mesmo, a Sinagoga Scuola e o Centro de Estudos Avançados Darosh Darash, ambos, sob responsabilidade do Rav Nardella-Dellova, resolveram oferecer este Curso de Judaísmo, Módulo א Alef. A fim de prestar um relevante serviço de ordem social aos interessados em conhecimento judaico.

Com estima, e em homenagem ao Eterno, ב״ה, apresentamos este trabalho e a pretensão de desenvolvê-lo na companhia de amigos e estudiosos.

CÁTEDRA E COORDENAÇÃO

Este Curso está sob a responsabilidade do Rav Nardella-Dellova, Mestre em Ciências da Religião, Mestre em Direito e Filosofia do Direito, Pós-graduado em Literatura e em Direito, Formado em Direito e em Filosofia. Autor de vários livros, centenas de Artigos, com uma pesquisa ininterrupta em Religião, sobretudo, em Judaísmo, de mais de 30 anos. É de origem judeu-italiana, tendo no Ghetto de Fondi, Itália, o berço judaico de sua família. Atualmente, é o Rav da Sinagoga Scuola, também, originada do Ghetto de Fondi.

Outras informações detalhadas podem ser acessadas no
Blog da Sinagoga Scuola http://sinagogascuola-casadeglispiriti.blogspot.com/.

Outros Professores poderão ser convidados, conforme o caso e necessidade.

OBJETIVOS

O Curso de Judaísmo, Módulo א Alef, oferecerá Estudos sobre o Judaísmo, objetivando uma melhor compreensão da Torá, das Mitzvôt (Mandamentos) e Festas Judaicas e Noções básicas da Liturgia Judaica em modo sinagogal. Apresentará, também, um Estudo da experiência judaica cotidiana, seja no âmbito doméstico, profissional, acadêmico ou religioso.

PROGRAMAÇÃO

I – Introdução ao Estudo da Torá

1.1. Torá e o Mundo Judaico
1.2. As letras hebraicas
1.2.1. letras hebraicas, seu valor e sentido
1.3. Torá no Tanach (Torá, Profetas e Outros Escritos)
1.4. Torá e os Patriarcas
1.5. Torá e as Mitzvôt
1.6. Torá e as Festividades Judaicas

II – Ciclo de Vida judaico

2.1. O cotidiano judaico
2.2. Aplicação da Torá no mundo moderno
2.3. O Calendário Judaico – Rosh Hashaná
2.4. O Calendário Judaico – Pessach
2.4.1. Aspectos do Calendário Judaico
2.5. A vida individual
2.6. A vida familiar
2.6.1. A Educação dos filhos
2.7. A vida sinagogal e a vida social
2.7.1. Responsabilidade Comunitária
2.8. As Bênçãos Judaicas
2.9. Nascimento, Vida e Passamento
2.10. A Crença na Ressurreição

III – Estudos e Prática Judaicos

3.1. As Parashiot
3.1.1. O Estudo Semanal da Torá
3.2. As Mitzvôt
3.2.1. As 613 Mitzvôt
3.2.2. As Mitzvôt aplicáveis na modernidade

IV – As Festividades Judaicas

4.1. O Significado das Festas Judaicas
4.2. As Festas da Torá
4.2.1. Pessach (Páscoa Judaica)
4.2.2. HaMatzôt (Pães Ázimos)
4.2.3. HaÔmer (Contagem do Ômer)
4.2.4. Shavuot (Pentecostes)
4.2.5. Rosh Hashaná (Ano Novo Judaico)
4.2.6. Yom Kipur (Dia do Perdão)
4.3. Outras Festas no Tanach
4.3.1. Chanuká (Dedicação)
4.3.2. Purim (Festa de Ester)
4.4. Uma Festa Especial na Torá
4.4.1. O Shabat (o dia abençoado)

V – Judaísmo, o Mundo e o Oriente Médio

5.1. Israel, uma nação de quatro mil anos
5.2. Israel e a Primeira Diáspora
5.3. Israel e a Segunda Diáspora
5.4. Judeus e a Idade Média
5.4.1. A inquisição
5.4.2. Origem do Antissemitismo
5.5. Judeus e Europa
5.5.1. O Holocausto – Shoah
5.6. 1948, o Ano da Independência
5.7. Israel e Seus Vizinhos
5.7.1. Israel e a questão Palestina

VI – Judaísmo e Outras Religiões: Possibilidade de Diálogo

6.1. Judaísmo e Cristianismo: diálogos
6.1.1. Uma visão judaica do Cristianismo
6.2. Judaísmo e Islamismo: diálogos

VII – Outros Temas Judaicos

7.1. Política e Judaísmo
7.2. Economia e Judaísmo
7.3. Direito e Judaísmo
7.4. Ciência e Judaísmo
7.5. Cabalá, Zôhar, Talmud
7.6. Educação e Judaísmo
7.7. Teshuvá ou O Retorno: O que é isso?


CARGA HORÁRIA

Carga Horária de 100 horas, distribuídas em encontros quinzenais

INSCRIÇÃO, MATRÍCULA e MENSALIDADE

O interessado apresentará sua Ficha de Inscrição que, avaliada, determinará aceitação do mesmo ao Curso. Após a aprovação da Ficha de Inscrição, o interessado deve efetuar a Matrícula no prazo de 24 horas.

No ato da matrícula, o interessado deve apresentar cópias de documentos, cuja lista lhe será apresentada.

O investimento no Curso presencial é de R$ 600,00 (seiscentos reais). O valor pode ser partilhado mensalmente, sem acréscimo ou, pago de uma só vez, com desconto de R$ 100,00, pagando, no ato da Matrícula o valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).

Caso o aluno ingresse no Curso por meio de Convênio entre a Sinagoga Scuola / Centro de Estudos Avançados Darosh Darash e a Comunidade da qual faça parte, o valor do Curso será de R$ 480,00 (quatrocentos reais) divididos em duas vezes. Neste caso o eventual Convênio impõe o mínimo de 25 (vinte) participantes daquela Comunidade.

O Investimento no Curso à Distância é de R$ 360,00 (divididos em duas vezes, com a primeira prestação em maio/2009 e a segunda em setembro/2009.

FORMATAÇÃO

Curso Presencial ou à Distância, com inscrições e matrículas distintas.
As Vagas são limitadas e, no excesso, novas turmas poderão ser organizadas.

AVALIAÇÃO

Durante todo o Curso os alunos serão avaliados, e haverá uma Avaliação Final Escrita e geral. O peso de aprovação é 7,0 (sete) na média geral.

Faz parte da Avaliação o cômputo da presença quando o aluno matricular-se no Curso de formatação presencial. Neste caso, o aluno deve comparecer a, pelo menos, 80% das aulas oferecidas.

CERTIFICAÇÃO

Os alunos que atingirem a média 7,0 e participarem de, pelo menos, 80% das aulas, receberão uma Certificação da SINASC - Sinagoga Scuola em conjunto com o CEADD - Centro de Estudos Avançados Darosh Darash.

No caso do Curso à distância, vale o critério da aprovação pela média 7,0 (sete).

O Certificado será pago à parte, conforme o Aluno escolha o Modelo que lhe interesse. A Declaração de Conclusão deste Curso, nas condições de aprovação, não será cobrada, sendo direito do aluno.

BIBLIOGRAFIA

1. Torá
2. Tanach
3. Sêfer haMitzvôt (os 613 Mandamentos de Maimônides)
4. Sidur Completo

CRONOGRAMA

O Cronograma será apresentado no momento posterior ao da Matrícula, bem como o início das Atividades.
O Curso será iniciado apenas se houver um número mínimo de 20 matriculados, para o caso de Curso presencial e, de 50 matriculados, para o caso de Curso à Distância.

São Paulo, Abril de 2009 – Nissan 5769
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NOTAS
[1] Em vernáculo, Abrahão, Isaque e Jacó. Sara, Rebeca, Leah e Raquel
[2] Profetas
[3] Rei Ravi e Rei Salomão
[4] Mitzvôt têm um caráter de Palavras-Princípio, ou, simplesmente, Mandamentos.
INSCRIÇÃO
Caso haja interesse, preencha sua ficha de inscrição, no link