alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







venerdì 18 dicembre 2009

O Voto da Suiça contra os minaretes islamicos: um ruido no diàlogo


O Voto da Suiça contra os minaretes islamicos: um ruido no diàlogo
por Pietro Nardella-Dellova


No ùltimo dia 29 de novembro, os suiços foram chamados a votar sobre uma questao delicada: permitir ou nao que se construam minaretes islamicos em territòrio suiço. Diga-se de inicio que o sistema suiço de democracia e participaçao popular nas questoes publicas nao encontra paralelo em nenhum outro pais, seja de qualquer continente ou mesmo da Europa de cuja comunidade a mesma suiça decidiu nao participar.


O resultado – contrario à construçao dos minaretes - surpreendeu a Europa e despertou criticas em todos os circulos europeus e àrabes. Nao se levando em conta criticas que vieram do presidente do Iran e do “ditador” libio, nao obstante, outras criticas merecem reflexao, ainda que em breves linhas.


Releve-se que o mundo nao esta acostumado ao sistema suiço e que ele, agora, repercute! Nao, nao hà uma convivencia dificil entre os suiços e os mais de trezentos mil islamicos que vivem ali – ao contràrio – vivem de forma harmoniosa e os islamicos, visitantes e residentes, estao perfeitamente integrados à vida e modus vivendi suiços.


Mas, o povo suiço (nao o governo suiço) expressou um determinado sentimento ou fez aparecer no voto uma determinada percepçao que tem do universo islamico, seja pelo motivo que for. As politicas de imigraçao acentuada que norteiam nos ultimos anos outros paises europeus, sobretudo, os da comunidade europeia permitiram uma chegada, pouco harmoniosa, pois formam-se “guetos” e visivel separaçao entre as populaçoes locais e os imigrantes, gerando um estado continuado de tensao. Os suiços disseram, de forma democratica, o que pensam.


Uma pergunta, entre tantas, faz-se necessaria: o ocidente esta preparado para o diàlogo com os islamicos? O mundo islamico esta preparado para o diàlogo com o ocidente? Porque o que parece, e dai a percepçao suiça e consequente voto contra os minaretes, è que o modus operandi islamico nao prepara para o diàlogo, em bases nao apenas ocidentais, afinal, sao estes os paises que recebem aqueles imigrantes, mas em base de um direito que sirva a todos.


E aqui, outra vez, coloca-se uma questao fundamental: o diàlogo que se espera nao pode ser pautado pela circunstancia religiosa de que è formada a Europa, no caso, crista, nem tampouco, pelo avanço missionàrio islamico, mas, simplesmente, por um sistema de Direito que permita o ponto de encontro e o diàlogo entre pessoas, entre grupos, entre povos e entre Estados.


Hoje, confundem-se em conceitos e categorias pouco inteligentes e propicias, o contexto àrabe, islamico, oriente medio, iraniano etc... Para um passo adiante no encontro entre ocidente e mundo islamico urge, de forma impositiva, a descoberta (ou auto-descoberta) do mundo islamico e, a seguir, do mundo ocidental, com acento europeu, em direçao ao diàlogo que se estabeleça em bases atualizàveis diante de um mundo em transformaçao.
p.s.: o texto acima nao dispoe de acentos em razao da falta dos mesmos em lingua portuguesa no computador utilizado.


Milano, Italia, 18 dezembro 2009


© Pietro Nardella-Dellova. É Professor e Consultor de Direito. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciências da Religião pela PUC/SP. Pós-Graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Mestre na Sinagoga Scuola. Membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. Autor das Obras: AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92) e FIO DE ARIADNE (org./co-aut., 94), A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (98), A CRISE SACRIFICAL DO DIREITO (2001) e, agora, do A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, SP: Ed. Scortecci, 2009, 312 p.. Confira mais no Blog Café & Direito http://nardelladellova.blogspot.com/ e para contactar utilize o e-mail: professordellova@libero.it*

martedì 15 dicembre 2009

RENÉ MAGRITTE

René Magritte, is one of my favorite 20th Century Surrealist painters. I particularly like the paintings produced by Magritte and other artists of the Surrealist movement, because each time one of the paintings are viewed, it is a truly creative and collaborative experience.
Surrealism allows the viewer to bring their own psychology to bear when interpreting the paintings, which as a creative thinker, I appreciate much more than being told what I should or should not see or experience.

Les amants
Les Amants


mercoledì 9 dicembre 2009

RUTH, a moabita, e o ESPÍRITO DE HANUKÁ

RUTH, a moabita, e o ESPÍRITO DE HANUKÁ
por Pietro Nardella-Dellova

clique aqui e leia o texto:

Fondi 13 - FUNN D' 'NA VOT - Fondi di una volta

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Fondi 12 - LA MATUNAT' D' CAP'DANN

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Fondi 11 - JU S'GNURIN' PARZ'NAL

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Fondi 10 - SONNE DOCE

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Fondi 09 - JU R'CUNZ'L'

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Fondi 08 - CLEMENT JìANT APA

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Fondi 07 - FUNN MIJ' - Fondi mio

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Fondi 06 CAMPAGNOLA

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Fondi 05 LA PR'SS'GGIòN - La Processione

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Fondi 04 - JU CAMPANEJJ' D' CARN'VAL'

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Fondi 03 - OI PAPA'

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Fondi 02 LA CANUSCèNZ - La Conoscenza

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Fondi 01- MìTTECE LA 'NZERRIMA

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