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ברוך ה"ה







mercoledì 31 marzo 2010

PESSACH NAPOLITANO OU, UMA HAGADÁ ALTERNATIVA (para o Pessach 5770)


PESSACH NAPOLITANO ou,
UMA HAGADÁ ALTERNATIVA
(para o Pessach 5770)
Pietro Nardella-Dellova

(...)
Porque as Matzôt me fizeram lembrar que um dia paramos de gemer como doentes, e começamos a gritar, desobstruindo nossas gargantas,e começamos a andar na Luz (...) e transformamos todo amargor, brutalidade, opressão e barro, em energia efetiva (...)

ESTE TEXTO COMPLETO ESTÁ NO BLOG DA SINAGOGA SCUOLA: ACESSE!




Chag Pessach Sameach

sabato 13 marzo 2010

YAHRTZEIT do RAV BIAGIO ou, POR QUE ACENDER UMA VELA PARA MEU BABBO


YAHRTZEIT do RAV BIAGIO ou,
POR QUE ACENDER UMA VELA PARA MEU BABBO

Pietro Nardella-Dellova

B"H
Estamos no oitavo dia do Yahrtzeit (ou Iortseit), data da rememoração do falecimento do Rav Biagio, meu babbo, de abençoada memória. Seu desaparecimento (falecimento no modo judaico) deu-se aos 18 de Adar, 5758 do calendário judaico (resp. ao 16 de março, 1998).
Faz doze anos!

É uma praxis judaica o acendimento de uma candela (vela) nestes dias de Yahrtzeit em homenagem à memória de um ente querido.

Rav Biagio foi (e para mim, como judeu, ainda é) um luminar, uma figura emblemática. O meu amigo de todas as horas e de todos os assuntos, judaicos ou não. Tudo o que sei sobre Torá, e sobre humanidade e humanização do mundo, e filhos, e família - e sobre mulheres, e tudo o que sei sobre Direito e seus princípios, tudo o que sei das relações interpessoais, tudo o que sei sobre amar pai e mãe, e sobre o Eterno, e sobre estrelas, e sobre formigas, e sobre mares, e sobre florestas, e sobre a Poesia, tudo enfim, que norteia minha vida, aprendi ao seu lado, de abraço em abraço, de café em café, de sorriso em sorriso!

Meu babbo, meu Rav querido, falava-me de seu babbo Giuseppe e de sua mamma Luigia, e de seu afeto por eles - e quanto mais falava, mais me fazia amá-lo na mesma intensidade. Meu babbo, meu amado Rav Biagio, ensinou o caminho do shalom e da ternura diante do Eterno...
Quando viajava ao seu lado pela madrugada, ainda em idade tenra, ele me fazia olhar as estrelas e dizia-me: "vê estas estrelas? São o brilho da presença do Eterno..." Meu amado babbo e Rav me levou aos estudos jurídicos e me presenteou com ensinamentos que me fizeram gente apenas! Ao seu lado aprendi a optar pelo bem, decidi ser bom e fazer coisas boas! Ao seu lado a vida era uma canção e, por ele, atravessava o oceano por um café! Ficar ao seu lado era um estado de bênção, de graça, de Poesia, de luz, de esclarecimento, de comunhão.

Às vezes, estávamos longe, em lugares distantes, e eu recebia uma cartinha sua. Recebia como uma presente e me demorava para abri-la, pois cada uma das letrinhas do envelope me remetiam a todos os universos. Seu destinatário era sempre “Ao meu amigo e filho...”. Recebia a carta com as duas mãos e ficava acariciando os lados do envelope suavemente em um estado de vivificação! Dentro, quase sempre uma poesia de sua lavra e entre os papéis, uma folhinha qualquer de árvore... Ele me levava a um estado de vida inimaginável!

Ele era dos que beijavam respeitosamente a mão de uma dama. E eu lhe perguntava, então: "babbo, por que beija a mão das mulheres?" E ele me respondia com sua voz maravilhosa: "porque as mulheres são a Bênção do Eterno sobre a terra"... Um dia, quando eu ainda era um menino de quinze anos, ele foi me falando por toda a tarde e noite sobre a mulher, o que era para ele, e de como sua felicidade era completa ao lado de minha mamma. Confessei alguns fogos da minha idade no que respeita às sensações mais naturais e esperei algum corretivo. Ele me abraçou, sorriu, e me disse: “...o Eterno fez tudo isso, e mais alguma coisa...".

E quando ele se sentava comigo debaixo das árvores, vendo passarinhos namorarem, ou a chuva cair, as formigas de um lado para o outro, o vento e a brisa, ou quando víamos o pôr do sol, tínhamos as canequinhas azuis de ferro esmaltado em nossas mãos, com o café, e ele parava e me olhava nos olhos, olhava no profundo dos meus olhos e dizia: "filho, seus olhos são verdes, como você é um rapaz belo..." E ao ouvir aquilo era a voz de D'us para mim, ele era o que mais próximo me dizia algo do Eterno ou que me fazia entender o Eterno!!! Suas palavras não deixavam dúvidas em minha caminhada nem me fragilizavam – suas palavras me faziam forte e determinado! Com a sua voz, que ainda ecoa em minha alma, aprendi a olhar a distância, e a ler entre as linhas, e discernir. Com sua voz e não morri – vivi!

Meu babbo, meu Rav, que felicidade ter nascido dele! E ter vivido ao seu lado, ter viajado em sua companhia, ter aprendido com ele! Que felicidade saber que ele me levantou nos braços, ao nascer, e me abençoou com sua alma! Que felicidade ter me alimentado com o pão que ele ganhou em suor justo e que felicidade ter o seu nome, e o nome de seu babbo, de quem ele falava com ternura e emoção! Que felicidade ter aprendido uma Torá que me mantém à distância de desvarios religiosos!

E quando lhe perguntava algo, porque vivia perguntando algo a ele, sobre tudo e sobre todos, sobre o céu e a terra, sobre tempestades e ventos, sobre amores e vida, e lhe perguntava como saberia se o Eterno havia ou não me abençoado de alguma forma, ele me respondia, invariavelmente: "...filhinho, fique bem e calmo, sereno e sensível, o Eterno já te abençoou desde sempre, dizendo que tudo é bom, tudo é muito bom, aprenda esta lição e viva sua vida com intensidade..."

Pois, agora, relembro o dia de seu desaparecimento, não apenas acendendo minha candela em sua abençoada memória, mas, relembrando tudo o que ele foi, e sempre será para mim. Então, uso as mesmas canequinhas azuis de ferro esmaltado com meus filhos, e lhes conto sobre seu nonno, e sobre seus bisnonni, com afeto e ternura, e mostro as estrelas, as formigas, e olho nos olhos de meus filhos para falar-lhes de sua beleza e ensino a serem calmos, serenos, sensíveis, poéticos e humanos, pois o Eterno lhes abençoou desde sempre, dizendo que tudo é bom, tudo é muito bom!

Um dia terei, também, uma candela em minha memória e, oxalá, seja chamada de abençoada!!!

Nas bênçãos do Eterno

25 de Adar, 5770.(11 de março, 2010)

© Pietro Nardella-Dellova é Escritor e Poeta. Coordena Curso de Direito e leciona Direito Civil e Crítica Literária em graduação e pós-graduação. Mestre em Direito pela USP e Mestre em CRe pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Mestre na Sinagoga Scuola. Membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. Autor dos livros AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92), FIO DE ARIADNE (org/tex), A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (98), A CRISE SACRIFICIAL DO DIREITO (2001) e, agora, do A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS. Outros textos, contato e informações vejam em seu Blog Café & Direito: http://nardelladellova.blogspot.com/ e pelo e-mail professordellova@libero.it

TORÁ E UM POUCO DE KABBALLAH ou, COMO VENCER CONCENTRANDO ENERGIA




TORÁ E UM POUCO DE KABBALLAH ou,
COMO VENCER CONCENTRANDO ENERGIA

por Pietro Nardella-Dellova
da Sinagoga Scuola

Os nossos maiores dissabores estão, normalmente, nas nossas criações cotidianas. Criamos demônios, vampiros, doenças, perturbações, fraquezas, angústias e uma série de debilidades, mais ou menos, reforçadas por superstições, medievalismos e religiosidade agressiva.

Contra tudo isso houve, um dia, a emergência da Torá, ou seja, da Instrução. Os antigos sábios ensinam que o Eterno tinha pressa para presentear o mundo com a Torá, e encontramos na Midrash (conjunto de textos e folclores antigos de caráter judaico) que Ele a ofereceu para setenta povos distintos que, sistematicamente a rejeitaram. Por fim, restavam os filhos de Israel e, não a tivessem aceitado, o mundo retroagiria ao ponto animalesco, às camadas inferiores de seres que rastejam, a hominídeos que não são homens plenamente. Os filhos de Israel a aceitaram e, desde então, a formação judaica se faz, principalmente, pela experiência da Torá! Estudar a Torá é vivê-la!

A Torá é a Instrução, o meio pelo qual, em estudo continuado, descobrem-se os segredos da existência e, em uma marcha constante, o caminho que possa levar o homem à Etz Chaim (árvore da vida). Cada detalhe da existência, cada minuto, cada dia, cada semana, cada mês, cada refeição, cada entrar e sair, enfim, em qualquer setor ou movimento cotidiano eis que a Torá se faz presente de modo determinante na vida judaica! A Torá forma, constitui, estabelece e robustece a existência, levando-a ao status de vida! Um dos aspectos mais importantes da Torá é o preparo e o exercício para o embate, para o dialético, para a tensão e, finalmente, para o desfecho de qualquer situação aparentemente difícil.

E um dos segredos da Torá reside no fato e ensinamento de que nossas fragilidades estão mesmo dentro de cada um de nós e, por isso mesmo, a cada dia ensinamos nossos filhos a olharem para dentro de si mesmos e vencerem seus conflitos.

Outro segredo judaico para a vida é o aproveitamento do tempo. Então, o carpe diem (aproveitar o dia) adquire um sentido vital entre judeus, pois conforme nossas práticas, o viver intensamente é como um princípio imutável e irrevogável. Tudo nos leva ao processo da consciência para concentrar energias onde elas realmente importam. Além disso, sabemos pedir, e sabemos, também, agradecer invariavelmente.

O Rabino Berg lembrou em uma de suas obras, uma determinada pesquisa feita na Universidade da Pensilvânia. O resultado é expressivo! Vamos a ele! Chegou-se à conclusão que, ao utilizar sua energia, sua força diária, seu elemento vital, as pessoas gastam-na da seguinte forma:

40% são gastas com ilusão, fantasia e com o imaginário;
30% são gastas com problemas do passado;
12% são gastas com preocupações alheias, dos outros;
10% são gastas com doenças imaginadas no cotidiano;
08% são gastas efetivamente com coisas que importam.

Obviamente, ao olharmos o resultado acima, o mesmo traz um entendimento que salta aos olhos. Senão vejamos.

Se gastamos 40% das nossas energias com fantasias simplesmente as perderemos sem mérito algum, pois não há como concentrar energia e obter resultados na ilusão. Se gastamos 30% de nossas energias com problemas do passado, fazemos investimento perdido, pois, nada pode mudar o passado. Se dedicamos 12% de nossas energias com preocupações relacionadas aos problemas alheios, também, não obteremos nada, pois cada um deve dedicar-se a resolver seus problemas e, em muitos casos, as pessoas nem querem resolver tais problemas. E, ainda, se gastamos 10% das energias com doenças imaginárias que sequer existem, outra vez perdemos o tempo vital. Resta-nos apenas 8% de energias e será bem difícil que consigamos realizar algo com tão pouca energia.

Digamos que com 100% de nosso combustível consigamos rodar por 500 km. Com 8% dele, rodaremos apenas 40 km. Não surpreende, então, que a maioria das pessoas tenham suas vidas desperdiçadas e não alcançam seus objetivos, posto que não têm energias com as quais avançar adiante. São vidas abandonadas pelo caminho.

Então, o primeiro passo é organizar este combustível e vencer esta perda, esta sangria, este gasto inútil de energia vital. Concentrar e valorizar questões que valham a pena. Há pessoas que perdem sua vida aceitando guerrilhas de esgoto, aceitam o desafio de rastejarem cotidianamente ou convivem com vampiros. Há pessoas que aceitam conviver com pessoas negativas e, não precisa de muito tempo, tornam-se, igualmente, pessoas negativas, sem perspectiva e sem direção. Acabam lhes sobrando aqueles 8% de energia e, ao final de 40 km param e lamentam que outros continuam sem parar nem reclamar.

Energia é o tempo que nos foi dado como presente. Energia é vida e tudo aquilo que transformamos em pão ou em bens. Energia é, também, o dinheiro que ganhamos com nosso trabalho. Energia é cada minuto de existência cotidiana. Por isso mesmo, ao vivermos nossas vidas com objetividade, proatividade e força, podemos rodar os 500 km.

Há determinadas pessoas, em determinadas reuniões, que viajam, falam de todos e de tudo, lamentam, reclamam dos políticos, transformam uma mesa em algo desagradável de tanta maledicência. Há pessoas que perdem seu tempo ao telefone, fixo ou celular, fiscalizando a vida alheia, disseminando mentiras e discórdias, atropelando os princípios mais comuns de cordialidade e etiqueta, de privacidade e intimidade. Há pessoas que gastam seu dinheiro com carne e cerveja para apenas passarem seu dia de tédio o mais rapidamente possível. Há pessoas que visitam outras, mas, antes, passam pela locadora e carregam dezenas de fitas, em cujos filmes projetam suas fantasias e ruminam o passado como se ele fosse importante.

Tudo bem, cada qual vive ou rasteja como quer. O problema é ser levado por esses! Em várias oportunidades quando percebi que em certos encontros o assunto girava em torno de um barril de vinho furado, ou de assuntos vampirescos e sem base, levantei-me e fui à pia lavar pratos, talheres e xícaras. Nada é melhor em uma reunião como essas do que levantar e virar literalmente às costas ao grupo e lavar pratos! Posição privilegiada!

O processo pelo qual as pessoas sugam o tempo e a energia é algo sistemático e continuado. É preciso levantar ramos de alho contra elas e, quem sabe até fazer-lhes o sinal da cruz!!!!

Mas, vencida esta etapa, ou seja, concentrando energias para si mesmo e para sua viagem de 500 km (e não de 40 km!!!) é preciso verticalizar e buscar a Luz do Eterno, dirigir em sua direção seus pedidos e clamores mais profundos. Verticalizar no modus judaico é alinhar-se ao Eterno e às suas Mitzvôt, abençoando seu Nome de forma intensa e precisa, consciente e libertadora! Pois, organizadas as nossas energias, as mesmas entram em comunhão com a Energia do Eterno e formamos um elo de ajuda e, ao mesmo tempo, contribuímos com Ele no mundo ao qual Ele chamou de muito bom, Ele contribui com cada um de nós (nesta situação) dando-nos a força motriz para caminharmos sobre desertos secos e escaldantes!

Mas, este é o ponto vertical! Há ainda a dimensão horizontal, pois nem todos formam uma mesa de horror e vampirismo patológico. Não é em relação a todos que devemos nos levantar e procurar a pia, com pratos, xícaras e talheres. Há muitos que, conscientes, querem também atravessar os 500 km. A esses podemos pedir ajuda e retribuir com ajuda, pois neste caso não será energia desperdiçada no caminho, mas investimento em um tempo futuro. Aqui estou falando de solidariedade e tendo, de forma efetiva, fazer entender que solidariedade depende de duas pessoas que se ajudam de tal forma que nenhuma tira a energia da outra! Ninguém precisa fugir para a pia!

Logo, no plano vertical, bem como, no horizontal, é possível encontrar apoio para a caminhada e para o embate diário, para o processo dialético cotidiano e, sob as Luzes do Eterno e apoio dos “amigos”, converter parte do processo em dialógico!

Mas, vem, ainda, o último segredo judaico. È preciso saber agradecer, tanto ao Eterno, como e, principalmente, àqueles com quem descobrimos solidariedade! O senso de gratidão é a maior das virtudes e mantém, assim, o ciclo de ajuda vertical/horizontal em funcionamento constante. O ato de gratidão, movido pelo senso de gratidão, aproxima ainda mais a Luz maior e as luzes menores, a Luz vertical e as luzes horizontais, a Energia vertical e as energias horizontais.

A gratidão é a cópia da chave de tesouros inimagináveis, entregue nas mãos de uma pessoa expressivamente grata! Agora, experimente viver e certamente você gostará do que vai encontrar no caminho!

Sadle Brook, NJ, 11 janeiro, 2010


© Pietro Nardella-Dellova. É Coordenador de Curso de Direito. Professor de Graduação e Pós-graduação em Direito Civil, Escritor e Consultor de Direito. Mestre em Direito pela USP. Mestre em CRE pela PUC/SP. Pós-Graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Mestre na Sinagoga Scuola. Membro da UBE – União Brasileira dos Escritores. Autor dos livros AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92), FIO DE ARIADNE (org./co-aut. 94), A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (98), A CRISE SACRIFICIAL DO DIREITO (2001) e, agora, do A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, Ed. Scortecci, 2009.

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Koyaanisqatsi part 1/9

Três filmes maravilhosos da Trilogia QATSI
Koyaanisqatsi "vida fora do equilíbrio" (1983), Powaqqatsi "vida em transformação"(1988) Naqoyqatsi "a vida como uma guerra" (2002): dirigidos por Godfrey Reggio. Vejam nesta ordem!
Forte abraço
Prof. Pietro Nardella-Dellova

Koyaanisqatsi part 2/9

Três filmes maravilhosos da Trilogia QATSI
Koyaanisqatsi "vida fora do equilíbrio" (1983), Powaqqatsi "vida em transformação"(1988) Naqoyqatsi "a vida como uma guerra" (2002): dirigidos por Godfrey Reggio. Vejam nesta ordem!
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Koyaanisqatsi part 3/9

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Koyaanisqatsi part 4/9

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Koyaanisqatsi part 5/9

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Koyaanisqatsi part 6/9

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Koyaanisqatsi part 7/9

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Koyaanisqatsi part 8/9

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Koyaanisqatsi 9\9 - Life out of Balance

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 1/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 2/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 3/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 4/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 6/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 7/9

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Powaqqatsi: Vida em Transformação 8/9

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Naqoyqatsi: A Vida como uma Guerra 1/9

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lunedì 8 marzo 2010

IMAGENS E PINTURAS QUE CARREGAM MÚSICA E POESIA PELO MUNDO

di José Ventura
di Guy Mourand

di Francis Day


di Felix Mas

di Di Cavalcanti

di Berth Morisot

di Bereny Robert

di Augustus John

di Artemisia Gentilesche

di Armand Guillaumin

di Andrew Atroschenko

di Andrew Atroschenko

di Andrew Atroschenko

di Andrew Atroschenko

nascita dei violini