alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







venerdì 15 luglio 2011

Babbino Mio, in questo 15 luglio (versione in portoghese)


[...]

Babbino mio, venho caminhando daqueles primeiros passos, meio trôpegos, que você orientou e ajudou a firmar e, acredite, ainda sinto, fortes e delicadas, as suas mãos nas minhas mãos e nos meus ombros e, ainda, estão presentes o calor e o afago da sua face colada à minha.

Ouço o seu riso sonoro, em meio àquelas cócegas barulhentas que fazia na minha barriga com os seus bigodes vermelhos e com o seu naso napoletano. E isto me encanta até hoje, e me leva para o ontem e para o amanhã. Eu vejo, caro babbo, seus olhos verdes num sguardo de bondade, e expressivos (dizendo sempre alguma coisa), lançados sobre mim como se fossem os olhos de D’us (e não são?).
....
Sigo o caminho da simplicidade, amado babbo, preferindo trilhas em vez de ruas asfaltadas. Continuo não gostando do cimento e do concreto que oprimem a terra e fico feliz, muito feliz, ao ver as raízes das árvores arrebentando as calçadas, vencendo o concreto e desfazendo a idiotice generalizada. Odeio copinhos, saquinhos, garfinhos, pratinhos e outras coisas de plástico que sufocam o mundo e me entristeço, facilmente, com os lugares manchados de sangue inocente.

Pietro Nardella-Dellova, trecho do livro A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, 2009

(homenagem ao meu Babbo - 15 luglio)

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