alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







venerdì 27 maggio 2011

שיר של שבת וחיבה (CÂNTICO DE SHABBAT E AFETO)

שיר של שבת
וחיבה

(Cântico de Shabbat e Afeto)

(...)

ש

Vieram ao encontro de Shabbat algumas daquelas crianças, algumas mulheres e alguns dos homens. Não foi possível mais que alguns cânticos, algumas preces e um cuidadoso abraço.

ב

Cuidem-se na alma, no espírito, no corpo e nas relações interpessoais! Cuidem de seus sentimentos, emoções, sensibilidade, inclinações, músicas. Cuidem de seus estudos, criatividade, universalidade... Cuidem de terem bons amigos e amigas, sejam bondosos, digam sempre uma palavra de estímulo, evitem – e não entrem – em “lashon hará” (língua para o mal), procurem viver em paz com seu ex-marido, ex-esposa, ex-patrão e seus familiares. Vivam em harmonia com os participantes de sua Comunidade. Tenha amizade profunda com seus alunos e professores, colegas de trabalho, com seus vizinhos, com seus funcionários domésticos, com os guardas do condomínio, com os guardas da cidade, com as autoridades, com os comerciantes, com seus Rabinos, com sua filha, com seu filho...

ת

Ecco! Alma-espírito-corpo-relações sociais! Não percam tempo com questões menores, assuntos rasteiros, observações infelizes, tratamentos melancólicos, reclamações, vampirismos, “estórias” familiares, “estórias de internet ou facebook”, mau humor, críticas, pensamentos fantasiosos e contabilidade excessiva...

ו

Caminhem, leves e soltos! Avancem, leves e soltos! Vivam, leves e soltos! Estudem, leves e soltos! Trabalhem, leves e soltos! Sejam mãe, pai, filho, filha, irmão, irmã, colegas, sempre, leves e soltos! Sejam ex-mulher, ex-marido, desempregado, empregado – leves e soltos! Sejam discípulos e discípulas, leves e soltos! Comam, bebam, corram, leiam, respirem – leves e soltos! Sejam professores, professoras, alunos, trabalhadores, bancários, advogados, funcionários públicos, liberais, amigos e amigas, LEVES E SOLTOS! A vida passa em um piscar de olhos! Não há tempo para não serem leves e soltos!

ח

E ajudem a quem puderem, mas, não critiquem a ninguém. Cada pessoa, cada mulher, cada homem, cada jovem, cada criança, cada ancião, cada aluno, cada professor, enfim, cada ser humano é um mundo indevassável, desconhecido e impenetrável! Cada um de nós tem suas experiências pessoais, suas frustrações, suas tristezas, seus desesperos e suas indecisões. Tudo isso é absolutamente normal e humano. Devemos ser capazes de “atos de bondade”.

י

Fazendo assim, criarão para vocês brasas vivas, criarão ambientes alegres e festivos, determinarão uma amizade duradoura com seus filhos e darão a eles a impressão, a certeza e a consciência de que compensa ser homem, de que compensa ser mulher, de que compensa ser pessoa, de que compensa viver e ser feliz – LEVES E SOLTOS!

ב

O mais importante, queridos, não é suplantar o deserto, como nossos pais fizeram entre o Egito e Canaã, mas, principalmente, não perder a nossa humanidade, nossa capacidade de fazer o bem, nossa capacidade de honrar, respeitar, de viver em companhia uns dos outros – de simplesmente não desejar o mal ao outro.

ה

O mais importante é viver cultivando o jardim que está dentro de cada um de nós!

(...)

*

© Pietro Nardella-Dellova, “Cântico do Shabbat”, in A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, Ed. Scortecci, 2009, pág 278-279 (disponível na Livraria Cultura)



*





MOHANDAS KARAMCHARD GANDHI


Mohandas Karamchard Gandhi, detto il Mahatma (in sanscrito significa Grande Anima, soprannome datogli dal poeta indiano R. Tagore), è il fondatore della nonviolenza e il padre dell'indipendenza indiana.

Il nome Gandhi in lingua indiana significa 'droghiere': la sua famiglia dovette esercitare per un breve periodo un piccolo commercio di spezie.

Nato il 2 ottobre 1869 a Portbandar in India, dopo aver studiato nelle università di Ahmrdabad e Londra ed essersi laureato in giurisprudenza, esercita brevemente l'avvocatura a Bombay.
Di origini benestanti, nelle ultime generazioni la sua famiglia ricoprì alcune cariche importanti nelle corti del Kathiawar, tanto che il padre Mohandas Kaba Gandhi era stato primo ministro del principe Rajkot. I Gandhi tradizionalmente erano di religione Vaishnava; appartenevano cioè ad una setta Hindù con particolare devozione per Vishnù.

Nel 1893 si reca in Sud Africa con l'incarico di consulente legale per una ditta indiana: vi rimarrà per ventuno anni. Qui si scontra con una realtà terribile, in cui migliaia di immigrati indiani sono vittime della segregazione razziale. L'indignazione per le discriminazioni razziali subite dai suoi connazionali (e da lui stesso) da parte delle autorità britanniche, lo spingono alla lotta politica.

Il Mahatma si batte per il riconoscimento dei diritti dei suoi compatrioti e dal 1906 lancia, a livello di massa, il suo metodo di lotta basato sulla resistenza nonviolenta, denominato anche Satyagraha: una forma di non-collaborazione radicale con il governo britannico, concepita come mezzo di pressione di massa.

Gandhi giunge all'uguaglianza sociale e politica tramite le ribellioni pacifiche e le marce.
Alla fine il governo sudafricano attua importanti riforme a favore dei lavoratori indiani: eliminazione di parte delle vecchie leggi discriminatorie, riconoscimento ai nuovi immigrati della parità dei diritti e validità dei matrimoni religiosi.

Nel 1915 Gandhi torna in India dove circolano già da tempo fermenti di ribellione contro l'arroganza del dominio britannico, in particolare per la nuova legislazione agraria, che prevedeva il sequestro delle terre ai contadini in caso di scarso o mancato raccolto, e per la crisi dell'artigianato.

Diventa il leader del Partito del Congresso, partito che si batte per la liberazione dal colonialismo britannico.

Nel 1919 prende il via la prima grande campagna satyagraha di disobbedienza civile, che prevede il boicottaggio delle merci inglesi e il non-pagamento delle imposte. Il Mahatma subisce un processo ed è arrestato. Viene tenuto in carcere pochi mesi, ma una volta uscito riprende la sua battaglia con altri satyagraha. Nuovamente incarcerato e poi rilasciato, Gandhi partecipa alla Conferenza di Londra sul problema indiano, chiedendo l'indipendenza del suo paese.

Del 1930 è la terza campagna di resistenza. Organizza la marcia del sale: disobbedienza contro la tassa sul sale, la più iniqua perché colpiva soprattutto le classi povere. La campagna si allarga con il boicottaggio dei tessuti provenienti dall'estero. Gli inglesi arrestano Gandhi, sua moglie e altre 50.000 persone. Spesso incarcerato anche negli anni successivi, la "Grande Anima" risponde agli arresti con lunghissimi scioperi della fame (importante è quello che egli intraprende per richiamare l'attenzione sul problema della condizione degli intoccabili, la casta più bassa della società indiana).

All'inizio della Seconda Guerra Mondiale Gandhi decide di non sostenere l'Inghilterra se questa non garantirà all'India l'indipendenza. Il governo britannico reagisce con l'arresto di oltre 60.000 oppositori e dello stesso Mahatma, che è rilasciato dopo due anni.

Il 15 agosto 1947 l'India conquista l'indipendenza. Gandhi vive questo momento con dolore, pregando e digiunando. Il subcontinente indiano è diviso in due stati, India e Pakistan, la cui creazione sancisce la separazione fra indù e musulmani e culmina in una violenta guerra civile che costa, alla fine del 1947, quasi un milione di morti e sei milioni di profughi.

L'atteggiamento moderato di Gandhi sul problema della divisione del paese suscita l'odio di un fanatico indù che lo uccide il 30 gennaio 1948, durante un incontro di preghiera.

martedì 24 maggio 2011

DO CASAMENTO ENTRE HOMOSSEXUAIS ou, DA UNIÃO ENTRE PESSOAS (publicado em 12/2000)




DO CASAMENTO ENTRE HOMOSSEXUAIS
ou, DA UNIÃO ENTRE PESSOAS

publicado em 12/2000, na Z Magazine
por Pietro Nardella-Dellova

Em 2000, passando por São Paulo e proferindo algumas palestras, ouvi os debates pela disputa da PMSP, entre os candidatos Paulo Maluf e Marta Suplicy e fui perguntado pelos meus alunos de Direito Civil sobre a questão da união entre homossexuais. Fiz a palestra e publiquei um pequeno resumo da mesma na Z Magazine e, agora, em face dos desdobramentos do tema (11 anos depois), republico, na íntegra:

“Na última disputa eleitoral à PMSP, um dos candidatos, com falácias e blefes (que lhe são peculiares) tentou, em vão, “desmoralizar” a outra candidata, desvirtuando as informações acerca de um Projeto de Lei que a mesma apresentou aos seus pares congressistas, para regularização jurídica da união entre homossexuais.

Primeiramente, é bom que se esclareça que este assunto, no que respeita aos seus aspectos jurídicos, não é da alçada municipal, mas federal. Daí, um despropósito discuti-lo numa campanha municipal, ainda que seja de São Paulo. Afinal, os problemas municipais são outros. Em segundo lugar, a maneira como o candidato falacioso colocou a questão leva a uma conclusão, no mínimo ridícula, isto é, que seja preciso “lei” para que pessoas optem pelas suas relações sexuais.

Isto é uma estupidez, pois o homossexualismo, enquanto fato na vida de muitos, não precisa de quaisquer leis que o aprove (e não discutirei aqui se o homossexualismo é proveniente de opção, doença, possessão demoníaca, desvio de conduta, traumas psicológicos, guerras familiares,violência, estupro etc). É unicamente um fato – e isto não se discute!

O que se discute (ou o que se deveria discutir) é se este fato deve ser “fato jurídico”, isto é, repercutir no mundo jurídico, criando direitos e obrigações. Para tanto, é necessário, antes de tudo, dar à expressão “casamento entre homossexuais” o sentido jurídico que se exige. A palavra “casamento”, nos dias de hoje, é uma palavra juridicamente equivocada e nos remete diretamente ao Código Civil. A palavra “homossexuais”, por sua vez, traz uma carga preconceituosa e negativa, porque estampa a idéia “fixa” de sexo. Talvez fosse melhor colocar o problema como “união entre pessoas”, fora (e para além) do casamento, da união estável ou da sociedade mercantil.

Em outras palavras, o casamento civil deve ser mantido, a união estável deve ser mantida e as sociedades mercantis devem ser mantidas, como situações já disciplinadas pela lei. Existem outras relações entre pessoas, entre as quais, as relações homossexuais que, quando se tornam relações de sociedade vinculada (ou, afectio societatis), criando direitos e obrigações, devem ser disciplinadas pela lei ou decididas pelo Judiciário (neste caso à luz do Artigo 4° da LICC: quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais do direito). Mas, o amor, a afeição, a amizade não se regulam em lei!

O papel dos operadores do direito e do jurista (respectivamente, advogado, juiz, promotor e professor de direito) não é o de verificar se alguma situação é moral ou imoral, religiosa ou irreligiosa, mas, simplesmente, se é justa!

Diante de cada caso, de cada problema, de cada situação, o jurista deve perguntar: ISTO É JUSTO?

Neste caso, o problema da união entre pessoas (do mesmo sexo, amigas, companheiros, com sexo ou sem sexo) é um problema jurídico quanto cria direitos e obrigações (adoção, doação, sucessão, pensão previdenciária, alimentos, usufruto, partilha de bens, títulos de usucapião etc). Ou seja, quando se torna um fato jurídico e merece, por isso mesmo, uma solução jurídica, advinda da lei ou da justa decisão judicial.

Assim, percebe-se logo que, como na disputa eleitoral para SP, o assunto é mal colocado e mal focalizado, simplesmente porque aqueles que discutem na esfera do legislativo parecem ter os olhos, o coração e a vida inteira, fixados e projetados nas bancas de filmes pornográficos e, infelizmente, não nos áridos bancos das Escolas de Direito.”

Em breve, postarei um novo texto à partir da análise da decisão do STF em relação à homoafetividade e seus desdobramentos jurídicos

Dezembro de 2000

© Pietro Nardella-Dellova, Professor de Direito e Literatura, autor de várias obras, entre as quais, A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, 2009, Livraria Cultura. (conheça outros textos no Blog Caffè Poesia Diritto)


*

domenica 22 maggio 2011

LA MINORANZA ORGANIZZATA, Gaetano Mosca, 1896


LA MINORANZA ORGANIZZATA...
Gaetano Mosca, 1896

Cos’è l’organizzazione? È ciò che permette alla minoranza di erigersi sulla maggioranza disorganizzata; la minoranza è organizzata in quanto è possibile darsi un'organizzazione solo tra pochi, non tra molti. È necessaria una formula politica per giustificare l’esistenza di una determinata classe politica, in caso contrario nessuno accetterebbe di farsi governare. Il venir meno dell’accettazione della formula politica è causa di mobilità: si instaurerà una nuova classe politica giustificata da una più attuale ed accettabile formula politica. È vero, come ci ha insegnato Karl Marx, dice Mosca, che la storia dell’umanità è una storia di lotta, ma non si tratta di lotta economica, bensì di lotta politica. È lotta tra una minoranza che vuole continuare ad essere classe politica e un’altra minoranza che aspira a diventarlo. La formula politica può essere ricondotta al concetto di principio di sovranità; viene escogitata artificialmente, ad arte, per esercitare il potere.
...
Nel fatto è fatale la prevalenza di una minoranza organizzata, che obbedisce ad un unico impulso, sulla maggioranza disorganizzata. La forza di qualsiasi minoranza è irresistibile di fronte ad ogni individuo della maggioranza, il quale si trova da solo.

Gaetano Mosca, ELEMENTI DI SCIENZA POLITICA,
1896, revista nel 1923


*

venerdì 20 maggio 2011

C'era una volta il West, Monaco: Ennio Morricone, IL GRANDE!!!

TAVOLINO DI CAFFÈ, AMORE E SHABBAT NEL MARCIAPIEDE


TAVOLINO



DI


CAFFÈ, AMORE E SHABBAT



NEL



MARCIAPIEDE


Io non voglio la guerra,
Volevo

davvero

un

caffè
un caffè macchiato
sul tavolinetto in marciapiede
con i miei amici,
con il mio amore sulle mie gambe.

Io non voglio una mappa logistica
di bombardamento
voleva solo un libro di poesie

Volevo un piccolo libro, non delle armi,
Volevo andare in spiaggia,
non morire senza aria in trincea!

Non voglio uniformi di guerra,
Volevo davvero andare senza vestiti
nel soggiorno con la donna che amo
mangiando popcorn ...

Non voglio
portare le bandiere in mano,
Vorrei anche buttare panni sull'erba
e urlare così tanto amore per la donna che amo,
immergendo

nel

suo

corpo

il

mio

corpo

Io non voglio le donne morendo per le strade
insanguinate di tutto il sangue che scorre.
(è troppo sangue scorrendo nel mondo)

Le donne vogliono vivere la loro vita piena
In amore e gioia, con la risata di godere ...
con voli dell'aquila.
Anch’io voglio volare come l'aquila...

Non voglio i bambini piangenti nei vicoli
Senza loro babbino e senza mamma
Senza speranza e senza spazio
Senza nessun fratello nel cortile di casa

Vorrei i bambini giocando
...e volando...
Nel mondo che è fatto

per

loro

con

la

bellezza

e

il

colore
Del Giardino della Vita ...

Ah, anime che popolano l'infinito,
Io voglio, voglio adesso,
Io voglio un caffè,
Il Popcorn,
Il cioccolato,
Gli Amici,
La donna amata,
La spiaggia,
La poesia fatta di intensa vita
E la vita per sempre
sul




tavolino




nel




marciapiede.

*

Pietro Nardella Dellova, in Lettere di Viaggio, 2011












*






O EXAME DA OAB e sua IMPORTÂNCIA SOCIAL



O EXAME DA OAB e sua IMPORTÂNCIA SOCIAL
Pietro Nardella-Dellova

Nos últimos anos é comum encontrar o “Exame da OAB” nas manchetes de jornais, debates forenses e conversas de churrascos de formatura. Entre os matriculados é quase um estado de “horror” falar em Exame da OAB. Mas, nos últimos dois anos, tem-se falado mais intensamente em acabar com o Exame.

Houve até quem ajuizasse ação contra o Exame, felizmente, julgada improcedente!
Penso que, como qualquer profissão, a Advocacia deve receber em seus quadros, profissionais competentes tecnicamente e com formação humanista. No primeiro caso, para possa entender, compreender e interpretar o sistema jurídico que aí está. No segundo, para atuar com pessoas, grupos e seus conflitos cotidianos. Um profissinal que não tenha conhecimento técnico nem formação humanista não serve para ingressar nos quadros da OAB. Aliás, nem para ser despachante, analista de Tribunal ou Estagiário.

Tornou-se comum acusar a OAB e seu Exame (lógico que tudo pode ser aperfeiçoado e o Exame da OAB não foge à regra), mas os problemas não estariam em outra seara, em outros pontos? Alguém poderá dizer que outrora, no Brasil, os Exames não eram tão difíceis. Eu diria: - não eram ou os candidatos estavam melhor preparados?

Há um dado novo – e bem importante – nos últimos dez ou quinze anos, o MEC permitiu a abertura de mais de mil Cursos de Direito. Antes havia alguns!

Nada contra os mais de mil Cursos. Acho até, pelo que conheço do Brasil, que há mesmo necessidade destes Cursos (diria, vagas) e ainda muito mais. O problema está na qualidade dos Cursos. Eles têm qualidade ou estrutura adequada para formação jurídica?

É simples. Têm um Projeto? Têm biblioteca digna? Têm um Colegiado, envolvendo Professores, Alunos e outros? Têm um Corpo Docente envolvido com o Projeto? Têm um Núcleo de Professores (NDE) capaz de, autonomamente, administrar o Projeto, modificá-lo, atualizá-lo e de atuar sobre o Corpo Docente em chave interdisciplinar? Têm Convênios? Têm um Núcleo “digno” de Prática jurídica, onde o estudante possa desenvolver ou exercitar o direito e, em primeira mão, a Advocacia? Têm Atividades complementares capazes de costurar os vários aspectos do Projeto, dando-lhe sentido? Têm Encontros com profissionais da área, capazes de iluminar o aluno e indicar-lhe a direção de novos estudos?

Enfim, um Curso de Direito é isto e sua capacidade de organicidade.

Ainda, por tristeza, a maioria dos Cursos é meio que “frankenstein” (um pedacinho aqui, outro ali)! Muitos sequer têm bibliotecas, núcleos docentes, discentes, atividades, convênios e eventos dignos de um nível superior.

Por fim, os estudantes, não obstantes começarem bem animados, como sói acontecer, seja em um circo, balada ou Curso, vão perdendo a direção e a inspiração pelo Estudo e Formação e se tornam, rapidamente, como sói acontecer em circos, baladas e nos Cursos, apenas ingressantes (ou, portadores de um ingresso, como sói acontecer em circos e baladas e, mais recentemente, em “churras” – no caso dos Cursos, o nome do ingresso é matrícula). Mas, mesmo assim, concluem o Curso, por uma razão ou outra. Seria melhor dizer: “concluem o tempo do curso”, mas, não o Curso, pois não estão suficientemente formados, técnica e humanamente, para o exercício de quaisquer das profissões jurídicas. Os estudantes (assim chamados no início) que se tornam, matriculados (assim chamados ao final), vão apenas passando o tempo, entre apostilas e sinopses, entre encontros do “churras” e eventos “musicais” (digo, sertanejo universitário).

Então, pergunta-se: “Por que acabar com o Exame da OAB”? Por que despejar na OAB o contingente que não pode mais continuar nas Faculdades (digo, Cursos)? Por que escolher a OAB para responder ou assumir a culpa de uma situação catastrófica no Ensino do Direito (digo, no Comércio do Ensino do Direito)?

Eu diria que, como em outros tempos e situações, inclusive, políticas, a OAB presta, sim, um grande serviço para a sociedade, mantendo seu Exame. É, digamos, um Exame de proteção da sociedade contra um grupo de mal preparados (e ausentes) estudantes (melhor seria sempre a expressão “matriculados”).

Imagine, entregar a liberdade de alguém, o patrimônio de alguém, as relações familiares e o destino de crianças e adolescentes, a empresa de alguém, os direitos sociais, incluindo os previdenciários, enfim, a vida jurídica de alguém, nas mãos de frequentadores de “churras”, mal leitores de apostilas e sinopses, ausentes em bibliotecas inexistentes, matriculados que mal sabem ler um Artigo, muito menos interpretá-lo e que, na maioria das vezes (e provas) não sabem nem o que significa uma conduta ética. E, sendo assim, como podem eles, os maiores interessados, exigir que os donos de suas Faculdades (Cursos) executem, com honestidade, um Projeto Pedagógico de Curso?

Então, o melhor é que a OAB mantenha o seu Exame (mais do que filtro, é a concretização em favor da sociedade brasileira, do princípio “não prejudicar outrem”) e nem pense em se dobrar diante das pressões.

O Exame da OAB só é temível a meros matriculados que apresentam, apenas, “declaração de matrícula e cópias reprografadas de apostilas e cadernos de outrem”. Para Estudantes de Direito, não é nada – apenas um momento honroso de concluir uma etapa de estudos!

(c) Pietro Nardella-Dellova, é Professor de Direito, Consultor Jurídico e Acadêmico, Mestre em Direito pela USP e Mestre em Antropologia Religiosa pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Autor de vários livros, entre os quais, A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, 2009 (Livraria Cultura)

*
*

LA POESIA CONQUISTA BEATRICE - Frammenti di Neruda

DELLA POESIA, Benigni

CHE COS'È LA POESIA?

Attilio Bertolucci e Alessandro Baricco conversano sull'amore in poesia da Saffo a D'Annunzio, passando per Catullo, Petrarca, Dante, Leopardi...

lunedì 16 maggio 2011

STORIA: LA RESISTENZA ITALIANA

La Resistenza italiana

La Resistenza italiana si inquadrò nel più vasto movimento di opposizione al nazifascismo sviluppatosi in tutta Europa, ma ebbe connotazioni particolari.

Nei Paesi sconfitti militarmente e occupati dai nazifascisti (es. Francia, Belgio, Danimarca, Olanda, Norvegia, Grecia, Jugoslavia, Albania) la Resistenza costituì una seconda fase della guerra che li aveva coinvolti.

L'Italia al contrario, sotto la guida dittatoriale del Fascismo era rimasta sino all'8 settembre 1943 alleata del Reich nazista di Hitler, e come tale aveva partecipato alla guerra di aggressione ed era stata a sua volta potenza occupante.

Qui la Resistenza sorse quando – caduto il Regime Fascista il 25 luglio 1943 e firmato l'armistizio con gli Alleati, reso pubblico l'8 settembre dello stesso anno – le forze politiche antifasciste, che si erano riorganizzate, chiamarono il popolo a raccolta per cacciare i fascisti e i tedeschi.

Questi ultimi avevano occupato in pochi giorni il Paese, disarmando e catturando in Italia e all’estero deportandoli poi nei lager, 700 mila soldati italiani, lasciati senza ordini e direttive dal Re Vittorio Emanuele III, dal governo diretto dal Maresciallo Badoglio e dallo Stato Maggiore.
Non si trattò, per l'Italia, di continuare una guerra perduta, bensì di cominciarne una nuova, una guerra di Liberazione sia dall’occupante tedesco che dai fascisti repubblichini.

Costituirono il movimento di Resistenza forze eterogenee, diverse tra loro per orientamento politico e impostazione ideologica, ma unite nel comune obiettivo di cacciare il nazifascismo e di conquistare la libertà. Attorno ad esse si riunirono persone diverse per età, censo, sesso, religione, tra le quali erano personalità di spicco dell'antifascismo – che avevano avversato e combattuto il Fascismo durante il ventennio, spesso pagando con galera, esilio, confino. Taluni partecipando alla guerra antifascista in Spagna (1936-1939).

Accanto a loro i militari che durante la guerra avevano conosciuto dal vivo la rovinosa demagogia del Regime, giovani e giovanissimi che rifiutavano l'arruolamento nelle file del nuovo Fascismo repubblicano e che, di fronte alla durezza dell'occupazione tedesca, sceglievano la via dell'opposizione e della lotta. Il movimento fu fortemente unitario, pur mantenendo ogni forza partecipante la propria specificità e la propria visione politica. Talune contrapposizioni iniziali finirono per essere superate e accantonate nel corso della guerra, per dare spazio, sul piano politico e su quello militare, a larghe intese che consentirono di definire i comuni obiettivi e di sviluppare un coordinamento sempre più puntuale, efficace e incisivo.

I maggiori partiti antifascisti organizzati – Partito Comunista, Partito Socialista, Democrazia Cristiana, Partito d'Azione, Partito Democratico del lavoro, Partito Liberale – costituirono il CLN (Comitato di Liberazione Nazionale) cui venne attribuita la direzione politica della lotta e nel seno del quale i comitati militari assunsero la responsabilità dell'organizzazione delle forze che andavano raccogliendosi in città e in montagna. Si trattò naturalmente, di uno sviluppo complesso e difficile, sovente frammentario; la spontaneità di molte iniziative, le condizioni di clandestinità e segretezza in cui si doveva operare, le difficoltà di collegamento, l'aleatorietà dei contatti, la scarsità di mezzi, i duri colpi inferti dai nazifascisti, tutto ciò mise a dura prova l'obiettivo delle forze patriottiche. I nazifascisti sin dall'inizio scardinarono centri politici e operativi, catturando e torturando membri e responsabili del movimento, e con estesi rastrellamenti attaccarono in montagna i primi nuclei armati e le prime bande partigiane.

Ciò malgrado, il movimento di Resistenza si consolidò e si estese, si radicò gradualmente sul territorio, trovò consenso e sostegno in gran parte della popolazione, resse alla prova dei tanti arresti, delle torture, delle deportazioni nei Lager nazisti, delle fucilazioni, delle rappresaglie sui civili.

Regione per regione, zona per zona, la presenza delle formazioni partigiane nelle vallate e sulle montagne si fece sempre più massiccia e dalle bande iniziali si passò a ben organizzate brigate (le "Garibaldi", le "Giustizia e Libertà", le "Matteotti", le "Mazzini", le "Autonome", etc.) mentre nelle città prendevano vita le SAP (Squadre di Azione Patriottica) e i GAP (Gruppi di Azione Patriottica), dediti a operazioni di reclutamento di sabotaggio, ad azioni di guerriglia urbana, ad attività propagandistica e di reclutamento, sostenuti da movimenti di grande impegno quali i Gruppi di Difesa della Donna (GDD) e il Fronte della Gioventù (FdG). Già nei primi giorni dell'occupazione tedesca seguita all'8 settembre 1943, data dell'armistizio tra Italia e potenze alleate, si erano verificati scontri: reparti militari avevano reagito al tentativo di disarmo da parte dei tedeschi. Anche se si trattò di azioni sporadiche, di limitata rilevanza e votate all'insuccesso vista la sproporzione di forze e d'armamento (la più significativa tra di esse avvenne a Roma a Porta San Paolo, ove reparti militari italiani e civili antifascisti si unirono per contrastare combattendo le forze tedesche d'occupazione) esse furono significative d'uno stato d'animo e di una volontà che andavano estendendosi tra la popolazione, accentuandosi man mano che l'esercito tedesco, pressato dall'avanzata anglo-americana nel Sud e Centro Italia, andava ripiegando verso Nord.

Le Quattro Giornate di Napoli (27-30 settembre 1943) videro una spontanea rivolta di popolo che con sacrifici ed eroismo ebbe la meglio sulle truppe tedesche e liberò la città prima dell'arrivo delle forze "Alleate". Ma fu in tutto il territorio del Centro-Nord, occupato dai tedeschi, che il movimento di Resistenza si dispiegò, vanamente contrastato con determinazione e ferocia, da nazisti e fascisti. Furono mesi di passione e anche di terrore.

I nazifascisti si opposero alla Resistenza, che li minacciava con azioni di guerriglia e sabotaggi, scatenando brutalità disumane che colpirono le forze della libertà e le popolazioni civili: rappresaglie ed eccidi si moltiplicarono, vennero compiute vere e proprie stragi, come a Boves in provincia di Cuneo, alle Fosse Ardeatine a Roma, a Sant'Anna di Stazzema in Versilia, a Marzabotto sull'Appennino emiliano, alla Benedicta sull'Appennino ligure-piemontese, a Bergiola e Vinca del Carrarese (ma non sono che pochi esempi tra le molte decine). Le SS (Schutz Staffen, formazioni paramilitari naziste che al termine del conflitto, al processo di Norimberga, sarebbero state definite organizzazione criminale) si distinsero per crudeltà, vuoi nell'opera di repressione antipartigiana, vuoi nella cattura e deportazione di civili e segnatamente di ebrei avviati ai Lager.

In tutte le maggiori città italiane le SS organizzarono luoghi di tortura. Esse vennero coadiuvate con non minore crudeltà delle forze fasciste della Repubblica Sociale Italiana, particolarmente dalle "Brigate Nere" e dalla “X Mas”.

Superando prove durissime e benché colpito da perdite dolorose, il movimento di Resistenza si sviluppò ulteriormente. Al Comitato di Liberazione Nazionale Alta Italia (CLNAI), che operava nelle regioni occupate dai tedeschi e aveva sede in Milano, vennero attribuiti i poteri di "Governo straordinario": esso fu quindi riconosciuto quale governo di diritto dell'Italia settentrionale in quanto mandatario del governo nazionale di Roma. Le varie formazioni militari partigiane vennero coordinate nel "Corpo Volontari della Libertà" e, nelle diverse regioni e zone operative, vennero istituiti comandi militari regionali, a stretto contatto con i CLN regionali e comandi zona in area di operazioni. Vaste zone vennero sottratte nella primavera-estate del 1944 all'occupazione tedesca e fascista e sorsero "Zone Libere" quali l'Ossola, Montefiorino, le Langhe, la Val Trebbia, la Carnia, Pigna, nelle quali agirono governi democratici provvisori; ma esse non poterono reggere a lungo, poiché nei loro confronti i tedeschi scatenarono offensive pesantissime costringendo i partigiani ad abbandonare paesi e vallate per ripiegare sulle montagne.

Qui vennero ancora attaccati- specie nell'estate e nell'inverno del 1944, quando l'avanzata alleata si arrestò all'Appennino tosco-emiliano - ma senza averne ragione: già nei primi mesi del 1945 le formazioni partigiane tornarono alla piena efficienza e, ormai bene armate anche grazie ai "lanci" di armi effettuati via aerea dagli alleati, e propiziati dalla presenza nelle diverse zone di "missioni" alleate, furono in grado di riprendere l'offensiva che nell'aprile 1945 andò sempre più intensificandosi e che, fondendosi con il piano insurrezionale predisposto dal CLN, consentì di liberare le maggiori città del Nord prima ancora dell'arrivo della V Armata statunitense e dell'VIII Armata britannica.

Fonte: ANPI.IT http://www.anpi.it/

*

domenica 15 maggio 2011

RESISTENZA E GIUSTIZIA: GIUSTIZIA ITALIANA, EUROPEA e DEL MONDO


(...) "DOBBIAMO SCENDERE IN CAMPO PER AFFERMARE CHE LA GIUSTIZIA, QUELLA VERA, NON APPARTIENE NÈ ALLA DESTRA NÈ ALLA SINISTRA, TANTOMENO ALLA CHIESA, ED È UN VALORE IMPRESCINDIBILE PER IL FUTURO DEL NOSTRO PAESE E DEL MONDO INTERO. LA CORRUZIONE GIUDIZIARIA MINACCIA IL PRESTIGIO DELLA MAGISTRATURA E LA CREDIBILITÀ DELLE ISTITUZIONI" (...)

*

in Portoghese:

(devemos ir a campo para afirmar que a Justiça, a Justiça verdadeira, não pertence nem à direita nem á esquerda e, muito menos, à Igreja (católica ou protestante). Mas, que é um valor imprescindível para o futuro do nosso país e do mundo inteiro. A corrupção judiciária prejudica a honra da Magistratura e a credibilidade das Instituições)

*

Il messaggio del 1º ExpoForum Europeo su abusi e malagiustizia


LINKS per conoscere la resistenza:

DIBATTITO PUBBLICO

http://dibattitopubbl.ucoz.com/news/2009-09-18-5

LA VOCE DI ROBIN HOOD

http://www.lavocedirobinhood.it/

ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA DEMOCRACIA

http://www.ajd.org.br/multimidia_videos.php

ASSESSORIA JURÍDICA POPULAR

http://assessoriajuridicapopular.blogspot.com/

BLOG CAFFÈ POESIA DIRITTO

http://nardelladellova.blogspot.com/

*

e-mail: movimentogiustizia@yahoo.it


*

Abbracci

Pietro Nardella-Dellova


*

giovedì 12 maggio 2011

האישה היא הברכה של אלוהים


(...)

האישה היא ההתחלה של כל הבריאה ואת ראויה לאהבה
התורה היא היסוד הנשי בחיים

למדתי שלמה

"האישה היא הברכה של אלוהים"

(...)

Pietro Nardella-Dellova,


in L'Chayim: Torà Per Tutti,


L&S, 2010, pág 56

mercoledì 11 maggio 2011

YOVEL (יובל): LA LIBERTÀ DEGLI UOMINI, DEGLI ANIMALI E DEGLI ELEMENTI DELLA NATURA


YOVEL (יובל):

LA LIBERTÀ DEGLI UOMINI,

DEGLI ANIMALI

E

DEGLI ELEMENTI

DELLA

NATURA

Pietro Nardella-Dellova



י
Amo la libertà,
La libertà di tutti gli uomini e delle donne,
La libertà dei neri, bianchi e gialli,
...ed orientali, europei, americani,

arabi, israeliani, africani, indigeni,
ma, in modo particolare,
amo la libertà di tutti quegli

che pensano il mondo senza frontiera...
Amo la libertà dei credenti,

degli ebrei, musulmani e cristiani,
e specialmente la libertà di chi non crede al di là
...della terra, cielo, aria, fuoco ed amore...
Amo la libertà dei figli di

Shem,

Iafè

e

Can!

ו
Amo la libertà!
La libertà dei venti, dei mari, fiumi, foresti,
La libertà dell’aria, della terra,

dell’acqua e del fuoco...
Amo la libertá ed il canto degli uccelli
...e la libertà degli animali – liberi!

ב
Perchè la libertà

non è una parola per qualcuno,
ma per tutti!
Non è una parola per che è ricco,

ma per tutti!
Ed anche non è una parola

solo per gli uomini o le donne,
...ma, per gli elementi e loro forza della natura...
Libertà è il linguaggio

del bene,

della bontà

e

della luce
E la ragione di tutti quanti abitano la terra

e

l’universo

ל
Mentre c'è un uomo in ingiustizia,
impedito, indebolito

dal forte oppressore,
Mentre una donna è oppressa
e bambini privati

della

vita,
Eppure
mentre ci sono uccelli in gabbia
e pesci in acquario,
e gli animali nei prigioni zoologici ...
e insaziabile violenza

di

quest'uomo

contro gli animali,
non c'è libertà,
né pace,
pertanto, l'oppressione crea uno squilibrio di forze,
un cambio dell'energia,
e tutto diventa incasinato in fumo ....
La libertà

è una energia - per tutti, per tutto!
- L'energia luminosa -
Ma, la non libertà è anche una energia,
una energia distruttiva
per inghiottire

gli uomini,

il mondo

e

l'universo
in un pozzo

senza

f

i

n

e

....


*

© Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2011



*





ANIMAL LIBERATION FRONT:





Animal Liberation Front
Diritti degli animali Glossario dei termini di stampa, la versione di stampa più grandi


abolizione. Eliminazione totale, contro la riforma, di una qualche forma di oppressione, di schiavitù, o abuso ( HumaneMyth.org ).
...difesa degli animali. Promozione degli interessi degli animali, in genere. Include il lavoro per i diritti degli animali e benessere degli animali.

Animal Enterprise Terrorism Act (AETA). federale legge corsia preferenziale attraverso il Congresso nel 2006 che limita fortemente la libertà di parola e di riunione e di etichette come terrorismo ogni atto che così tanto come "interferisce" con le imprese che si occupano di lucro o da uso animale o animale prodotti.

Animal Liberation Front (ALF). Nome usato da persone che autonomamente svolgono azioni dirette in favore degli animali, come il salvataggio dissimulata di animali provenienti da laboratori di ricerca. distruzione di beni destinati a prevenire o impedire il danno futuro per gli animali o per indebolire economicamente le industrie che sfruttano animali è spesso coinvolto. Non c'è appartenenza, di leadership, e nessuna struttura per l'ALF (vedi Credo ALF e linee guida ).

diritti degli animali. riferisce alla posizione che gli interessi degli animali non umani, compreso il loro interesse a non subire, deve ricevere la stessa considerazione gli interessi degli esseri umani e non umani che gli animali hanno dei diritti e valore intrinseco indipendente della loro utilità per l'uomo.

benessere degli animali. riferisce al benessere e il trattamento degli animali. Gli oggetti posizione del benessere degli animali a ciò che considera inutili sofferenze e cerca di migliorare il trattamento degli animali, ma non oggetto da utilizzare animali in generale o per danneggiare lo ritenga necessario o giustificabili.

cortile di allevamento. La prassi di mantenere uno o più animali (di solito i cani, ma gatti compresi) ai fini di allevamento loro, di solito a scopo di lucro, o la pratica di permettere all'animale di razza (piuttosto che gli animali sterilizzati o castrati).

galline allevate in batteria. galline destinate alla produzione di uova che si limitano, diversi uccelli in un momento, per angusti, gabbie di luce e inviati al macello quando la loro produzione di uova diminuisce Vedi gabbie di batteria e costretto muta .

batteria gabbia. gabbietta piccola, accatastati tra migliaia di altre gabbie, all'interno di un grande, senza finestre e contenente diversi polli capannone ciascuno. gabbie di batteria permettersi gli animali non ancora abbastanza spazio per stare, di muoversi, o spiegare le ali. di gallina Ogni singolo spazio è più piccolo di un foglio di carta notebook. Vedi debeaking e costretto muta .

pollo da carne. Il termine usato per i polli allevati e macellati per la carne. Loro crescono due volte più velocemente i loro corpi sono stati naturalmente progettati per, così veloce che il loro cuore, i polmoni e le gambe non possono sostenere i loro corpi.

bullhook. Definito anche ankus o gancio elefante, un crudele cosiddetto strumento utilizzato per brutalizzare e controllo elefanti nei circhi.

CAFO. confinati operazione alimentazione degli animali. Vedi allevamenti intensivi.

gabbia-free. Un termine usato per lo più per la commercializzazione delle uova. Il termine non è regolamentata e non garantisce il cosiddetto trattamento umano. La maggior parte degli uccelli in operazioni etichettati come gabbia senza soffrono ancora le ferite stesse, crudeltà e non tener conto come le loro controparti negli allevamenti intensivi. Vedi debeaking.

castrazione. L'atto di tagliare maschio genitali di un animale. vitelli, maialini e altri animali sopportare questa atroce mutilazione senza antidolorifici.

cognizione. riferisce ai processi mentali come la coscienza, l'intelligenza, la consapevolezza di sé, il pensiero e il processo decisionale. Vedi senziente.

mercificazione. La conversione di un essere vivente, principio, o un ambiente naturale in un "oggetto" che viene utilizzato, scambiata, o consumate a scopo di lucro o di altro guadagno desiderato ( HumaneMyth.org ).

compagno animale. termine riferito agli animali con i quali gli esseri umani più comunemente condividere la loro vita e homesï ¿½ per esempio, cani, gatti e conigli. Preferito da molti sostenitori animale con la parola "pet".

cruelty-free. Un termine usato per riferirsi a prodotti e pratiche che eliminano la crudeltà intenzionale e male. Ad esempio, per la cura personale che non contengono ingredienti di origine animale e che non sono testati sugli animali possa recare un cruelty-free "etichetta" o emblema, come il logo che salta Bunny .

scortecciatura. La rimozione chirurgica e la manipolazione di tessuti in corde vocali di un cane al drasticamente tranquillo il suo abbaiare naturale. Scortecciatura non affronta le ragioni di fondo che un cane può essere abbaiare eccessivamente, e il cane continua ad abbaiare, anche se più tranquillo o in silenzio. Illegale nel Regno Unito, è ancora consentito negli Stati Uniti.

debeaking. La mutilazione dei giovani il becco di un uccello. Il vecchio pulcino giorni o tacchino vecchio di settimane è saldamente impugnata mentre una ghigliottina-come lama calda è usata per tagliare via un terzo alla metà di becco d'uccello la, attraverso il corno, osso, e altamente sensibile dei tessuti. L'immediato dolore persiste anche a seguito della mutilazione, che ostacola anche in modo permanente la capacità di uccello a mangiare bene, bere e preen.

declawing. La rimozione chirurgica del gatto artigli a, in una procedura dolorosa simile a tagliare le dita dei piedi fino alla nocca. Il recupero è doloroso e, dato che il gatto deve continuare a camminare e usare la lettiera con appena operati-on zampe. Considerato illegale e disumano nel Regno Unito e altri paesi europei, è ancora una pratica comune negli Stati Uniti.

azione diretta. Termine generico riferito a varie forme di protesta e di attivismo, che vanno dalle proteste di boicottaggio alla distribuzione di volantini al salvataggio o apertura segreta degli animali (su quest'ultimo argomento, vedere Animal Liberation Front e di soccorso aperto ).

dissezione. The praticato di taglio aperto o in un animale morto o separare le parti di animale per esaminare il tessuto e la struttura interna. E 'ancora comune nelle scuole secondarie e nelle università, ma gli studenti sono sempre più esprimono la loro opposizione e impegnativo alternative.

Draize test. Infamous e straziante-test di irritazione oculare per i prodotti per la casa e cosmetici in cui gocce di una sostanza sono collocati negli occhi dei conigli, provocando ulcere gli animali, la cecità, e altre lesioni, prima di essere infine ucciso.

taglio delle orecchie. An inutili, dolorose chirurgia estetica eseguiti su cani in cui la parte del earflap è tagliato una grande via per rendere il supporto orecchio eretto. Illegale nel Regno Unito e in altri paesi, ma ancora legale e comuni negli Stati Uniti.

sfruttamento. Il useï ¿½ spesso unfairï ¿½ o di un altro essere dannosi per il proprio tornaconto o piacere (ad esempio, per il cibo, l'abbigliamento, la ricerca e l'intrattenimento in caso di animali).

eutanasia. L'uccisione o l'indennità della morte di un essere fuori di misericordia e per il bene dell'animale, quando che l'essere è "irrimediabilmente malati o feriti". impreciso, l'uso del termine eufemistico per indicare l'uccisione di animali sani è controversa.

allevamenti intensivi. industriale, su scala grande sistema di carne, i latticini e la produzione di uova in cui confinamento estrema e la più inumana crudeltà animale sono standard.

cinturino laterale. Una cinghia tirata strettamente e dolorosamente intorno a cavallo sensibile di addome rodeo uno proprio come lo scivolo si apre, per forzare il cavallo in controtendenza, come il cavallo tenta di sfuggire al dolore e il disagio causato dalla cinghia. Conosciuto anche come una cinghia bucking.

foie gras. Tradotto letteralmente "fegato grasso" e servito come una prelibatezza, il foie gras è il risultato di crudeltà immensa. anatre giovani sono alimentati a forza massiccia quantità di cibo due o tre volte al giorno attraverso i tubi di metallo infilato giù per la gola. In un breve poche settimane, il fegato di questi malati, animali torturati sono cresciuti di 10 volte le loro dimensioni normali, momento in cui vengono macellati le anatre e le loro fegati venduto per il consumo.

muta forzata. L'industria pratica indurre artificialmente delle uova di galline a molt privandoli di cibo per diversi giorni a due settimane quando la loro produzione di uova è diminuito. Dopo l', muta aumenta la produzione di uova.

free-range. Una descrizione e l'etichetta applicata a taluni pollo e uova che molte aziende assumono assicura una sorta di naturale, vita felice per gli animali. In realtà, "free range" non è un marchio ben regolato, e la maggior parte di questi animali soffrono ancora in confinati, le precarie condizioni per la maggior parte o la totalità della loro vita. Vedi gabbia-free.

cassa di gestazione. metallo piccola cassa in cui un maiale madre trascorre quasi tutta la sua vita adulta, con spazio sufficiente per non trasformare anche in giro.

incubatoio. Praticamente tutti i polli allevati e uccisi per le uova, compresi quelli a chiamata operazioni umano-così, provengono da vivai. A solo un giorno o due anziani, la metà dei pulcini nati in incubatoi sono zero in vita, gasato, o gettati vivi in sacchi della spazzatura, dove si soffocano a morte: i pulcini maschi, che non possono produrre uova, e deforme pulcini femmine sono inutili per l'uovo settore.

caccia al sab. sabotaggio intenzionale di una spedizione di caccia organizzata con mezzi quali allertare gli animali con le corna, il mascheramento perseguito 'gli animali il profumo o la creazione di rumore e le distrazioni quando gli esseri umani utilizzano cani per rintracciare gli animali, impegnandosi in pattuglie per documentare e contrastare illegali caccia tentativi.

mulesing. campo dei prodotti per la pratica di lana di affettare grossi pezzi di carne provenienti da tutto la coda area pecora, al fine di gestire flystrike ( che deriva dalle mosche depongono le uova in umido pieghe della pecora pelle the), senza alcuna anestesia o antidolorifico.

no-kill. riferisce al movimento per la no-kill politiche e rifugi, dove solo gli animali unadoptable o coloro che non possono essere riabilitati vengono uccisi.

soccorso aperto. Un salvataggio di animali condotti in modo aperto, senza maschere o altri sforzi per nascondere l'identità. soccorsi Open cercano di documentare le crudeltà, pubblicizzare, e di educare, oltre al salvataggio di animali in difficoltà.

mulini cucciolo. larga scala l'allevamento del cane operazioni noti per la loro cura declassati e crudeltà, tra cui overbreeding, sovraffollamento, mancanza di cure veterinarie, e della scarsità di cibo e riparo. Puppy mulini vendere attraverso negozi di animali, siti Web e annunci pubblicitari.

stupro rack. Il ma accurata, l'industria termine, brutale riferimento alla aggeggi in cui i suini vengono immobilizzati mucche e mentre sono inseminate con la forza.

senziente. La capacità di provare dolore, il piacere, e altre sensazioni, la capacità di soffrire. Polli, maiali, mucche, conigli, cani, gatti, topi, scimmie ed elefanti, per esempio, come la maggior parte degli altri animali, sono senzienti.

di seta. Una sostanza liquida prodotta dal baco da seta che si indurisce al contatto con l'aria e le forme del baco da seta bozzolo. Così che l'uomo può recuperare il filo di seta intatto che compone il bozzolo (cioè, prima che il baco da seta rompe il bozzolo per uscire), i bachi vengono bolliti, al forno, al vapore o in vita mentre ancora all'interno dei loro bozzoli.

specismo. discriminazione sulla base della specie, l'oppressione e il giudizio di un animale sulla base di quella specie animale o animale non-appartenenza a una specie. La fede nella superiorità dell'uomo sugli altri animali non umani 'animali certa superiorità sugli altri.

spesi. Un termine dell'industria per la deposizione delle uova (batteria), galline e mucche da latte la cui produzione di uova e latte è diminuita abbastanza che non sono più redditizi. galline esaurito e le vacche vengono inviati al macello in una frazione del loro ciclo di vita naturale.

comportamento stereotipato. comportamenti ripetitivi comunemente osservati negli animali in cattività e probabilmente indotta da stress e mancanza di stimoli adeguati (ad esempio, overgrooming tra i primati, la stimolazione tra tigri, e l'ondeggiare degli elefanti).

taglio della coda. Tra i cani, l'amputazione chirurgica della coda, di solito per ragioni estetiche. Le code dei suini sono ancorate perché lo stress e la noia della loro vita in isolamento può portare a coda da masticare.

utilitarismo. Una filosofia etica in cui sono basate le decisioni morali su l'utilità di un'azione. In questa linea di, umani e non umani interessi pensiero godano dello stesso valore, ma un atto dannoso per l'animale è ammesso se il beneficio per l'essere umano è maggiore del costo per l'animale. L'utilitarismo orsi più somiglianze di benessere degli animali rispetto ai diritti degli animali.

bovine. Il termine culinario per la carne di vitello giovane e un sottoprodotto dell'industria lattiero-casearia. I vitelli sono presi dalle loro madri (vacche da latte), poco dopo la nascita, confinato, e messo su una formula o di altri dieta scadente fino a quando sono macellati a 5-6 mesi di età. Gli esseri umani consumano madre il latte di mucca. Vedi vitello cassa.

vitello cassa. Small cassa in cui l'essere sollevato un vitello di carne di vitello è limitata e legata. vitello Il movimento all'interno della cassa è volutamente limitato per limitare il rafforzamento del muscolo, e una dieta insufficiente viene fornito intenzionalmente per mantenere la vacca anemico: è preferito gara di vitello e di colore pallido. Vedi vitello.

. Veganismo Come definito dalla Vegan Society , i fondatori della quale ha coniato il termine: "una filosofia e modo di vivere che cerca di excludeï ¿½ per quanto e practicalï ¿possibile ½ tutte le forme di sfruttamento e crudeltà nei confronti degli animali a scopi alimentari , vestiti o qualsiasi altro scopo, per estensione, promuove lo sviluppo e l'utilizzo di animali liberi-alternative per il benessere dell'uomo, degli animali e dell'ambiente. e in termini dietary denota la pratica di erogazione con tutti i prodotti derivati in tutto o in parte da animali ". I vegani non consumano carne, latticini, uova, o sottoprodotti di origine animale, non indossare indumenti ottenuti da animali, come il cuoio, pelliccia e lana, e di non utilizzare prodotti contenenti ingredienti di origine animale.

vegetarianismo, lacto-ovo. Una dieta che esclude carne (compresa la carne bovina, pollame e pesce), ma che include latticini e uova. I vegetariani possono o non possono ancora usare abbigliamento e prodotti derivati da animali.

veg * n o veg * an. Un termine inclusivo riferimento alle categorie di latto-ovo-vegetariani e vegani insieme.

vivisezione. taglio o che operano su un animale vivo. Il termine si riferisce anche, più in generale alla sperimentazione su animali per la ricerca medica e test di prodotto. Vivisezione comprende il taglio, di riscaldamento, infettando, drogare, affamati, accecante, e l'uccisione di animali per la ricerca, per la sperimentazione di farmaci e trattamenti, e per la prova dei prodotti di consumo, come i detergenti, gli additivi alimentari e cosmetici.Mostra altre

NEL 2050 METÀ DELLA FORESTA AMAZZONICA SARÀ UN DESERTO


Uno studio dell’INPE, l’istituto Nazionale brasiliano per le ricerche speciali, ha stabilito che la foresta amazzonica potrebbe essere dimezzata nel 2050, ridotta per la metà ad un deserto tropicale, individuando nello stato della foresta tra 40 anni il punto di non ritorno. Dopo di che non sarà possibile tornare indietro e la Foresta Amazzonica scomparirà del tutto in ancora meno tempo.

Secondo lo studio, quello sopra descritto è lo scenario peggiore, ma anche il più probabile, se le regioni dell’Amazzonia non dovessero intervenire con leggi severe ed efficaci per ridurre la deforestazione, così come ha fatto il Brasile. Se non si interviene con tempestività. la deforestazione, gli incendi, e le emissioni di gas serra ridurranno metà dell’Amazzonia ad una savana tropicale.

Gli anni a venire saranno cruciali per la vegetazione della foresta amazzonica, che risentirà dell’aumento delle temperature, della deforestazione continua e dei roghi. Poiché la vegetazione della foresta ha un ruolo cruciale nel regolare il clima mondiale, la perdita di vegetazione contribuirà ad accelerare la velocità dei cambiamenti climatici e l’ulteriore perdita di vegetazione perché ci sarà sempre meno foresta a regolarli. In un processo che diventerà sempre più veloce, le regioni del Sud e del Sud-Est del Brasile riceveranno sempre meno acqua e perderanno la foresta, divenendo più vulnerabili agli incendi.

Secondo lo studio, il circolo della perdita di Foresta Amazzonica sarà più veloce se si continuano a perdere aree di foresta, la terra sarà più secca e gli incendi attecchiranno meglio. Fino al 2050, quando il livello di foresta perduta sarà tale da non poter più tornare indietro e la desertificazione sarà ormai a metà di quello che oggi possiamo ancora chiamare Foresta Amazzonica.

Fonte: http://www.ecoblog.it/


*

domenica 8 maggio 2011

BAHHH!!! ou, CHURRAS E OS GRAUS DA NECROFAGIA E DA NECROFILIA



E' una grande vergogna
spargere il sangue
e divorare le belle membra di animali
ai quali è stata violentemente
tolta la vita.

Empedocle di Agrigento (400 a.e.c.)


Ah, meu amor, hoje vi o pôr do sol da região amazônica. Estava em um lugar que não tem mais florestas exuberantes - tem latifúndios, pastagens sem fim e pó, muito pó: o pó anterior à desertificação do mundo, misturado à fumaça de queimadas, que cega exploradores e governos idiotizados, e forma mentes ressequidas, grudando nos cabelos, na pele, nos dentes, nos pés, em argamassa de insensibilidade, desumanização e vampirismo. Vale mais quem serrar primeiro, esbofetear poetas e filósofos e der a primeira dentada! É difícil ensinar algo a quem tem a mente petrificada, a quem pensa, apenas, em serras elétricas, diamantes e dinheiro. A sensibilidade tornou-se uma desconhecida, uma estranha...

Eu estava de bicicleta, meu amor, com a bicicleta de um amigo, um poeta, com quem resistia ao modus garimpo e tornava a vida menos dolorosa, afinal, onde houver um poeta ou uma alma de poeta, haverá música, e a paisagem fica mais colorida. E, é possível até transformar o grito das vidas serradas em alguma cantoria. Meu amigo se foi e deixou a bicicleta, aliás, ele deixou tudo. Fui com esta bicicleta (e pensarei se lhe pago, ou não) para descobrir a simplicidade do movimento e da locomoção – sem pressa nem atropelos! Fui pensando em Parmênides, em Epicuro, em Gandhi e nas boas Almas que perfumaram este mundo.

Rodar de bicicleta traz aquela certeza de que o mundo não precisa acabar. Fui por uma estrada (das poucas asfaltadas) e o caminho de ida é penoso, difícil – estrada de subida, mas, subi, pensando apenas em voltar descendo, como moleque, com as mãos soltas do guidão e o vento me trazendo as bênçãos que ainda restam. Descendo em velocidade, senhor das minhas coordenações motoras e do grito que soltei ali. Ao descer, com braços abertos, recebendo o sopro da divindade no peito e no rosto, a sensação foi de que o mundo não precisa acabar!

Mas, no meio da minha descida libertária, abraçando o vento e gritando aos deuses das matas destruídas, olhei ao longe e lá estava aquela bola de fogo alaranjada, quase no horizonte. Então, tive que parar, encostar e ver – é preciso ver o sol se pondo, mesmo em uma região devastada pela ação impensada e louca desses homens avarentos e dessas mulheres de plástico. Ver o sol, assim, tão majestoso e singular, entrando em seu descanso, fez-me pensar em tantas coisas e seres, nos círculos da vida, nas oportunidades e nas experiências musicais e poéticas no mundo.

Do lugar onde estava, eu vi pastagens, e muitos animais: bois, vacas, bezerros. Como dizem meus amigos do sul: bahhh!!! Olhei para os bois e tentei compreender o processo. Os pecuaristas devastam as florestas, sob as bênçãos de governos etílicos (alguns são pecuaristas-governos ou governos-pecuaristas) para criar bois e vacas, então, os pecuaristas (e os governos municipal, estadual e federal) comem as florestas e vendem os bois para comedores de bois e vacas que, de forma tipo neanderthal, atiram ou marretam a cabeça dos animais e, ainda meio vivos, arrancam-lhe o coro e alma.

De onde vem o direito de comer carne de outros seres, tendo em vista que não somos, por opção, neanderthais – ou somos? Não há direito algum, exceto arrogância, perversidade e violência! O mesmo homem que derruba árvores sem razão nem critério, é o homem que cria bois para, depois, matá-los! Alguns fazem isso diretamente – todos os outros ficam excitados com as toras (de árvores) e com os funerais sem fim (churrascos ou churras!!!! Viva!!!). Devoram a carne, e devoram a gordura, e devoram tudo, até que o sangue se lhes escorra pela boca de forma insana e hiênica, em ritual idolátrico! Devoram tudo, tanto e tudo, que fariam Malinovski e Girard ficarem surpresos, apesar de suas pesquisas antropológicas!

Bahhh!!! Não me chamem para comer carne desses animais, nem muito menos paras festas, rodeios, pescarias, touradas, caçadas e outras formas de violência, em que o animal é humilhado, ferido e reduzido a nada. Monstros e monstrificados. Monstrificantes! Churrascos (ou churras!!) são funerais – festins orgiásticos e bacanais da carne morta. Reunir-se em um churrasco, com os dentes cheios de carne, enquanto alguém sempre fica com a mão no espeto e no peito de plástico é, na melhor das hipóteses, uma insaciável necrofagia e uma excitante necrofilia. Não me chamem para isso nem, por vias simbólicas, a comer o corpo e beber o sangue de mitos religiosos ou de pessoas, sejam o que e quem forem. Isto é medieval! Não me chamem para comer carne assada, grelhada ou moída - nem espeto!

É compreensível esta coisa no ser humano? Que vai saqueando o mundo e destruindo tudo em seu caminho, como praga, seja na terra ou no céu, seja na floresta ou nos rios. Lá está ele, o monstro-monstrificante, o devorador de carne, o vampiro na terra, em seu processo de involução, arrogando-se um falso direito de dar a marretada na cabeça do boi, entupir a vaca de hormônios, separar e transformar bezerrinhos em prato predileto de usurpadores, arrancar seu couro, ainda vivo e vibrante, matar tudo, cortar tudo, identificar tudo, vender tudo em pedaços e ralar tudo, moer tudo (e enfiar em tudo o ralado e o moído) e, ainda, gemendo solitário, defecar no mundo sua melhor obra de criação ! Esse processo de matar, dividir, moer, ralar, enfiar, cultuar e comer a carne, é alguma coisa de apetite necrófago e perversão necrófila!

E por falar nisto, as florestas estão morrendo, são vítimas caladas desses homens, assim como os rios que cortam o mundo, e carregam em suas águas a sujeira, a perversidade, a exploração e o resíduo asfáltico de que são feitas as mentes estúpidas. Mas, deságuam no mar, nos mares do mundo. Os mares são poderosos e um dia vomitarão sobre os homens seu furor incontrolável...

Tudo isso é odioso, arrogante, violento. Não quero carne nem grelhas! Não combina com poesia, nem com música, nem com sensatez, nem com lucidez - e nem com humanização do mundo! É uma violência desnecessária! Não quero carne nem sangue - quero pão e vinho! Pão e Vinho, capisce? E paz! Quero Gandhi, quero Epicuro, quero Parmênides, quero Buber, quero Rilke e o perfume da Mulher Amada - amada em seu corpo, em sua alma, em sua mente e em sua respiração...

Bahhh!!! Não quero aquela coisa pré-histórica, a insaciável fome e o porrete na mão, essa cena sacrificial, esse delírio, essa orgia, essa matança de animais, essa voracidade e maldade em caçar, atirar, pescar, embrutecer-se cada vez mais. Não quero essa caverna platônica, porque a violência é um estado de graduação e não importa muito, seja contra uma abelha, um boi ou um homem. As mesmas pessoas que julgam outras pessoas pela etiqueta de suas roupas, pelos sapatos que calçam, pelo dinheiro que carregam, em bancos ou bolsos, são as pessoas que destroem matas e rios, arrastam corpos pela cidade, montam ou assistem montar, bois e vacas, agonizam touros, defecam em rios, ofendem a inteligência, falam mal pelos corredores e espancam. Elas espancam em todos os sentidos, em todos os níveis, espancam por ação ou omissão. Espancam por ignorância ou leviandade. Bahhh!!! Já não temos livros demais no mundo, música demais, poesia demais, universidades demais? Por que a escuridão, o abismo e esta maldade toda? Não terá chegado a hora de compreender algo mais vertical, de sair da caverna, de olhar o sol, o pôr do sol, a vida, e propor alguma reconciliação com a natureza? Não terá chegado a hora de pararmos com a pancadaria seja em árvores, animais ou pessoas? Não terá chegado a hora de parar com esta gritaria de zumbis e com esta perseguição de Jasons?

Ah, meu amor, hoje vi o pôr do sol, em uma estrada ao longe. Fui de bicicleta... e nas descidas, soltei a mão do guidão, abri os braços, recebi as brisas de final de tarde, entreguei minha alma e amei você ainda mais. Ah, meu amor, tão longe, diz, como estão nossas sementinhas, bem guardadas? Precisaremos delas, pois o mundo não precisa acabar ainda...

14 Elul, 5770

© Pietro Nardella-Dellova é Escritor e Poeta. Professor de Ciências Jurídicas e Sociais e de Literatura em graduação e pós-graduação. Mestre em Direito pela USP e Mestre em CRe pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e em Literatura. Formado em Direito e em Filosofia. Mestre na Sinagoga Scuola. Membro da UBE. Autor dos livros AMO (89), NO PEITO (89), ADSUM (92), FIO DE ARIADNE (org/tex), A PALAVRA COMO CONSTRUÇÃO DO SAGRADO (98), A CRISE SACRIFICIAL DO DIREITO (2001) e, agora, do A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS (2009).
Outros textos, contato e informações vejam em seu
Blog Café & Direito: http://nardelladellova.blogspot.com/
e pelo e-mail professordellova@libero.it

venerdì 6 maggio 2011

ISRAELE e PALESTINA tra il SI e il NO (YES and NO)


TRA il "SI" e il "NO"
PERCHÈ VOGLIO LA PACE,
I DIRITTI UMANI
E LA GIUSTIZIA

Per la pace,
io dico SÌ;
Per sentire due parole insieme, Salem e Shalom,
io dico SÌ;
Per il popolo palestinese
(uomini, donne, ragazzi, ragazze, babbi, mamme, figli),
io dico SÌ;
Per il popolo israeliano
(uomini, donne, ragazzi, ragazze, babbi, mamme, figli),
io dico SÌ;
Per due Stati democratici, Israele e Palestina,
io dico SÌ;
Per la libertà delle donne nell'Islam,
io dico SÌ;

invece,

Io dico
NO al Hamas,
NO al Hezbollah,
NO all'Al Qaeda,
NO all'estremisti islamici,
NO agli ayatollah iraniani e
NO al governo dittatoriale iraniano,
NO ai governi arabi corrotti,
NO alla politica oppressora
(destra o sinistra) di ogni paese,
NO ai mercenari capitalisti ...
e per tutte queste cose sempre le dirò NO!
...e tra il SÌ e il NO resterò sempre UMANO
per la pace,diritti umani e giustizia!

Pietro Nardella-Dellova, maggio 2011

*
BETWEEN "YES " and "NO"
BECAUSE I WANT PEACE,
JUSTICE
AND HUMAN RIGHTS

For peace,
I say YES
To hear two words together, Salem and Shalom,
I say YES
For the Palestinian people
(men, women, boys, girls, fathers, mothers, children),
I say YES
For the Israeli people
(men, women, boys, girls, fathers, mothers, children),
I say YES
For two democratic states, Israel and Palestine,
I say YES
For the freedom of women in Islam,
I say YES

Instead,

I say
NO to Hamas,
NO to Hezbollah,
NO to Al Qaeda,
NO to Islamic extremism,
NO to the Iranian ayatollahs and
NO to the dictatorial government of Iran,
NO to corrupt Arab governments,
NO to political oppressors
(right or left) of each country,
NO mercenaries capitalists ...
and all these things always say NO!
... and the YES and NO I will always be HUMAN
for peace, human rights and justice...

Pietro Nardella-Dellova, May 2011

*

mercoledì 4 maggio 2011

LE TUE LABBRA PER CANTARE LA MIA POESIA




LE

TUE

LABBRA

PER CANTARE

LA MIA POESIA



Pietro Nardella-Dellova


per leggere ascoltando la musica

"Händel 's Sarabande"



Bella,
v
o
g
l
i
o

le tue labbra
le tue labbra per vita
le tue labbra per cantare la poesia
le tue labbra per darti della mia poesia;
e della mia poesia per avere le tue labbra;
perchè
l
a

poesia
c
h
e

scrivo io è per te,
e un'altra poesia che penso
(ma ancora non scrivo) su di te anche è per te...
e
quando penso in questa poesia
(che ancora non scrivo per non lasciarti al vento)
allora penso nelle tue labbra
e penso nelle tue labbra come
s
o
l
o
un poeta come io -senza catena- può pensare
s
u
l
l
e

labbra
di una donna così bella
e
senza catena come te...
e
questa poesia è fatta
di parole per pe di parole da te,
su di te,
pensando a te...
sono parole-poesia per te...
per tuoi occhi, per tuoi capelli, per le tue labbra....
per
t
e

...perchè tu mi porti al mare, al cielo, al volo
e
pensare a te è qualcosa di profondamente musicale perchè sei musica,
è così
qualcosa di andare
al centro,
di volare
al centro,
di cantare
al centro,
di portare il centro alla mano del poeta e gridare in ogni verso dell'universo
...gridare vicino alle tue labbra come solo un poeta può gridare alle labbra
di una donna così bella, di una donna-poesia,
m
a
questa non è ancora la poesia che penso - e non scrivo...
l
a
poesia
c
h
e

penso la scriverò al tuo centro
e ogni parola-poesia da me sarà una canzone da te
u
n
a

nota musicale delle tue labbra
Ah, Bella, un posticino alle tue labbra,

al cielo della tua bocca,

al centro del tuo profumo,
e farò il paradiso,
il cielo senza fine
e
la partitura, il castello d'amore e d'affetto,
un rapporto di fuoco e vita....

*


Pietro Nardella-Dellova,

in Lettere di Viaggio,

nel 4.2011











*

domenica 1 maggio 2011

SUFFICIENTIA VITAE, TRANQUILLITATE CIVITATIS, SECURITATE: el bien común


SUFFICIENTIA VITAE,


TRANQUILLITATE CIVITATIS,


SECURITATE:


el bien común



Rudolf Stammler


(...)
Wolf parte del individuo, como ser moral. Este tiene la misión de ejecutar todas aquellas acciones que tiendan a la perfección del hombre y de suy estado y omitir lãs que le Sean opuestas. Partendo de estos derechos y deberes “naturales” del individuo, pretende Wolf elevarse a una consideración te´rica del fin del Estado.

Por naturaleza, nadie está sometido a outro. Pero em la Historia aparecen “señoríos”. Entre ellos incluye Wolf lãs vinculaciones familiares, El vasallaje y, por último, la “dominación pública”, o sea, El Estado. Para la comprensión de este último, es necesario suponer um contrato o algo semejante. El Estado debe procurar la perfección de sus miembros de tres maneras:

1) SUFFICIENTIA VITAE : esto es, por la abundancia de todo aquello que se requiere para lãs necesidades, la comodidad y El goce de la vida;

2) TRANQUILLITATE CIVITATIS : esto es, por la liberación del temor a injusticias ao violación de su Derecho;

3) SECURITATE : esto es, por la liberación del temor a la fuerza exterior.

La conservación de estos bienes se llama “el bien común”. Este es la ley principal
(...)
Ahora bien, los fines de los hombres han de considerarse separadamente o em relación con los de otros hombres. Em El primer caso, se trata de la determinación de los deseos que aparecen en “la intimidad” de cada hombre; en El segundo, existe um querer peculiar que entrelaza los fines de diversos hombgres como médios recíprocos. Allá está a discusión la vita interior de los indivíduos; aqui, la “cooperación” entre ellos. Así resulta el concepto del querer jurídicamente vinculatorio, como modalidad determinada del querer, dotada de validez general, y que es pensada de manera Independiente, por encima de los contenidos volitivos vinculados por élla.
(...)
*
Christian Wolf (1679-1754) “Ius naturae methodo scientifica pertractatum”, IX Vol, 1740; “Institutiones iuris naturae et gentium”, 1754, in Doctrinas Modernas Sobre El Derecho y El Estado, de Rudolf Stammler, con Estúdio preliminar y traducción de Juan José Bremer. México: Compañia General Editora, AS, 1941, pág 102



*

NAG HAMMADI, EGITTO, III-IV prima di questa era comune





*

Perché io sono la prima e l’ ultima

Io sono la venerata e la disprezzata,

Io sono la prostituta e la santa,

Io sono la sposa e la vergine,

Io sono la madre e la figlia,

Io sono le braccia di mia madre,

Io sono la sterile, eppure sono numerosi i miei figli,

Io sono la donna sposata e la nubile,

Io sono Colei che dà alla luce e Colei che non ha mai partorito,

Io sono la consolazione dei dolori del parto.

Io sono la sposa e lo sposo,

E fu il mio uomo che nutrì la mia fertilità,

Io sono la Madre di mio padre,

Io sono la sorella di mio marito,

Ed egli è il mio figliolo respinto.

Rispettatemi sempre,

Poiché io sono la Scandalosa e la Magnifica.

*

III- IV secolo (prima di questa era comune),

rinvenuto a Nag Hammadi, Egitto.

*

prima dell'islamismo in Egitto!





*