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ברוך ה"ה







mercoledì 22 maggio 2013

Pena de Morte no Irã: 500 vezes em 2012

enforcamento no Irã: 200 em 2012
Circo de Horrores: Pena de Morte no Irã

O número de execuções no Irã ainda é alto. Segundo a Anistia Internacional (AI), no ano de 2012, a pena de morte foi executada mais de 500 vezes no país.
Uma em cada dez pessoas foi executada em público, afirmam organizações de direitos humanos. O número de execuções públicas vem crescendo já há alguns anos. Em 20 de janeiro último, dois jovens que haviam sido condenados à morte por roubo e extorsão, foram executados publicamente. Ambos tinham menos de 25 anos de idade.
Como de costume nas execuções públicas no Irã, eles foram enforcados em guindastes instalados sobre carros de polícia. Mas, dessa vez, a execução não aconteceu, como de costume, num ginásio de esportes ou numa praça de mercado, mas no meio do chamado Parque de Artistas, um ponto de encontro de escritores e músicos no centro de Teerã. Essas recentes execuções públicas levaram a um intenso debate na blogosfera iraniana. Muitos se perguntam por que justamente o Parque dos Artistas fora escolhido para servir como lugar de execuções.
Um blogueiro de Teerã levantou a suposição de que o governo queria mandar um recado para intelectuais e dissidentes. "Por meio de um arrepiante espetáculo de execuções, o governo quer mostrar que a pena de morte também pode ser possível para críticos do regime."Esse ponto de vista foi reiterado por outro blogueiro: "Ontem, execução no giná! ;sio de esportes; hoje, execução no Parque dos Artistas. Por que a execução da pena de morte acontece em tais locais públicos? Talvez se queira intimidar ainda mais a população". Outros internautas acham que o local das execuções seria algo secundário.
Eles exigem a abolição da pena de morte.
Na blogosfera e redes sociais iranianas, todavia, as críticas não se dirigem somente a opositores do governo. Os comentários de muitos usuários se aplicam também contra as massas de pessoas que assistem, amontoadas, a uma execução pública.Também o blogueiro iraniano Amir Hadi Anyari advertiu de mais contenção. Ele aponta para uma responsabilidade da sociedade iraniana. "Enquanto houver pessoas que sobem em árvores para conseguir um lugar melhor para assistir a um enforcamento e que registram a execução em seus celulares, é difícil imaginar o fim da pena de morte.
 Aqueles que exigem o fim das execuções no Irã não têm a menor ideia da realidade da sociedade iraniana.".
 

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