alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







mercoledì 30 dicembre 2015

DETALHES DA DEFORMAÇÃO DE CARÁTER DE PARTE DA POPULAÇÃO BRASIL(EIRA)

DETALHES DA DEFORMAÇÃO DE CARÁTER DE PARTE DA POPULAÇÃO BRASIL(EIRA)

O que realmente existe no Brasil não é uma crise econômica, mas uma crise moral, ética, social (de cinco séculos). O que se observa, visível e expressivamente, é o ódio que se tem do trabalhador, do pobre, do negro, do nordestino, do índio, do imigrante. Uma pequena classe que viveu às custas dos índios, dos negros, dos imigrantes e do nordestino, vê, hoje, com profundo nojo, com vontade de vomitar, com desprezo, o trabalhador comum, o pobre, o negro, o nordestino, o índio, o imigrante, sobretudo, quando alcançam determinados postos ou dimensões econômicas. 

Esse pequeno grupo, que discrimina e tem nojo, grita pelas ruas contra a corrupção, mas é ele, ele mesmo, o mais corrupto e indecente. É ele quem compra, é ele quem dá propina, é ele quem desvirtua a política, é ele que reclama das faixas de ônibus (porque não as usa e sente ódio de dividir espaço com usuários de ônibus). Aliás, sente ódio em saber que usuários de ônibus possam chegar mais cedo, desfrutar da própria vida e de suas famílias.

Há um certo "estilo" em ser dessa classe. Ela pode dizer que não faz parte de tudo isso. É a classe que não é negra, não é indígena, não é imigrante, não é pobre. Mas, como não tem capacidade alguma, não é pela competição que a "pequena classe" desenvolve e se aperfeiçoa, mas por manter a grande maioria em situações de miséria, pobreza e dificuldades mil. 

É dela, da classe com "estilo", que saem determinados professores que, ao encontrar um estudante com potencial, mas sendo pobre (ou negro) impõe sofrimentos, perseguição, fala mal, e torce, torce ( e atua) com tudo o que tem, para ver tal e qual estudante dar-se mal. A glória dessa classe é afirmar (e comprovar) que existe um "povinho" que não tem musculatura intelectual nem inteligência, pois é demais que o "povinho" alcance postos de trabalho e sucesso. 

Não é sem razão que essa classe forma "operadores" do direito para servi-la, advogar sua causa (que é a de não perder seu status), sentenciar a seu favor, prendendo o negro e o pobre (e libertando o branco e o rico). Não é sem razão que 73% dos presos são pobres, negros e analfabetos. É um excedente que deve ser retirado do cenário público! Não é sem razão que essa classe odeia cotas, odeia projetos sociais como o bolsa-família e o mais-médicos, odeia as universidades federais, pois, até então, essa classe era dona das vagas das universidades estaduais e, hoje, as federais dão acesso a quaisquer pessoas, especialmente àquelas que foram historicamente excluídas. 

Não é sem razão que essa classe corrige os erros de português da Presidente da República (porque é classe (de)formada no preconceito linguístico), mas não corrige os seus próprios (que são imensos, inúmeros e escandalosos). Quando essa classe está fora do país, ela é subserviente, venal, ridícula, fala um inglês ridículo, mal sabe falar uma das línguas europeias (nem mesmo o português de Portugal). Espanhol? Nem pensar. Espanhol é a língua dos povos, entre os quais, ela não quer ser contada!

Enfim, é a classe racista, preconceituosa, de caráter defeituoso, sem ética, corrupta e burra, muito burra! Por isso mesmo, faz dois séculos, recusou-se a se chamar de povo "brasiliano" ou "brasiliense" (nomes gramaticalmente corretos) e preferiu ser "brasil-eiro" (absolutamente incorreto, pois designa apenas os que faziam comércio com as coisas do Brasil). As primeiras duas formas (corretas) designavam os brancos (sem bens nem posses) nascidos no Brasil e os indígenas, originais da terra.

É isso que existe no Brasil. É este o som dos panelaços! É apenas isso!

Pietro N-Dellova 

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