alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







giovedì 25 febbraio 2016

A RAINHA E OS BRUTOS (nella lingua di Camoens)

A RAINHA
E OS BRUTOS
(nella lingua di Camoens)

Teresa, 
Teresa, 
que saudade de Teresa!

eu 
fui 
ao 
outro 
mundo,
ao miserável 
mundo além-mar, 
ao 
encontro 
da minha "principessa",
porque me disseram que ela, 
minha Teresa,
era, agora, uma rainha, 
mãe de outra princesa...

cortei, então, um mar, o meu mar,
cortei outro mar, atravessei a floresta,
levei um poema, uma flor, um sorriso,
minha canção, dança: dança e festa!

e quando cheguei, 
não encontrei Teresa:
os brutos, salivando, uivavam,
com suas espadas, coturnos e frieza:

os brutos
haviam 
maltratado, cuspido, arrasado,
ah, os brutos!
haviam 
maltratado, cuspido, arrasado,
a minha "principessa", 
então, uma rainha,
condenando Teresa 
à miséria 
de uma rua qualquer francesa!

brutos e toscos
fundem correntes 
da escravidão sem fim,
mastigam café, açúcar, sangue e aipim,

mal
sabem
os
porquês
da
última
flor
do
Lácio: 

brutos!
os brutos, esses brutos, tão brutos, apenas brutos!

© Pietro N-Dellova 

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