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ברוך ה"ה







venerdì 10 giugno 2016

TRANSPORTE PÚBLICO: ANTRO DE LADRÕES E BARRIL DE PÓLVORA



TRANSPORTE PÚBLICO:
ANTRO DE LADRÕES E BARRIL DE PÓLVORA

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Desde o "erro" de percurso das embarcações que saíram de Portugal em direção a ninguém sabe, ainda, a que lugar no mundo, mas, que aportaram no litoral destas terras, passando, três séculos depois, pelos navios fantasmas que trouxeram um rei amarelado diante das forças napoleônicas na Europa, bem como, pelos ilegais e ilegítimos “navios negreiros” e, depois, os mesmos, ainda, carregando milhões de estrangeiros, à construção de Brasília, ao desmantelamento da malha ferroviária, à construção de uma tal “Transamazônica” e, finalmente, à “limpeza” feita no Ministério dos Transportes, cujo símbolo maior foi o congressista “Nascimento”, o Setor de Transporte Público (de quaisquer das Pessoas Jurídicas de Direito Público interno) tem sido, no melhor eufemismo, um antro de ladrões, uma sangria, um conluio e ataque frontal ao Erário!

Não bastasse a sujeira que representam os Transportes públicos e toda máfia em seu entorno, o que se tem, está com atraso de pelo menos uns quarenta anos, isto é, o que se tem, deveria ter sido oferecido como serviço à população de 1970!!!
No final, ninguém põe a mão neste “setorzinho” tão interessante à máfia e corruptos, que já levou homens públicos de bem (refiro-me ao Celso Daniel) à morte (máfia do transporte no ABCD). Nem precisaria citar os milhares de caminhões de asfalto desviados entre a Replan e a PMSP ou o que ocorre com os Portos brasileiros. Desde o ponto de ônibus, digo, de estupro, ao transporte portuário, os vampiros são os mesmos!
A ureia no leite, no caso do transporte do RS, os alternativos em São Paulo e Rio e a falta de ferrovias entre as Capitais são, neste caso, apenas detalhes de uma grande PPP - patifaria pública e privada!
É uma violência à inteligência logística de qualquer pessoa mediana, um atentado ao princípio fundamental da Dignidade da Pessoa Humana (Art 1º, III, CF/88), bastando sair um dia em qualquer horário de quaisquer das Capitais, para assistir a uma cena de horror, de violência, de agressão, de assédio contra uma massa populacional que é vista apenas como massa, disforme e enfiada lata adentro!
Assim, qualquer manifestação popular (como a que ocorreu em São Paulo em Junho de 2013) demonstra não mais que um cansaço sem fim, um esgotamento, uma fragilização do povo, agora, apto a explodir e virar uma coisa!
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[Pietro N-Dellova, in Transporte Público, 2013]
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foto: Metro de São Paulo !!!


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