alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







sabato 9 settembre 2017

BRASIL E A CARA DO BRASIL OU, DOS BURROS, DOS ESGOTOS E DOS EJACULADORES, por Pietro N-Dellova

BRASIL E A CARA DO BRASIL OU, DOS BURROS, DOS ESGOTOS E DOS EJACULADORES
por Pietro Nardella-Dellova

Os irmãos Batista, a família Odebrecht, Eike Batista, Camargo Correia, OAS, com seus executivos (apenas para citar alguns exemplos de uma longa lista), são a expressão máxima do empresariado brasil(eiro) e da "elevada" categoria dos seus executivos! Sabemos todos, ainda que a nossa má-fé queira esconder, que o empresariado brasil(eiro) é isso mesmo, bem como os executivos por eles contratados. Não há neles (refiro-me aos empresários e seus executivos) qualquer projeto inteligente, criatividade, proatividade econômica, elegância, refinamento ético, cultura e espírito estratégico. Aliás, sequer domínio da Língua Portuguesa. Adoram o Estado (a seu favor) e do Estado tiram tudo o que querem. Skaf é outro exemplo.

Durante muitos anos atuei na mediação entre trabalhadores e empresários (nos encontros anuais com a FIESP), ora como advogado sindicalista e do operariado, ora como gerente e diretor de empresas. Também, como professor, tive alunos e alunas do empresariado e dos trabalhadores. Às vezes, entre um café e outro, era inevitável a pergunta que eu silenciosamente me fazia: "de onde saíram tantos estúpidos e babacas assim?".

Por outro lado, tipinhos como Temer, Geddel, Jucá, Padilha, Moreira Alves, Barbalho, Sarney, Cabral, Raupp, Lobão, Renan, Henrique Alves, Eduardo Cunha (todos do PMDB), Agripino, Maia (do DEM), Aécio Neves, Cunha Lima, Carlos Sampaio (do PSDB), Maluf, Marcos Feliciano, Bolsonaro, Collor de Mello, Crivella (todos de todos os partidos), entre outros, são agentes nascidos, formados, alimentados e mantidos no (e pelo) esgoto.

Ainda, ligado a todos os lados, Lula não é, nem foi, de esquerda. O problema de Lula não é a falta de "estudos formais" ou de diplomas (muitos empresários, executivos e políticos, acima citados, também não tem educação formal e não poucas vezes são mais burros que Lula), mas, a questão é a sua falta de leitura e de formação na esquerda! Lula nunca leu coisa alguma de esquerda e, enquanto sindicalista, jamais atuou para emancipação sindical e, muito menos, para um anarcossindicalismo. Lula me interessa, para essa análise, enquanto agente político (não como investigado em processos crimes, pois para os tais minha formação jurídica exige provas, e provas não há - até agora!). Como político desconstruiu a esquerda, enfraqueceu os movimentos sociais, apresentou-se como alternativa e traiu até as notas de rodapé da esquerda. O PT de Lula está morto, e não é de hoje, mas desde que Dilma foi imposta (por duas vezes), e desde a certeza de que não há nomes suficientes nesse partido.

Vejam, parece estranho o que vou dizer, mas eis: o PT está morto, mas o PMDB não! Porque o PMDB é o esgoto, sabe viver no esgoto, lida bem no esgoto, oferece esgoto e seus eleitores são, igualmente, do esgoto. O PT de fato não nasceu no esgoto, mas de lutas sindicais no ABC Paulista, porém não teve pudores para conhecer o esgoto, apoiar o esgoto e trazer o esgoto para o poder central. Para refletir: os 51 milhões nas mãos do Geddel dariam para construir, em um conta rápida, 300 casas populares e reconhecer moradia digna a mais ou menos 1500 pessoas! Geddel é o esgoto que Lula, e seu PT, trouxeram para o poder! Enfim, o PT não quis romper, mas manter o "status quo".

O resto, bem, o resto é a atuação miserável (e programada) de fulanos, sicranos e beltranos, como Sérgio Moro, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, (representantes de um Judiciário abobalhado e espertinho demais) de um despirocado Dória babão, e um país melancólico (que vive de lamber a própria bandeira, cantar o hino nacional com lágrimas nos olhos e mão sobre o peito, e falar mal da vida alheia), sem perspectivas, revolvedor de porcarias, futebol, novelas, jornalismo vendido, vendedores de diplomas (ah, quantos cursos, entre os quais, de Direito, foram abertos e apoiados por estelionatários que se aproveitaram financeiramente de um tipo de discursinho vagabundo do "anel de formatura" e enriqueceram!), estelionatários neopentecostais e ejaculadores, muitos ejaculadores, nas vias públicas!


Pietro Nardella-Dellova, Doutoramento em Sociologia e Direito pela Universidade Federal Fluminense, UFF, RJ (em Defesa da Tese “Ideias Libertárias no Direito Civil: Propriedade); Mestrado em Direito pela Faculdade de Direito da USP (A Crise Sacrifical do Direito); Mestrado em Ciência da Religião pela PUC/SP (A Palavra como Construção do Sagrado: Um estudo do Retábulo de Santa Joana Carolina, de Osman Lins); Pós-graduado em Direito Civil e Processo Civil (Direitos da Personalidade); Pós-graduado em Literatura (O Grau Zero da Palavra e Outros Graus); Formado em Filosofia (Política e Direito) e Bacharel em Direito; Pesquisador bolsista pela CAPES na área de Direitos Humanos e Judaísmo, na PUC/SP. É Professor de Direito Civil, Processo Civil, Direitos Humanos e Literatura, desde 1990 em graduação e pós-graduação; Professor da Pós-graduação da ESA - Escola Superior da Advocacia. Professor da Pós-graduação na EMERJ – Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Professor visitante de Direito Hebraico na Faculdade de Direito da USP. Professor de Direito Civil e Direitos Humanos na Universidade Franciscana desde 1994. É autor de vários livros e capítulos de livro, bem como coordenador e organizado do livro ‘Antropologia Jurídica: uma contribuição sob múltiplos olhares” (2017). Membro da UBE. Membro do Grupo Martin Buber, de Roma, para o diálogo entre palestisnos e israelenses. Membro  dell’Associazione sócio-culturale Notre Napul’a Visionaire, Napoli, e Membro da Accademia Napoletana.  Consultor em Direito nos USA, Itália e América Latina. Coordenou Faculdades de Direito e Cursos de Pós-graduação, de 2002 a 2011. Atua, ainda, em Investigazioni Civili e Criminali, em Milano, Itália.


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