alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







mercoledì 25 ottobre 2017

AS MULHERES, AH, AS MULHERES....


Napoli


JUDAÍSMO E DIREITOS HUMANOS: Minicurso com Pietro Nardella Dellova


DOS DIREITOS INDIVIDUAIS E SOCIAIS NA CF/88 AO RETROCESSO BRUTAL CONTEMPORÂNEO PÓS-IMPEACHMENT - Palestra URCA, Iguatu, Ceará


Palestra

DOS DIREITOS INDIVIDUAIS E SOCIAIS NA CF/88 AO RETROCESSO BRUTAL CONTEMPORÂNEO PÓS-IMPEACHMENT

proferida no encerramento do
I Congresso Nacional de Direito da URCA, Iguatu,
onde pude ser recepcionado pelos
Estudantes, Professores e Direção do Curso de Direito

__________________

Foto: a Profª Wanessa Lopes, da URCA, ao meu lado, foi quem, com muita elegância e competência, presidiu a mesa e moderou os questionamentos e diálogos



O PEC 241 (55) COMO ESTRANGULAMENTO DO ESTADO SOCIAL Palestra de Abertura do III Seminário da Pós-Graduação do ICHSA - UNICAMP

 
Palestra
O PEC 241 (55) COMO ESTRANGULAMENTO DO ESTADO SOCIAL
Palestra de Abertura do III Seminário da Pós-Graduação do ICHSA
Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA) – UNICAMP
...

venerdì 13 ottobre 2017

I CONGRESSO NACIONAL DE DIREITO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI, URCA, Iguatu








DIREITO, CINEMA E DIÁLOGOS CULTURAIS - I CONGRESSO NACIONAL DE DIREITO, URCA, Iguatu


פרשה בראשית

פרשה בראשית

בראשית ברא
 אלהים את השמים ואת הארץ

שבת שלום

ADDIO LUGANO BELLA (di Pietro Gori, 1895) con G. Gaber, E. Jannacci, L. Toffolo, O. Profazio, S. Pisu



ADDIO LUGANO BELLA
(di Pietro Gori, 1895)

con
Giorgio Gaber, Enzo Jannacci,
Lino Toffolo, Otello Profazio e Silverio Pisu

Addio Lugano bella
o dolce terra pia
scacciati senza colpa
gli anarchici van via
e partono cantando
con la speranza in cor.
E partono cantando
con la speranza in cor.

Ed è per voi sfruttati
per voi lavoratori
che siamo ammanettati
al par dei malfattori
eppur la nostra idea
è solo idea d'amor.
Eppur la nostra idea
è solo idea d'amor.

Anonimi compagni
amici che restate
le verità sociali
da forti propagate
è questa la vendetta
che noi vi domandiam.
E questa la vendetta
che noi vi domandiam.

Ma tu che ci discacci
con una vil menzogna
repubblica borghese
un dì ne avrai vergogna
noi oggi t'accusiamo
in faccia all'avvenir.

Noi oggi t'accusiamo
in faccia all'avvenir.
Banditi senza tregua
andrem di terra in terra
a predicar la pace
ed a bandir la guerra
la pace per gli oppressi
la guerra agli oppressor.
La pace per gli oppressi
la guerra agli oppressor.

Elvezia il tuo governo
schiavo d'altrui si rende
d'un popolo gagliardo
le tradizioni offende
e insulta la leggenda
del tuo Guglielmo Tell.
E insulta la leggenda
del tuo Guglielmo Tell.

Addio cari compagni
amici luganesi
addio bianche di neve
montagne ticinesi
i cavalieri erranti
son trascinati al nord.
E partono cantando
con la speranza in cor.

I DREAMED A DREAM - Anne Hathaway (Les Miserables)



I DREAMED A DREAM
(Anne Hathaway - Les Miserables)

I dreamed a dream in time gone by
When hopes were high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving.

Then I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted.
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted.

But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hope apart
As they turn your dreams to shame

He slept a summer by my side.
He filled my days with endless wonder,
He took my childhood in his stride,
But he was gone when autumn came.

And still I dreamed he'd come to me
And we would live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather.

I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream


I dreamed.

giovedì 10 agosto 2017

ANTROPOLOGIA JURÍDICA: UMA CONTRIBUIÇÃO SOB MÚLTIPLOS OLHARES


Está chegando o nosso 

ANTROPOLOGIA JURÍDICA: 
UMA CONTRIBUIÇÃO SOB MÚLTIPLOS OLHARES

coordenação de Pietro Nardella Dellova

A OPÇÃO CONSTITUCIONAL DE PAÍS A PARTIR DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS, com Pietro Nardella Dellova


A EMANCIPAÇÃO DA PESSOA HUMANA NO DIREITO CIVIL A PARTIR DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS, com Pietro Nardella Dellova


O DIREITO DE PROPRIEDADE E O DIREITO À MORADIA, com Pietro Nardella Dellova


O PEC 241 e a DESCONSTRUÇÃO DO ESTADO SOCIAL, com Pietro Nardella-Dellova


Minicurso DIREITO CIVIL CONSTITUCIONAL, com Pietro Nardella Dellova


venerdì 16 giugno 2017

RESPOSTA PÚBLICA A UM IDIOTA DO PRIVADO SOBRE LGBTI

Uma pessoa, bem idiota, interpelou-me agora mesmo pelo inbox, após ler meu texto sobre "Movimento LGBTI" (que postei neste meu Blog Café e Direito), questionando e dizendo (sic):
"Professor Dellova, eu li seu texto sobre os gays e lésbicas, e fiquei curioso para saber se o senhor é gay, porque se é, ficarei bem frustrado por saber que um Judeu, do povo eleito do Senhor dos Exércitos, é homossexual, porque isso é abominação" (sic)
Poucas vezes leio o "inbox" e, por acaso, dessa vez acabei lendo. Nada respondi, pois penso que essa resposta deva ser pública. Só os ratos se escondem.
Prezado senhor (que sequer conheço), penso que o senhor precisa urgentemente de algum tipo de tratamento, mas, fico feliz que tenha lido meu texto (certamente, o senhor tem suas razões para ler um texto cujo título é expresso). Fico feliz, pois não é um texto escrito apenas para quem está no Movimento LGBTI, mas, principalmente, para quem contra o movimento tem reservas, preconceitos e, como disse na sua mensagem, pragas!
Não sei o que senhor pensa dos Judeus. Imagino, pela sua mensagem, que não é coisa boa, pois qualquer um que ainda diga que o Povo Judeu é Eleito, Escolhido, deve ter algum problema - e grave! Pior fica quando alguém, como o senhor, diz que o Povo Judeu fora eleito pelo "Senhor dos Exércitos". Penso que o senhor deve passar o dia todo pensando em guerra, violência e, talvez, como matar seus vizinhos. Provavelmente, o senhor deve ser daqueles grupos que desejam, ardentemente, que Israel esmague os palestinos!
Enfim, não sei que tipo de porcaria o senhor anda lendo (e em quem língua), mas, vejo que precisa de cuidados especiais urgentemente.
Prezado senhor, não sou gay, e não vejo qualquer tipo de abominação nisso (seja lá o que for esta expressão "abominação"). Não sou gay apenas porque não sou gay. Se fosse, não seria diferente em nada, e não teria qualquer problema com a minha sexualidade. Aliás, não tenho! Talvez, apenas talvez, aqui caiba um esclarecimento do porquê defender direitos do grupo LGBTI. Por duas razões básicas: primeiro, porque sou um defensor e militante dos Direitos Humanos; segundo, porque não sou um bosta no mundo.
Por último, ser Judeu faz de mim uma pessoa responsável e ética (nunca estupidamente moralista), não porque algum "deus" me tenha escolhido, mas porque pessoas como o senhor acham que "algum deus me escolheu", e eu preciso diuturnamente provar que isso é a plena estupidez e transbordante perversidade!
(Pietro Nardella-Dellova)
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*

GLS, LGBT, LGBTTTIS, LGBTQ, LGBTQI, enfim, MOVIMENTO EMANCIPADOR LGBTI

Tenho muitos amigos e amigas, alunos e alunas, orientandos e orientandas, direta ou indiretamente envolvidos e envolvidas com o movimento LGBTI e, logicamente, seus direitos fundamentais e humanos, aos quais apoio porque defendo e milito pelas diversidades, pluralidades e direitos horizontais.
Desde os movimentos GLS até os abrangentes LGBTTTIS, parece-me que a luta pela conquista, manutenção e afirmação de direitos, não tem fim. Aqui, utilizo o termo LGBTI (usado pelos organismos internacionais, em especial, ONU).
São muitas as questões e aspectos deste movimento. Aqui, interessa apenas o aspecto de direitos plurais e direito à diversidade. Vejo o movimento, ao lado de alguns outros, como legítimo, autêntico e humano. É uma história dentro da História. Lilith e Saphos, enquanto mulheres, lutaram por direitos iguais. Os seres humanos transformados em escravos - e coisas, lutaram pela quebra das cadeias e da coisificação. Estrangeiros lutam por direitos iguais. Proletários lutam por direitos sociais. Oscar Wilde imaginou uma sociedade emancipada e foi por ela condenado (por conta de sua sexualidade). Mulheres (esposas) lutaram para terem direitos iguais a de seus maridos. Concubinas lutaram para serem reconhecidas como titulares de direitos familiares, assim como seus filhos.
Um dos obstáculos mais duros aos direitos humanos, por desgraça, tem sido as religiões. Por quê? Porque imaginam-se com a verdade única, com direito a impor ordens, legislar sobre a vida das pessoas. Gosto de estudar as religiões, e elas têm sido meu objeto de pesquisa faz anos, mas não a tolero no cenário político - de modo algum! Religião não é lei, é crença e cultura - e só! Há outros obstáculos!
Enfim, a cada ano, os grupos ligados a este autêntico movimento social, organizam e fazem suas "paradas", como manifestação de sua alegria, de seu protesto, de seus direitos e, principalmente, a fim de permitir à sociedade enxergar por outros ângulos, para além do quadrado religioso, do jurídico-patriarcal e dos preconceitos que formam a mente, o coração e o comportamento de uma grande, imensa, parcela da sociedade. A religião e o direito não podem "enquadrar" seres humanos, pois seres humanos são plurais, diversos: cada qual é um mundo!
Eu, como Professor de Direitos Humanos e de Direito Civil, como Judeu e como Poeta, venho lutando pela liberdade, igualdade e solidariedade entre pessoas e entre povos (escrevi o primeiro texto tratando dos direitos matrimoniais de homossexuais em 2000, publicado em Jornais, quando ainda escrevia colunas para a Folha de São Paulo e na Z Magazine, e, na mesma época, tratei do assunto no meu Programa de Rádio "Café e Direito e, em poucos dias retornarei ao assunto em nosso Programa "Vítimas da Lei", exibido pela Band-TV). Venho lutando pela emancipação humana e pelo reconhecimento de direitos a todo ser humano. Meu mundo não é unidimensional nem retilíneo, mas pluridimensional, circular, dialógico - e nele cabem todos. Penso e defendo um mundo libertário.
Finalmente, a todos e todas que participarem das novas Paradas marcadas para esta semana, desejo sucesso, força, alegria, festa, amplitude, emancipação, respeito, criatividade e, acima de tudo, humanidade!
(Pietro N-Dellova)
Doutorado pela UFF - Universidade Federal Fluminense. Pesquisador Bolsa-CAPES "Judaísmo e Direitos Humanos" pela PUC/SP. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciência da Religião "Literatura e Religião" pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil. Pós-graduado em Literatura. Graduado em Filosofia e Bacharel em Direito. Professor de Ciência Política, Direito Civil-Constitucional e Direitos Humanos. Coordenador do Grupo NUDAR - Teorias Críticas Aplicadas ao Direito. Poeta e Autor de vários Livros. Coordenador temático e Comentarista do Programa "Vítimas da Lei", exibido todo sábado pela Band-TV. Membro da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB, do Centro Cultural e Social (judaico) Bnei Chalutzim, do Gruppo Martin Buber, de Roma (para o Diálogo entre Israelenses e Palestinos), e da Accademia Napoletana (Napoli).

La falsa felicidad en las redes

Bill Maher A GERAÇÃO SELFIE

lunedì 12 giugno 2017

CULTURAL EXHIBITION "SYNPHONY OF COLORS AND LETTERS" by Ana Luisa Kaminsky and Pietro Nardella Dellova


CULTURAL EXHIBITION SYNPHONY OF COLORS AND LETTERS Paintings by Ana Luisa Kaminsky Poetry by Pietro Nardella-Dellova _________ Special Hall The International Congress of Human Rights Florianópolis, SC

domenica 14 maggio 2017

JUDAÍSMO E DIREITOS HUMANOS


Minicurso
JUDAÍSMO E DIREITOS HUMANOS 
com Pietro N-Dellova

LOCAL:
Centro Cultural e Social BNEI CHALUTZIM
(Alphaville, SP)

DATAS:
Três Encontros:
Segundas-feiras: 22/5, 29/5 e 5/6,
das 19h às 21h

PROGRAMA:

Encontro I

Estudo do Judaísmo como movimento emancipador e desenvolvimento do caráter universalista e internacionalista do Judaísmo; os conceitos de Jerusalém, Atenas e Roma como fontes do Direito ocidental; a voz dos Profetas judeus como militantes do processo de humanização do mundo; aspectos libertários do Judaísmo; fases do desenvolvimento dos Direitos Humanos; aspectos míticos e históricos dos Direitos Humanos.

Encontro II

Fontes judaicas dos Direitos Humanos; conexões intrínsecas entre Judaísmo e Direitos Humanos; antissemitismo como anti-humanismo; contribuições do Judaísmo para os Direitos Humanos; algumas lições talmúdicas para os Direitos Humanos; legado dos Pensadores judeus para os Direitos Humanos.

Encontro III

Em busca de um conceito para Judaísmo enquanto fonte dos Direitos Humanos; Judaísmo, Israel e Palestina; Judaísmo, Direitos Humanos e o mundo em constante perigo nazifascista; Judaísmo como enfrentamento e resistência à opressão; papel humanizador do Judaísmo. Aspectos humanizadores do Shabat e de outras Festas Judaicas.

______________
Investimento:
45,00 associados do Bnei
60,00 não associados

informações/inscrições
mauro@bnei.org.br 



domenica 23 aprile 2017

GENOCIDIO , VIOLENZA ED OLOCAUSTO

GENOCIDIO, VIOLENZA ED OLOCAUSTO

Il prossimo 24 aprile coincide con il 27 di Nissan (calendario ebraico): è Yom HaShoah in Israele, cioè Giorno del Ricordo dell'Olocausto: l’assassinio e lo sterminio di 6 milioni di Ebrei (1939-1945) dai nazisti. Per coincidenza, nel 24 aprile si ricorda anche il Genocidio di 1,5 milioni di armeni uccisi (1915-1923) dall'Impero Ottomano (attuale Turchia in particolare).

Insieme con i miei 6 milioni di Ebrei, altri 10 milioni de persone sono stati uccisi dai nazisti (1939-1945: disabili, disabili mentali, zingari, omosessuali, testimoni di Geova, polacchi e tedeschi antinazisti). Insieme: 16 milioni!

Come Ebreo, ho la responsabilità di ricordare le mie persone uccise, ed anche tutti gli altri uccisi, e per lo più sempre combattere, senza fine, ogni fascismo, ogni nazismo, l'autoritarismo, il militarismo, la ditatura, e resistere com tutta la mia forza a tutte le rotture con la democrazia.

© Pietro N-Dellova

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GENOCÍDIO, VIOLÊNCIA E HOLOCAUSTO

O próximo dia 24 de abril coincide com o 27 de Nissan (calendário judaico): é Yom HaShoa em Israel, isto é, Dia da Recordação do Holocausto: o assassinato e extermínio de 6 milhões de Judeus (1939-1945) pelos nazistas. Por coincidência, no dia 24 de abril se recorda também o Genocídio de 1,5 milhões de armênios assassinados (1915-1923) pelo Império Otomano (hoje, especificamente, Turquia).

Junto com os meus 6 milhões de Judeus, outros 10 milhões de pessoas foram assassinadas pelos nazistas (1939-1945: deficientes físicos, deficientes mentais, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová, poloneses e alemães anti-nazistas). Juntos: 16 milhões!

Como Judeu, tenho a responsabilidade de recordar as minhas pessoas assassinadas e, também, todos os outros assassinados, bem como combater, sem fim, cada fascismo, cada nazismo, o autoritarismo, o militarismo, a ditadura, e resistir com toda a minha força a todas as rupturas com a democracia.


© Pietro N-Dellova