alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Socioculturale, Diritti Umani, Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Resistenza Critica e Giustizia Democratica.
ברוך ה"ה







West Land Official Trailer

sabato 28 gennaio 2012

MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS


MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS
(ler, entender, confirmar apoio e COMPARTILHAR este post entre seus contatos, com URGÊNCIA CONSCIENTE!!)
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Caro amigo, salve!
Reencaminho, com urgência, a mensagem abaixo e o texto do MANIFESTO
Prof. Pietro Nardella-Dellova
Direito Civil - Universidade Federal Fluminense
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"Caríssim@ amig@.
Caso você queira subscrever o manifesto abaixo (MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS), encaminhe, com urgência, uma mensagem para MARCIO (msto@uol.com.br), afirmando SUBSCREVO, com as seguintes informações:
NOME
CARGO/PROFISSÃO
ESTADO
ABS
José Henrique Rodrigues Torres
JUIZ DE DIREITO
Presidente do Conselho Executivo
ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA"
---------------------------------------------------

MANIFESTO PELA DENÚNCIA DO CASO PINHEIRINHO À COMISSÃO INTERAMERICANA DE DIREITOS HUMANOS


No dia 22 de janeiro de 2012, às 5,30hs. da manhã, a Polícia Militar de São Paulo iniciou o cumprimento de ordem judicial para desocupação do Pinheirinho, bairro situado em São José dos Campos e habitado por cerca de seis mil pessoas.

A operação interrompeu bruscamente negociações que se desenrolavam envolvendo as partes judiciais, parlamentares, governo do Estado de São Paulo e governo federal.

O governo do Estado autorizou a operação de forma violenta e sem tomar qualquer providência para cumprir o seu dever constitucional de zelar pela integridade da população, inclusive crianças, idosos e doentes.

O desabrigo e as condições em que se encontram neste momento as pessoas atingidas são atos de desumanidade e grave violação dos direitos humanos.

A conduta das autoridades estaduais contrariou princípios básicos, consagrados pela Constituição e por inúmeros instrumentos internacionais de defesa dos direitos humanos, ao determinar a prevalência de um alegado direito patrimonial sobre as garantias de bem-estar e de sobrevivência digna de seis mil pessoas.

Verificam-se, de plano, ofensas ao artigo 5º, nos. 1 e 2, da Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José), que estabelecem que toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral, e que ninguém deve ser submetido a tratos cruéis, desumanos ou degradantes.

Ainda que se admitisse a legitimidade da ordem executada pela Polícia Militar, o governo do Estado não poderia omitir-se diante da obrigação ética e constitucional de tomar, antecipadamente, medidas para que a população atingida tivesse preservado seu direito humano à moradia, garantia básica e pressuposto de outras garantias, como trabalho, educação e saúde.
Há uma escalada de violência estatal em São Paulo que deve ser detida. Estudantes, dependentes químicos e agora uma população de seis mil pessoas já sentiram o peso de um Estado que se torna mais e mais um aparato repressivo voltado para esmagar qualquer conduta que não se enquadre nos limites estreitos, desumanos e mesquinhos daquilo que as autoridades estaduais pensam ser “lei e ordem”.

É preciso pôr cobro a esse estado de coisas.

Os abaixo-assinados vêm a público expor indignação e inconformismo diante desses recentes acontecimentos e das cenas desumanas e degradantes do dia 22 de janeiro em São José dos Campos.

Denunciam esses atos como imorais e inconstitucionais e exigem, em nome dos princípios republicanos, apuração e sanções.

Conclamam pessoas e entidades comprometidas com a democracia, com os direitos da pessoa humana, com o progresso social e com a construção de um país solidário e fraterno a se mobilizarem para, entre outras medidas, levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos a conduta do governo do Estado de São Paulo.

Isto é um imperativo ético e jurídico para que nunca mais brasileiros sejam submetidos a condições degradantes por ação do Estado.

1. Fábio Konder Comparato – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
2. Alaor Caffé Alves – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
3. Sérgio Salomão Shecaira – Professor Titular da Faculdade de Direito da USP
4. Maurides Ribeiro - Professor da Faculdade de Direito de Campinas – FACAMP
5. Kenarik Boujikian Felippe – Desembargadora do Tribunal de Justiça - SP
6. André Castro – Presidente da Associação Nacional de Defensor Públicos
7. Marcio Sotelo Felippe – Procurador do Estado de São Paulo (ex-Procurador Geral do Estado, 1995-2000)
8. Pedro Abramovay – Professor FGV – Rio
9. Aton Fon Filho – Advogado
10. Pedro Estevam Serrano – Professor PUC – SP
11. Pierpaolo Bottini – Professor - Direito USP
12. Antonio Maffezoli – Defensor Público Interamericano
13. Rodrigo Suzuki Cintra – Professor da Faculdade de Direito do Mackzenzie
14. Juvelino Strozake – Advogado
15. Andrei Koerner – Professor UNICAMP
16. Giane Ambrosio Alvares – Advogada
17. Roberta Silva Aidar Franco – Delegada de Polícia (SP)
18. Pietro Nardella Dellova, Prof. Direito Civil na Universidade Federal Fluminense

* mande um e-mail confirmatório para o MARCIO (msto@uol.com.br)
*

giovedì 26 gennaio 2012

La Donna d'Amare


LA DONNA D’AMARE

amo
il mio amore
il mio amore
il mio amore
il mio amor ch’è
musica, poesia, corpo e sangue!
la donna luna-nera
disegnata con dei e demoni,
donna piena, donna d’amare
notturna, all'alba e per tutta la giornata,
è una donna, una donna d’amare,
una donna con i capelli neri e senza fine,
la donna che amo è ribelle ed anarchica,
e grida
e piange
e ride senza fermarsi...
e pronunciando parole e musica,
viene, sorridente,
del sud, ombreggiata ora dal Colosseo:
il mio amore
il mio
amore è una donna
d’amare senza fine,
questa donna
d'amare
amo

(c) Pietro Nardella-Dellova, 2012 (alla donna senza fine)

mercoledì 25 gennaio 2012

Primeiramente, com os desdentados, mortos e, por último, com os entusiasmados da bandinha...





(...)
primeiramente, com honras, estou com os excluídos, injustiçados, favelados, piolhentos, leprosos, desdentados, trabalhadores (de verdade), passageiros dos alternativos, fedorentos e moribundos,
depois honro a memória dos mortos sob a violência integral da elite paulistana
e, se houver tempo,
vou ao boteco para embriagar-me e comer ovos cozidos e ver, sem honras, a bandinha dos entusiasmados passar.
(...)

Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2012

Juízes de-formados, policiais violentos e um governo no cilício


(...)
e quando juízes de-formados em preparatórios, encontram-se no mesmo tempo e espaço com policiais violentos recrutados por um governo que vive em constante cilício partidário, eis a merda fascista, judical e militar em sede reintegratória, com ares de sacralidade jurídica.
(...)

Pietro Nardella-Dellova, ERGA OMNES, 2012

*
*
*

(...)
e quando i giudici deformati in preparazione della televisione, sono nello stesso tempo e spazio con la polizia violenta reclutata da un governo che vive sotto costante punizione dei miti cattolici, ecco la merda fascista, giudiziaria e militare in azione di reintegrazione con l'aria di santità giuridica.
(...)

Pietro Nardella-Dellova, ERGA OMNES, 2012
*

INSEGNANTE (professor)

INSEGNANTE


(...)
ancora, e sempre,

alzati davanti a un insegnante,

perché ti fa conoscere

le lettere,

i numeri,

la terra,

il cielo,

l'aria,

l'acqua,

l'intera umanità

e, soprattutto,

il mondo al di là del tuo lettino!
... e non sarà necessario

alzarsi (in piedi) per nessun altro

(...)

(c) Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2012

*
*
*
PROFESSOR

(...)

Ainda, e sempre,
levante-te diante de um professor,
porque te faz conhecer
as letras,
os números,
a terra,
o céu,
o ar,
a água,
a humanidade inteira
e, sobretudo,
o mundo para além do teu berço!

...e não será necessário

levantar-se (e ficar em pé) por ninguém mais...
(...)

(c) Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2012

*


Bella, Fior della mia Canzone




Bella,

incanto e poesia,

musica e danza:

il più colorato

e profumato universo

del giardino sei tu,

solo tu,

sempre tu,

fior della mia canzone.

Pietro Nardella-Dellova, 2012


*
*

immagine: GLI STUDI 6, di Marcello Dellova
*
[SIAE-Italia] Società Italiana degli Autori ed Editori

*

mOviMeNto InTerNaZioNalE sTOp VIoLenZa DeLLa POliZIA ConTRO il POPolO !!!!




lunedì 23 gennaio 2012

Inno della Pace: INTERNAZIONALE ANARCHICA (Stanislao Alberici Giannini, 1874)



Internazionale Anarchica - Inno della Pace
di Stanislao Alberici Giannini

(1874)


Sù leviamo alta la fronte
o curvati dal lavoro
già sul culmine del monte
splende il sol dell'avvenir
splende il sol dell'avvenir

I superbi eroi dell'oro
i pastori d'ogni greggia
sia nel tempio o nella reggia
fà quell'astro impallidir

Pace pace ai tuguri del povero!
Guerra guerra ai palagi e alle chiese!
Non sia scampo all'odiato borghese
che alla fame agli stracci insultò!

I signori ci han rubato
il sudor dei nostri padri
le sorelle ci han stuprato
Ogni gioia ci rapir!
Ogni gioia ci rapir!

Ma un sol grido: morte ai ladri!
sia dal campo all'officina
Non più leggi di rapina!
Non più l'onta del servir!

Pace pace ai tuguri del povero!
Guerra guerra ai palagi e alle chiese!
Non sia scampo all'odiato borghese
che alla fame agli stracci insultò!

Sotto vel di patrio amore
gittan l'odio tra fratelli
ma dovunque è un oppressore
un fratello oppresso sta
un fratello oppresso sta

Nostro è il mondo e di novelli
a noi sacri un patto adduce
e quel patto è vita e luce
fratellanza e libertà

Pace pace ai tuguri del povero!
Guerra guerra ai palagi e alle chiese!
Non sia scampo all'odiato borghese
che alla fame agli stracci insultò!

O giustizia o nostra speme
il tuo regno affretta affretta!
E' da secoli che geme
la percossa umanità
la percossa umanità

Ma nel dì della vendetta
questa plebe ognor tradita
come belva inferocita
da ogni lato insorgerà

Pace pace ai tuguri del povero!
Guerra guerra ai palagi e alle chiese!
Non sia scampo all'odiato borghese
che alla fame agli stracci insultò!

ANARCHICI ITALIANI in memoria degli anarchici e degli arditi del popolo

Quando l'anarchia verrà 5-6 La storia del movimento ed il sogno della l...



QUANDO L'ANARCHIA VERRÀ
FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Senza governo: è l'idea che dalla metà dell'800 circola in Europa e in America, diventando un credo, uno stile di vita. Il termine negli anni ha assunto un connotato negativo: nell'accezione più comune, infatti, anarchia significa caos. Ma nella storia del movimento e delle idee significa il sogno della libertà.
Gli anarchici che qui vi raccontiamo appartengono alla FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Quando L'ANARCHIA VERRÀ 3-6 La storia del movimento ed il sogno della libertà



QUANDO L'ANARCHIA VERRÀ
FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Senza governo: è l'idea che dalla metà dell'800 circola in Europa e in America, diventando un credo, uno stile di vita. Il termine negli anni ha assunto un connotato negativo: nell'accezione più comune, infatti, anarchia significa caos. Ma nella storia del movimento e delle idee significa il sogno della libertà.
Gli anarchici che qui vi raccontiamo appartengono alla FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Quando L'ANARCHIA VERRÀ 2-6 La storia del movimento ed il sogno della libertà



QUANDO L'ANARCHIA VERRÀ
FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Senza governo: è l'idea che dalla metà dell'800 circola in Europa e in America, diventando un credo, uno stile di vita. Il termine negli anni ha assunto un connotato negativo: nell'accezione più comune, infatti, anarchia significa caos. Ma nella storia del movimento e delle idee significa il sogno della libertà.
Gli anarchici che qui vi raccontiamo appartengono alla FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Quando L'ANARCHIA VERRÀ 1-6 La storia del movimento ed il sogno della libertà



QUANDO L'ANARCHIA VERRÀ
FAI (Federazione Anarchica Italiana)

Senza governo: è l'idea che dalla metà dell'800 circola in Europa e in America, diventando un credo, uno stile di vita. Il termine negli anni ha assunto un connotato negativo: nell'accezione più comune, infatti, anarchia significa caos. Ma nella storia del movimento e delle idee significa il sogno della libertà.
Gli anarchici che qui vi raccontiamo appartengono alla FAI (Federazione Anarchica Italiana)

domenica 22 gennaio 2012

Celtic Woman, New Journey Live at Slane Castle, Ireland (2006)



Celtic Woman, New Journey Live at Slane Castle, Ireland (2006)
Purchase Info and Tour Dates: http://www.celticwoman.com
Slane Castle, Exclusive venue by the banks of the River Boyne http://www.slanecastle.ie

Filmed at Slate Catle, Co. Meath, Ireland, August 2006.
With very special thanks to Lord Henry Mount Charles.

Tracks include:
The Sky And The Dawn And The Sun, The Prayer, Caledonia, Newgrange, Orinoco Flow, Dulaman, The Blessing, Scarborough Fair, Granuaile s Dance, Over The Rainbow , Beyond The Sea, At The Ceili, Laschia Chio Pianga, Carrickfergus, Sing Out, The Last Rose Of Summer, Spanish Lady, Panis Angelicus, Shenandoah-Reels, The Voice, Danny Boy, Somewhere, Mo Ghile Mear, You Raise Me Up and Ceili Playout.

Procedimento Interpretativo

porta della mia Sinagoga Scuola, Lazio, Italia





(...)
in ogni caso è indispensabile il PROCEDIMENTO INTERPRETATIVO, impedito completamente, non quando qualcuno, per motivi fisici, ha uno, due o tutti i sensi, ostacolati, no ...
ma completamente impedito quando qualcuno ha uno, due o tutti i sensi impermeabilizzati.

... è qui inizia, poi la stoltezza!

(...)

Pietro Nardella-Dellova, il testo ILl PROCEDIMENTO INTERPRETATIVO, Facoltà di Diritto dell'USP, 2000
*
*
*
(...)

em todos os casos e' preciso um
PROCEDIMENTO INTERPRETATIVO,
impossibilitado completamente, não quando alguém, por razões fisicas, tem um, dois ou todos os sentidos obstaculizados, não...
mas, impossibilitado completamente quando alguém tem um, dois ou todos os sentidos impermeabilizados.

... e' ali que começa, então, a ESTULTÍCIA!

(...)

Pietro Nardella-Dellova, in texto PROCEDIMENTO INTERPRETATIVO, USP, 2000

sabato 21 gennaio 2012

Convite à Poesia e ao Blog ESCRITOS DO DÉCIO


Caros Amigos e Amigas, especialmente os do Brasil, Portugal e Países de Língua Portuguesa, convido-os para a dança dos versos e sopro dos ventos na POESIA de Décio Sanchis.

Trata-se de um dos maiores e mais competentes civilistas formado nas dores históricas das Arcadas, um Professor humanista, enfim, um dos maiores Mestres em Direito Civil que conheço, que, com inteligência, competência e abordagem crítica, Coordenou o Curso de Direito franciscano, em São Paulo.

Meu tutor, meu amigo, meu Coordenador que, entre outras "bênçãos" humanas, deu-me a oportunidade de ingressar na vida acadêmica do Direito, nos idos de 1994.

Responsável, também, pela contratação de Professores da envergadura de Sílvio Donizete Chagas (o primeiro professor processualista no Direito Alternativo), da professora Alice Bianchini, ícone do Direito Penal no Brasil, Professora Petilda Serva Vazquez (estupenda na Sociologia marxista), Silmara (processualista), entre outros gigantes.

A ele, consagro aqui minha amizade e reconhecimento. A ele, a quem conheci como Professor de Direito Civil e Coordenador, e de quem mereci a honra de iniciar minha carreira docente universitária. A ele, a quem agora redescubro, plenamente encantado, como Poeta.

Amigos e Amigas, convido a todos a sentirem esta brisa, este vento, esta dança, nos versos do seu O VENTO LEVE QUE A MIM LEVA e, também, acessarem o seu Blog ESCRITOS DO DÉCIO (endereço abaixo do texto), inscreverem-se, registrarem-se e divulgarem este trabalho, ouro puro da Literatura Brasileira.

Eccolo:



O VENTO LEVE QUE A MIM LEVA

O vento leve
Infla-me mais que a camisa
E ao passar por mim,
A mim me leva.

Terreno baldio,
Mato rasteiro,
um pé de mamona vadio
(Que a seu tempo dará munição
aos bodoques, estilingues, atiradeiras,
de ignorados gregos, ingleses, portugueses,
nas mãos armadas dos meninos).

Céu azul,
temporada de quadrados, pipas, arraias, papagaios.
Que sobem com todos com seus nomes
No rumo das nuvens brancas.

(Fácil o entendimento
entre os moleques desta rua
vindos de tão sortidos lugares:
Soltar pipas...que é isto? Ah...papagaios de papel, é assim que se chamam, pois...)

Época de pião, soltar pião.
Época de bolinhas de vidro, bolinhas de gude.
(E, mistério imenso,
Tudo em perfeito sincronismo
Em todas as paragens da cidade inteira)

Num átimo
Retorno à caminhada
Coração oxigenado.

Como sempre
Passado e presente
Seguem juntos.

Décio Sanchis

BLOG ESCRITOS DO DÉCIO
http://escritosdodecio.blogspot.com/


*

venerdì 20 gennaio 2012

La Cosa che Porto con me? POESIA

POESIA



La cosa che porto con me?

Porto la Poesia!
Poesia che mi insegna il cammino in ogni poro!
La Poesia che mi insegna la terra, l'aria, l'acqua e il fuoco ...
... La Poesia che mi fa vedere: Poesia per ribellarsi!

Ma la Poesia ch'io porto con me è anche una spada!

© Pietro Nardella-Dellova,

in Lettera di Viaggio, 2012

*
*
*
POESIA


A coisa que trago comigo?

Trago a Poesia!
Poesia que me ensina o caminho em cada poro!
A Poesia que me ensina a terra, o ar, a água e o fogo...
A Poesia que me faz enxergar: Poesia para eu me rebelar!

Mas, a Poesia que eu trago comigo também é uma espada!

© Pietro Nardella-Dellova,

in Lettera di Viaggio, 2012

*

Bella, a Vida em Cada uma das Estações ou, PEQUENO TEXTO PARA COMPARTILHAR


BELLA, A VIDA EM CADA UMA DAS ESTAÇÕES
OU, PEQUENO TEXTO PARA COMPARTILHAR

(...)
Não decida alguma coisa para a vida inteira, não decida pensando que seja para o resto da vida!

A vida não é uniforme, não é constante, não é um rio que se arrasta no deserto. A vida é violência, é mudança, é queda, é onda, é variação, é "devir"!

Decidir algo pensando na vida inteira ou, pior ainda, para o resto da vida, é um ato de imaturidade, de infantilidade e de perdição: o dia de amanhã não se chamará "a vida inteira", e mil variáveis, inclusive o acaso, interferirão no teu caminho!

Decida, sim, por etapas. Decida apenas até onde os teus olhos alcancem.

Não decida por profecia, prognósticos, advinhação ou pela vontade de alguém que tenha o poder: seja ele o teu irmão mais velho, teu pai-mãe, tua mãe-pai, o filho-vampiro, o filho-chefinho-pode-tudo, seja o prefeito, o governador, o presidente do teu país ou o presidente do país mais poderoso que o teu (e, muito menos, por quem te "deglutir" - real ou virtualmente - seja homem, mulher, gay ou fake (cônjuge, convivente, concubino, homoafetivo, virtual ou "por acaso") e, também, menos ainda, pela palavra do teu pastor, padre, rabino, pai-de-santo, médium (e respectivos espíritos doidos), mulá, guia espiritual, patrão, político (de direita e de esqueda), mensageiro, psicanalista, o juiz, o cabeleireiro, o promotor, o advogado, o escrevente, o oficial de justiça, o xerife, o aluno-monitor, o representante de sala-com-lista-abaixo-assinado, o zelador e outros usurpadores, tiranetes)

Rebele-se diante do poder em qualquer instância (na mesa, na praça, no sindicato, na prefeitura, no palácio, no fórum, no escritório, na escola, na ONU, na cama, no carro, no motel, no sofá, na boite, na internet, na igreja, na sinagoga, na mesquita, no centro, na loja, na academia, na diretoria, no salão, no condomínio, no grupo de estudo, no DP, no DA e no divam), pois todos eles, no que você chama "a vida inteira" ou "o resto da vida", te deixarão na tumba, sob terrinha e pedrinhas ou, feita em pó lançado ao vento.

Liberte-se pequena. Viva a vida, Bella. Viva-a em cada uma das suas estações!
(...)

(c) Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2012
*

mercoledì 18 gennaio 2012

o Livro A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS: II ANO


A MORTE DO POETA
NOS PENHASCOS
E OUTROS MONÓLOGOS

(em português): II ANIVERSÁRIO!!!!


Agradeço aos que tenham adquirido e apoiado o meu Livro A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS. Ed. Scortecci, 2009, 312 pág.

E convido a tantos outros, queridos companheiros, a conhecerem, apoiarem e adquirirem este Livro, disponível pelas lojas da Livraria Cultura

ou pelo seu site

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=2936919&sid=0182196871397672132643553


* a Livraria Cultura envia o livro para qualquer parte do mundo (já foram enviados para Israel, Itália, Portugal, Espanha, Argentina, Cuba, Estados Unidos, além de quaisquer dos Estados do Brasil)

Abraço cordial

Pietro Nardella-Dellova
*

martedì 17 gennaio 2012

O Estado Anárquico de Arrepio, Dança e Gozo Multifacetado




(...)
sempre quando vou, e quase nunca vou, a palestras, congressos, conferências, mesas, seminários, painéis, bancas, aula inaugural, vernissage, exposição, lançamentos e outros encontros sonolentos, bebo, antes, uma cachaça com limão ou um café com conhaque, (se estou no Brasil), ou grappa, caffè-grappa (se estou na Itália), e fico torcento pelo apocalipse nos aparelhos de som, de filmagem, d...e luz, enfim, pelo caos em todo o cenário, pelo sumiço dos papéis preparados para leitura e, por fim, pelo desaparecimento dos palestrantes, congressistas, conferencistas, oradores e artistas "power point", a fim de que surjam, do meio das cadeiras, do público, dos corredores, por detrás das cortinas, Poetas, Poetas de verdade, que simplesmente abram sua alma, seus olhos, sua boca e levem, todos, a um estado anárquico de arrepio, dança e gozo multifacetado (...)

(c) Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2012

PRINCIPESSA......(versi: Pietro Nardella Dellova (Napoli); musica: Paolo Filippi (Sicilia): opera em SIAE-ITALIA



PRINCIPESSA


Versi
Pietro Nardella Dellova
Musica
Paolo Filippi
(opera in siae Italia)

Conosci questo volo principessa ?
Volare cantare vivendo..
Andare verso il sole
Trovar la luna
Principessa
Principessa..
Ed abbracciare l'alba
E camminare
Verso acqua e baci
Conosci acqua del bacio
Senza fine
Principessa
Principessa..
VOLARE AL CIELO DELLA BOCCA TUA
E CONOSCERE LA TERRA
GIARDINI
LA MUSICA E POESIA
OGNI MOMENTO DEL NOSTRO VOLO...
Volare al sole tutta la giornata
Alla luna nella notte divina
L'amore dolce per tutta la vita
Principessa
principessa

opera in SIAE-ITALIA

la Poesia BELLA AL SUD e canzone LIBERAZIONE nella voce di Paolo Filippi



Esposizione della mia poesia BELLA al SUD e la canzone da Paolo Filippi LIBERAZIONE nella stessa voce di Paolo Filippi, grande musicista e Maestro siciliano!!! Ascoltare!!!

BELLA al SUD

(...)

conosci questo volo,
principessa?
e cantare,
e volare,
e vivere,
e andare verso al sole
e poi trovare la luna,
conosci questo sole
e questa luna,
principessa?
e abbracciare l’alba,
e camminare verso delle accque e baci,
conosci l'acqua del bacio senza fine,
principessa?
e volare al cielo della tua bocca,
e conoscere la terra,
il giardino,
la poesia,
la musica
ogni momento del nostro volo,
conosci la poesia,
la musica: volo d'amore,
principessa?
ed ancora
volare al sole
per tutta la giornata,
alla luna
per tutta la notte,
all’amore
per tutta la vita
di un bacio al centro di te,
conosci il tuo centro,
principessa?
e vivere la vita di ogni giorno,

perchè vogliamo il sole, la luna e i nostri amori al volo senza fine....

(...)

*
Pietro Nardella-Dellova, aprile 2011, in "BELLA al SUD PER AMARE SENZA FINE"

lunedì 16 gennaio 2012

Resta Qui (Stay with me) - Andrea Bocelli



RESTA QUI
Andrea Bocelli

Perderti così
Come un attimo
Mentre tutto va
Oltre i limiti
Della mia fantasia
Tu che eri mia!

Voli e brividi
Grandi sogni che
Forse realizzai
A che servono
Se tu non sei qui
Qui con me
Anche se ho sbagliato io…

Resta qui con me
io sarò per te
un angelo vero che songa e che sa
prederti la mano
e darti l’anima
resta qui
resta qui
tu che sei mia
un attimo e noi
voleremo là
dove tutto è paradiso se
noi noi saremo là
soli ma insieme.

Lo ritornerò credimi
L’uomo che hai amato in me

Resta qui con me
io sarò per te
un angelo vero che songa e che sa
rallentare il tempo
che non passerà
resta qui, resta qui,
tu che sei mia

Un attimo e noi
voleremo là
ogni giorno che
noi saremo insieme

*

*

Sentença a Josef Mengele (se for Mengele)



SENTENÇA A JOSEF MENGELE
(se for Mengele)
(1985)

Se for de Mengele a podre ossada
Que estava no descanso do Embu
Desfrutando do silêncio dos mortos,
Então, não houve pena a você.
E se for o corpo que boiava, inerte,
Nas águas do canal de Bertioga,
Sem que soubessem tentaram salvar,
Então, não houve morte a você...
Nada importa, víbora nojenta!
Se não houve pena à sua carne
E se não houve morte ao seu corpo:
Está no abismo, na treva, demônio!
Onde quisera mandar pessoas outrora,
Está queimando diuturnamente sem paz!

© Pietro Nardella-Dellova, NO PEITO, Editora L&S, 1989, pág 36


*

Josef Mengele - Il Medico Di Auschwitz 5/5

Josef Mengele - Il Medico Di Auschwitz 4/5

Josef Mengele - Il Medico Di Auschwitz 3/5

Josef Mengele - Il Medico Di Auschwitz 2/5

Josef Mengele - Il Medico Di Auschwitz 1/5

Jewish Partisans: זאָג ניט קײנמאָל (canzone partigiana degli ebrei: NON DIRE MAI)




[1942]
Testo di Hirsh Glik
Musica di Dimitri Pokrass [da una canzone popolare russa]
Lyrics: Hirsh Glik
Music: Dimitri Pokrass [based upon a Russian folksong]

La canzone fu scritta da Hirsh Glik all'età di soli 16 anni, quando ancora si trovava nel ghetto di Vilnius e divenne in breve tempo celeberrima, nonché l'inno del movimento di resistenza partigiana ebraica agli assassini nazisti.


* Yiddish

זאָג ניט קײנמאָל


זאָג נישט קיינמאָל אַז דו גייסט דעם לעצטן וועג,
כאָטש הימלען בלײַענע פֿאַרשטעלן בלאָע טעג ;
ווײַל קומען וועט נאָך אונדזער אויסגעבענקטע שעה –
עס וועט אַ פּויק טאָן אונדזער טראָט – מיר זייַנען דאָ!

פֿון גרינעם פּאַלמען - לאַנד ביז לאַנד פֿון ווייַטן שניי,
מיר קומען אָן מיט אונדזער פּייַן, מיט אונדזער וויי.
און וווּ געפֿאַלן ס'איז אַ שפּריץ פֿון אונדזער בלוט,
ס'וועט אַ שפּראָץ דאָרט אונדזער גבֿורה אונדזער מוט.

ס´וועט די מאָרגן-זון באַגילדן אונדז דעם הייַנט,
און דער נעכטן וועט פֿאַרשווינדן מיטן פֿייַנט,
און אויב פֿאַרזאַמען וועט די זון אין דעם קאַיאָר –
ווי אַ פּאַראָל זאָל גיין דאָס ליד פֿון דור צו דור.

דאָס ליד געשריבן איז מיט בלוט און ניט מיט בלײַ,
ס´איז ניט קיין ליד פֿון אַ פֿויגל אויף דער פֿרייַ.
דאָס האָט אַ פֿאָלק צווישן פֿאַלנדיקע ווענט,
דאָס ליד געזונגען מיט נאַגאַנעס אין די הענט.

טאָ זאָג ניט קיינמאָל אַז דו גייסט דעם לעצטן וועג,
כאָטש הימלען בלײַענע פֿאַרשטעלן בלאָע טעג.
ווײַל קומען וועט נאָך אונדזער אויסגעבענקטע שעה –
עס וועט אַ פּויק טאָן אונדזער טראָט – מיר זייַנען דאָ!

*Yiddish in transliteration

ZOG NIT KEYNMOL

Zog nit keynmol az du geyst dem letstn veg,
Khotsh himeln blayene farshtein bloye teg.
Kumen vet nokh undzer oysgebenkte sho -
S'vet a poyk ton undzer trot - mir zaynen do!

Fun grinem palmenland biz vaysn land fun shney,
Mir kumen on mit undzer payn, mit undzer vey,
Un vu gefain s'iz a shprits fun undzer blut,
Shprotsn vet dort undzer gvure, undzer mut.

S'vet di morgnzun bagildn undz dem haynt,
Un der nekhtn vet farshvindn mitn faynd,
Nor oyb farzamen vet di zun in dem kayor -
Vi a parol zol geyn dos lid fun dor tsu dor.

Dos lid geshribn iz mit blut un nit mit blay,
S'iz not keyn lidl fun a foygl af der fray,
Dos hot a fold tsvishn faindike vent
Dos lid gezungen mit naganes in di hent!

To zog nit keynmol az du geyst dem letstn veg,
Khotsh kimlen blayene farshtein bloye teg,
Kumen vet nokh undzer oysgebenkte sho -
S'vet a poyk ton undzer trot - mir zaynen do!

* Italian translation

NON DIRE MAI

Non dire mai che hai percorso l'ultimo cammino
anche se le nuvole nascondono l'orizzonte
verrà ancora la nostra ora tanto attesa
risuonerà ancora il nostro passo "noi siamo qui"

Dalle terre delle verdi palme alla terra delle bianche nevi
noi veniamo con il dolore delle nostre sofferenze
e dove è caduta una stilla del nostro sangue
lì fiorirà il nostro coraggio, il nostro eroismo

Questo canto è scritto con il sangue, non con l'inchiostro
non è un canto di un uccello in libertà
questo l'ha scritto un popolo fra muri che crollavano
l'ha cantato con i mitra in mano

Il sole del mattino illuminerà d'oro il nostro oggi
e il nostro ieri si dissolverà con il nemico
ma anche se il sole e l'alba tardassero
come una parola d'ordine, questo canto andrà di generazione in generazione.

Non dire mai che hai percorso l'ultimo cammino
anche se le nuvole nascondono l'orizzonte
verrà ancora la nostra ora tanto attesa
risuonerà ancora il nostro passo "noi siamo qui"

* traduzione ebraica

שיר הפרטיזנים

ביצוע: שמעון ישראלי
מילים: הירש גליק
לחן: לא ידוע
גירסה עברית: אברהם שלונסקי

אל נא תאמר הנה דרכי האחרונה
את אור היום הסתירו שמי העננה
זה יום נכספנו לו עוד יעל ויבוא
ומצעדינו עוד ירעים אנחנו פה

מארץ התמר עד ירכתי כפורים
אנחנו פה במכאובות ויסורים
ובאשר טיפת דמנו שם נגרה
הלאינוב עוד עוז רוחנו בגבורה

עמוד השחר על יומנו אור יהל
עם הצורר יחלוף תמולנו כמו צל
אך אם חלילה יאחר לבוא האור
כמו סיסמא יהא השיר מדור לדור

בכתב הדם והעופרת הוא נכתב
הוא לא שירת ציפור הדרור והמרחב
כי בין קירות נופלים שרוהו כל העם
יחדיו שרוהו ונגאנים בידם

על כן אל נא תאמר דרכי האחרונה..

*English translation

NEVER SAY

Never say that there is only death for you,
Though leaden skies may be concealing days of blue,
Because the hour we have hungered for near;
Beneath our tread the earth shall tremble -- we are here!

From land of palm tree to the far-off land of snow,
We shall be coming with our torment and our woe;
And everywhere our blood has sunk into the earth,
Shall our bravery, our vigor blossom forth.

We'll have the morning sun to set our day aglow,
And all our yesterdays shall vanish with the foe;
And if the time is long before the sun appears,
Then let this song go like a signal through the years.

This song was written with blood and not with lead;
It's not a song that summer birds sing overhead;
It was a people among toppling barricades,
That sang this song of ours with pistols and grenades.

Never say that there is only death for you,
Though leaden skies may be concealing days of blue,
Because the hour we have hungered for is near;
Beneath our tread the earth shall tremble, -- we are here!

* traduzione francese

NE DIS JAMAIS

Ne dis jamais que c’est ton denier chemin
Malgré les cieux de plomb qui cachent le bleu du jour
Car sonnera pour nous l’heure tant attendue
Nos pas feront retentir ce cri : nous sommes là

Le soleil illuminera notre présent
Les nuits noires disparaîtront avec l’ennemi
Et si le soleil devait tarder à l’horizon
Ce chant se transmettra comme un appel

Ce chant n’a pas été écrit avec un crayon mais avec du sang
Ce n’est pas le chant d’un oiseau en liberté :
Un peuple entouré de murs qui s’écroulent
l’a chanté, nagan* à la main

Du vert pays des palmiers jusqu’au pays des neiges blanches
Nous arrivons avec nos souffrances et nos douleurs
Et là où est tombé la plus petite goutte de sang
Jaillira notre héroïsme et notre courage

C’est pourquoi ne dis jamais que c’est ton dernier chemin
Malgré les cieux de plomb qui cachent le bleu du jour
Car sonnera pour nous l’heure tant attendue
Nos pas feront retentir ce cri : nous sommes là

*nagan, pistolet de l'armée rouge

* traduzione tedesca

SAGE NIMMER MEHR
Jüdisches Partisanenlied

Sage nimmer mehr, du gehst den letzten Gang,
weil Gewölk wie Blei den blauen Tag verschlang.
Die ersehnte Stunde kommt und sie ist nah -
unser Massenschritt wird pauken: Wir sind da.

Aus der Welt der Palmen - Welt von Eis und Schnee-
kommen wir mit unsrer Pein, mit unsrem Weh.
Wo ein Tropfen ward verspritzt von unserem Blut,
werden sprießen unsre Flinten, unser Mut.

Unser Tag im goldnen Morgenlichte scheint -
unser Gestern wird verschwinden mit dem Feind.
Ob der Himmel uns die Sonne überzieht -
unsren Enkeln sei Parole unser Lied.

Dieses Lied steht da in Blut und nicht in Blei.
Sang kein Vogel diese Weise, leicht und frei -
zwischen stürzendem Gemäuer, Rauch und Brand
sang ein Volk dies Lied, die Waffe in der Hand.

So sage nimmer mehr, du gehst den letzten Gang,
weil Gewölk wie Blei den blauen Tag verschlang.
Die ersehnte Stunde kommt und sie ist nah -
unser Massenschritt wird pauken: Wir sind da.

* traduzione olandese/flamminga

ZEG NOOIT

Zeg nooit dat je de laatste weg gaat,
Al bedekken onheilspellende wolken de heldere lucht,
Het uur waar we zo naar verlangen zal zeker komen
Onze dreunende stappen zullen klinken: wij leven.

Van het land waar palmen groeien
Tot het land van sneeuw
Komen wij, met ons leed, met onze pijn
En waar ons bloed gevloeid heeft
Daar zullen onze kracht en onze moed weer open bloeien.

De zon van morgen zal het heden overstralen,
Met de vijand zal de duisternis verdwijnen.
Maar komt er geen nieuwe dageraad
En zou de zon niet schijnen,
Dan zal ons lied als een parool klinken.

Niet met inkt, maar met bloed is ons lied geschreven,
Het is niet het lied van een vogel die in vrijheid zingt,
Maar bij het instorten van de muren
Heeft een volk gezongen met geweren in de hand.

Dus zeg nooit dat je de laatste weg gaat,
Al bedekken onheilspellende wolken de heldere lucht,
Het uur waar we zo naar verlangen zal zeker komen
Onze dreunende stappen zullen klinken: wij leven.

* traduzione russa

НИКОГДА НЕ ГОВОРИ

Никогда не говори - не позабудь! -
Что идешь ты в свой последний грустный путь.
Он придет, пробьет великий этот час -
Простучат шаги: "Мы здесь. Мы судим вас!"

От зеленых пальм до голубых снегов
Мы проходим с болью двадцати веков.
Где упала капля нашей крови - там
Мужество взойдет, рванется к небесам.

Утреннее солнце золотит наш день.
Сгинет враг, и сгинет даже вражья тень.
Если прояснится даль не до конца -
Сын узнает песню эту от отца.

Мы писали кровью, кровью не свинцом,
Это не синичка свищет над крыльцом.
Это в старом гетто скорбный наш народ,
Сжав в руках гранаты, песнь свою поет.

Никогда не говори - не позабудь! -
Что идешь ты в свой последний грустный путь.
Он придет, пробьет великий этот час -
Простучат шаги: "Мы здесь. Мы судим вас!"

* traduzione spagnola

NUNCA DIGAS

Nunca digas que esta senda es la final.
Acero y plomo oculta un cielo celestial.
Nuestra hora tan sonyada llegara,
redoblara nuestro marchar "!Henos aca!".

Desde las nieves a las palmas de Sion,
henos aqui con el dolor de esta cancion.
Mas donde nuestra sangre caiga o caera,
Nuestro valor, nuestro heroismo brotara.

La luz del alba nuestro dia alumbrara,
con el ayer al enemigo borrara.
Pero, si tarda, pasara nuestra cancion
como consigna de una a otra generacion.

Con sangre y plomo esta cancion escrita esta.
No es la de un pajaro que vive en libertad,
sino de un pueblo que entre muerte y destruccion
canto con armas en la mano esta cancion.

Y nunca digas que esta senda es la final.
Acero y plomo oculta un cielo celestial.
Nuestra hora tan sonyada llegara,
redoblara nuestro marchar "!Henos aca!".

* traduzione portoghesa

NÃO DIGA JAMAIS

Não diga nunca que este é o nosso último caminho
Ainda que as nuvens escondam o horizonte
Virá ainda a nossa hora tanto esperada
Ressonará o nosso passo ainda “estamos aqui”

Das terras de verdes palmeiras até as terras de brancas neves
Non viremos com a dor do nosso sofrimento
E onde caiu cada gota do nosso sangue
Ali mesmo florescerá a nossa coragem, o nosso heroismo

Esta canção foi escrita com o sangue, não com tinta,
não é uma canção de um pássaro livre
é escrita por um povo preso dentro de muros
e a cantou com o fuzil na mão

O sol da manhã iluminará como ouro o nosso hoje
E o nosso ontem desaparecerá com o nosso inimigo
Mas, ainda que o sol e a alvorada tardem
Como um mandamento, esta canção passará de geração em geração.

Não diga nunca que este é o nosso último caminho
Ainda que as nuvens escondam o horizonte
Virá ainda a nossa hora tanto esperada
Ressonará o nosso passo ainda “estamos aqui”
*


fonte: CANZONI CONTRO LA GUERRA
http://antiwarsongs.org/

*

Bella Ciao - ORIGINALE



BELLA CIAO

Una mattina mi sono svegliato,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
Una mattina mi sono svegliato,
e ho trovato l'invasor.

O partigiano, portami via,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
O partigiano, portami via,
ché mi sento di morir.

E se io muoio da partigiano,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
E se io muoio da partigiano,
tu mi devi seppellir.

E seppellire lassù in montagna,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
E seppellire lassù in montagna,
sotto l'ombra di un bel fior.

Tutte le genti che passeranno,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
Tutte le genti che passeranno,
Mi diranno «Che bel fior!»
«È questo il fiore del partigiano»,
o bella, ciao! bella, ciao! bella, ciao, ciao, ciao!
«È questo il fiore del partigiano, morto per la libertà!»

ΆΘΕΟΣ (άθεος -àtheos) è una parola greca?




ΆΘΕΟΣ (άθεος -àtheos) è una parola greca?

Una parola greca serve per tradurre il pensiero greco, romano e medioevale? Allora, se άθεος è una parola greca, io sono άθεος in questo senso del pensiero religioso greco, romano e medioevale!

Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2011
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ΆΘΕΟΣ (άθεος -àtheos) é uma palavra grega?

Uma palavra grega serve para traduzir o pensamento grego, romano e medieval?
Então, se άθεος é uma palavra grega, eu sou άθεος neste sentido do pensamento religioso grego, romano e medieval!

Pietro Nardella-Dellova, in Lettera di Viaggio, 2011

Invito: Facoltà di Giurisprudenza dell'Università di Napoli II




INVITO

Incontro di Studio sul tema "Questioni di fine vita", in occasione della pubblicazione del volume di Massimo Villone, Il diritto di morire, Napoli, 2011

- Facoltà di Giurisprudenza dell'Università di Napoli Federico II (Aula Pessina) - 2 febbraio 2012, ore 16,00".

http://www.giurisprudenza.unina2.it/

Corcovado, di TOM JOBIM nella voce di PAOLO FILIPPI



CORCOVADO
Tom Jobim

Um cantinho e um violão
Este amor, uma canção
Pra fazer feliz a quem se ama

Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar

Da janela vê-se o Corcovado
O Redentor que lindo

Quero a vida sempre assim com você perto de mim
Até o apagar da velha chama

E eu que era triste
Descrente deste mundo
Ao encontrar você eu conheci
O que é felicidade meu amor

O que é felicidade, o que é felicidade

*

Noam Chomsky: Gli Stati Uniti non sono una democrazia (English sot Italiano)