alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







mercoledì 21 febbraio 2018

NOTA: da Diretoria da Scholem Aleichem contra antissemitismo e processos de fascistização


שיר הפרטיזנים (Shir Hapartizanim), שמעון ישראלי, השיר והמילים


SHIR HAPARTIZANIM
Al na tomàr: inè darkì haakhronà,
et or hayòm histìru shmey ha'annanà.
Ze yom nikhsàfnu lo 'od ya'al veyavò,
umits'adèynu 'od yor'ìm: anàkhnu po!
Ze yom nikhsàfnu lo 'od ya'al veyavò,
umits'adèynu 'od yor'ìm: anàkhnu po!


Meèrets hatamàr 'ad yarkatèy kforìm
anàkhnu po bemakhovòt veissorìm,
uveashèr tìpat damènu sham nigrà
halò yanùv 'od 'oz rukhènu begvurà.
Uveashèr tìpat damènu sham nigrà
halò yanùv 'od 'oz rukhènu begvurà.


Amùd hashàkhar 'al yomènu 'or yahèl,
'im hatsorèr yakhlòf tmolènu kmo tsel.
Am 'im halìla yàkher lavò ha'òr
kmo sìsma yèhe hashìr midòr ledòr.
Am 'im halìla yàkher lavò ha'òr
kmo sìsma yèhe hashìr midòr ledòr.


Bikhtàv hadàm veha'ofèret, hu nikhtàv.
Hu lo shiràt tsipòr hadròr vehamerkhàv,
ki ven kiròt noflìm sharùhu kol ha'àm
yakhdàv sharùhu venagànim beyadàm.
Ki ven kiròt noflìm sharùhu kol ha'àm
yakhdàv sharùhu venagànim beyadàm.


Al na tomàr: inè darkì haakhronà,
et or hayòm histìru shmey ha'annanà.
Ze yom nikhsàfnu lo 'od ya'al veyavò,
umits'adèynu 'od yor'ìm: anàkhnu po!
Ze yom nikhsàfnu lo 'od ya'al veyavò,
umits'adèynu 'od yor'ìm: anàkhnu po!

lunedì 19 febbraio 2018

SIM, EM NOSSO NOME: MANIFESTO JUDAICO CONTRA FASCISTIZAÇÃO

SIM, EM NOSSO NOME:

"Se minha teoria da relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemāo e a França me declarará um cidadāo do mundo. Mas, se nāo estiver a França dirá que sou alemāo e os alemāes dirāo que sou judeu”  (EINSTEIN)





A combinação da campanha eleitoral em um Brasil extremamente polarizado e sob governo ilegítimo, com o acirramento do permanente conflito do oriente médio, tem provocado, nos últimos dias, o ressurgimento de manifestações extremadas que ligam ambas as questões. À esquerda, sob mal disfarçado antissemitismo, busca-se definir a condição judaica como um bloco monolítico constituído por pessoas da direita vinculadas ao poder econômico. Não se hesita, para isso, sequer em dar destaque a um inexpressivo e caricato, recém-criado grupo de judeus sem representatividade alguma, que veio a público vincular seu acrítico apoio ao governo israelense com sua admiração pelo fascismo brasileiro.

A direita, como bem exemplificado exatamente no mesmo texto, joga na categoria de traidor todo e qualquer judeu progressista. Confunde crítica ao governo israelense com ataque ao Estado de Israel e à condição judaica.

Omitem ambas que, como em qualquer grupamento humano, estão representados entre os judeus todos os matizes do espectro ideológico. De Rosa de Luxemburgo a Milton Fridman, lideranças representativas de posições antagônicas marcaram e marcam a Historia.

Há uma lúcida e atuante esquerda judaica em Israel e na diáspora, à qual nós judeus de esquerda brasileiros nos filiamos.

Defendemos tanto o Direito da Existência do Estado de Israel (sionismo) quanto o Dever da Desocupação dos Territórios ocupados há 50 anos; Defendemos também o Repúdio a qualquer tipo de apoio, sob qualquer pretexto a qualquer candidato fascista ao governo brasileiro. Aparentemente opostas, ambas as posições extremistas servem ao mesmo e nefasto propósito.
 
Identificamo-nos com as inúmeras organizações que hoje unem árabes, palestinos e judeus em incessante diálogo, buscando a derrubada da resistência à Paz e a dois Estados Soberanos.

Identificamo-nos com os Movimentos Juvenis Judaicos e muitos outros judeus progressistas que se opuseram e seguem se opondo, com veemência, ao palco oferecido por um setor minoritário da comunidade judaica a um político que representa o que de pior já produziu a extrema direita brasileira. Para a esquerda somos cúmplices das políticas de governo, lá e aqui. Para a direita somos antissemitas.

AMBAS ESTÃO ERRADAS.

Sim, somos judeus.
Sim, defendemos a existência do Estado de Israel.
Sim, somos de esquerda.
Sim, defendemos o fim das ocupações ilegais.
Sim, defendemos dois Estados Soberanos para dois povos.
Sim, somos contra o atual governo brasileiro usurpador.
Sim, repudiamos o fascismo com todas as nossas forças.
Sim, e em nosso nome.

ASSINAM O MANIFESTO, ENTRE OUTROS


O presente texto foi redigido por Tânia Maria Baibich, Michel Gherman e Marcelo Jugend, submetido a debate, correções, inserções e adequações por parte dos membros do coletivo "Articulação Judaica". Uns e outros assinam abaixo

1. Alberto Kleinaso
2. Anabela Puczynski
3. Andrea Metzker
4. Andréa Wien de Sá
5. Ari Roitman
6. Beni Iachan
7. Beatrice Goldfeld
8. Beto Goifman
9. Beto Slomka
10. Betty Boguchwal
11. Bruno Bimbi
12. Bruno Kreszow
13. Celso Zilbovicius
14. Clara PolitiSp
15. Clarisse Goldberg
16. Claudia Fernandes
17. Cláudia Hausman Silveira
18. Claudio Rehfeld
19. Cris Catalina Charnis Sim, em nosso nome! Professora de Geografia do EFII de São Paulo.
20. Cristina Konder
21. Dani Rudnicki. Professor. Conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do RS
22. Daniel Becker pediatra e escrito
23. Daniela Szwertszarf , doutoranda em filosofia pela UFBA
24. Denise Bergier
25. Denise Gaspar
26. Eduardo Reznik
27. Eduardo Strachman
28. Eliana Naslauski
29. Eliane Pszczol
30. Emil Eskenazy Lewinger
31. Enio Lindenbaum
32. Fábio Belo
33. Fabio Cezar Montibello
34. Fabio Gielkop , economista.
35. Fernanda Carmi Armel
36. Fernando AC Teoria Política DCH UNOPAR
37. Gabriel Douek
38. Gisele Gass
39. Glenda Rubinstein
40. Guilherme Cohen
41. Gustavo Perez
42. Heliete Vaitsman
43. Henrique Samet
44. Hilda Liberman
45. Iara Czresnia
46. Igor Gak
47. Ilana Sancovschi
48. Ines Fridman Garcia
49. Ivo Bucaresky- Economista
50. Ivo Coser
51. James N Green
52. Jean Gruson
53. Jorge Velasco
54. Jose Marcos Thalenberg
55. José Taragona
56. Josebel Rubin
57. Judith Fiszon
58. Julio Pinto
59. Lara Vainer Schucman
60. Laura Trajber Waisbich
61. Leana Naiman Bergel
62. Leandro Cordeiro
63. Leonardo Fuks
64. Leonardo Tkacz
65. Lucia Chermont
66. Marcelo Jugend advogado, ativista em direitos humanos
67. Marcelo Semiatzh
68. Marco Soares
69. Margarete Marques
70. Maria Fiszon
71. Maria Lucia De Camargo Andrade
72. Marilene Nagle
73. Marina Costin Fuser
74. Mauro Lipman
75. Mauro Nadvorny - Perito em Veracidade. Membro do J-Amlat.
76. Maysa Blay
77. Michel Gherman
78. Michel Mahiques • Professor Titular, Universidade de São Paulo
79. Milton Botler
80. Monica Fagundes
81. Monica Seincman
82. Naslauski Silvio Movimento intereligioso pela Cidadania Santos.
83. Nathan Rosenthal
84. Nathan Tyger
85. Newton Blanck
86. Otto Washington Londres
87. Paola Platner
88. Pedro Bronz cineasta
89. Pietro Nardella-Dellova, Poeta, Professor de Direito e Direitos Humanos, Pesquisador pelo PPGSD/UFF, RJ, e pelo PROCRE/PUC-SP. Membro da "Accademia Napoletana"
90. Renata Gherman
91. Renato Bekerma
92. Rita Voss
93. Robinson Canavezzi
94. Rodrigo Baumworcel
95. Rose Gutlerner Saisse
96. Roseli Goifman
97. Samuel Neuman
99. Sandra Mendel • médica psiquiatra
100. Selma Gomes de Paula
101. Selma Majerowicz
102. Selma Zalcman
103. Sérgio Bloch – Cineasta
104. Sergio Feldman
105. Sílvio Lewgoy
106. Simone Plachta
107. Stela Goldenstein
108. Susane Worcman
109. Tania Goldbach
110. Tânia Maria Baibich. Professora Titular PPGE/UFPR
111. Thiago Herzog
112. Thiago Peretz
113. Thomás Gleizer Feibert
114. Valéria Gerber
115. Wanda Weltman, bibliotecária COC/Fiocruz.
116. Ari Friedenbach
117. Michel Robin Rabinowitz
118. Charles Kirschbaum
119. Rogerio Lessa Benemond
120. Marcia Niskier
121- Bernardo
122- Isaac Bernat
123- Jaime
124- Renata Utler Cromberg
125- Gladys Chalom











venerdì 16 febbraio 2018

Aula Magna: Frei Thiago Alexandre Hayakawa e Prof. Pietro Nardella Dellova: DIVERSIDADE RELIGIOSA

Aula Magna

DIÁLOGO (IN)PERTINENTE SOBRE A IMPORTÂNCIA DA DIVERSIDADE RELIGIOSA PARA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

com
Frei Thiago Hayakawa 
Prof. Pietro Nardella Dellova

1/3/2017, às 19:30

Curso de Direito
Universidade São Francisco
Campus Cambuí

martedì 6 febbraio 2018

CRISTIANE BRASIL, A HIPOCRISIA DE CÁRMEN LÚCIA E A MANADA EJACULANTE DE BOIS LINCHADORES, por Pietro Nardella Dellova

CRISTIANE BRASIL, A HIPOCRISIA DE CÁRMEN LÚCIA E A MANADA EJACULANTE DE BOIS LINCHADORES
A suspensão da Posse de Cristiane Brasil, como Ministra do Trabalho, deu-me até aqui uma certeza: o Judiciário, a mídia e boa parte da população, vivem de gosma e de hipocrisia!
Não cabe, neste caso, análise subjetiva, ou seja, gostar ou não da sra Brasil. A suspensão da Posse, que iniciou com o pedido de uma grupo de Advogados trabalhistas de Niterói, terminou, por sua vez, nas mãos da Ministra Carmen Lúcia. A iniciativa dos Advogados até se justifica (em certa e miserável medida, convenhamos!), pois são Advogados trabalhistas, mas quando chega às mãos da sra. Carmen Lúcia ganha o contorno final de uma grande e sonora hipocrisia. É hipocrisia da Carmen Lúcia, exatamente ela que deu voto a favor de Aécio Neves (pego em gravação criminosa). Se a sra. Cristiane Brasil tem, ou não, requisitos objetivos para assumir uma Pasta, é outra coisa, porém, até aqui, excetuando a hipocrisia, nada há que a impeça de assumir o cargo. Por que Carmen Lúcia beneficia o Aécio Neves e atropela a Cristiane Brasil? Porque Aécio é "pica grande", enquanto a sra Brasil é uma babaquinha, sobre a qual se pode praticar "atos" judiciais de hipocrisia.
Faz alguns dias, a Globo vem exibindo o vídeo da sra. Brasil com vários homens (sem camisa), no qual ela fala sobre seu caso e se defendendo. Para os "donos da moralidade global", ela cometeu quase um crime em aparecer pequenina entre homens gigantes. Desde domingo, a mesma Globo veicula um áudio em que a nomeada, sra. Brasil, fala a funcionários de uma Secretaria do Rio de Janeiro, pedindo apoio para votos. A Globo vê crime nisso. Ouvi três vezes os áudios e nada (eu disse: nada!), sugere constrangimento aos funcionários. Ela não ameaça os funcionários em momento algum - e nem zomba dos eleitores. É ridículo dizer isso sobre ela. Mas, a Globo, super "ética", que deve milhões para a Previdência, e outros milhões de impostos, patrocinada por Bancos, defensora diuturna da Reforma da Previdência, promotora da ruptura, digo, Impeachment, considera-se moralmente superior para julgar a sra. Brasil.
Confesso, a Cristiane Brasil, no meio de tudo isso, não cheira nem fede. Mas, o governo Temer, protegido pela sra Carmen Lúcia, sim, é criminoso. Enquanto Cármen Lúcia manifesta toda a sua hipocrisia, a sra Brasil não passa de "boi de piranha". Hipocrisia, hipocrisia e "outra coisa", movem a sra Cármen Lúcia e, no presente caso, atacar ou expor a Cristiane Brasil atende apenas a uma multidão de cérebros de minhoca, noveleiros, linchadores, fofoqueiros e massa de manobra. Se a Cristiane Brasil é "boi de piranha" nas mãos atuais da hipócrita Carmen Lúcia, a multidão que "ejacula" a cada ataque contra a Deputada, é manada, manada de bois, levada ao matadouro.
Esse país não é sério e suas "instituições" não são sérias!
Pietro Nardella-Dellova
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lunedì 5 febbraio 2018

APOLOGIA À TORTURA: ARTIGO 287 DO CÓDIGO PENAL (Bloco Porão do DOPS 2018)

APOLOGIA À TORTURA: ARTIGO 287 DO CÓDIGO PENAL

Mergulha em dias infelizes o desarranjo do nosso pluralismo axiológico (diversidade ética e de ideologias) que haveria de operar como sustentáculo de um Estado de Direito qualificado como “Democrático”. Julgo que a carnavalização alegórica da publicidade política é uma das grandes responsáveis por essa catástrofe. (De)formadores de opinião que se comportam como animadores de auditórios (agora digitais) obsessivamente cultivam uma subcidadania irresponsavelmente lúdica e leviana, capaz de apenas se comportar como crente de ídolos ou fã de celebridades, via de regra oriundas das elites parasitárias da comunicação e do entretenimento. Ou pior: docilizadas sob suas asas. Isso em todo um espectro político que se autoengendra circularmente por uma espécie de merecimento mútuo e vicioso das torcidas: da repaginação conservadora aos recém convertidos a uma obsoleta ex-querda cada vez mais disposta a dissipar um senso comum leniente com absurdos morais (penalmente condenáveis) em nome de confusas “causas” e genuínos credos personalistas. Em ambos os casos, os extremos postulam sociedades sem Direito, governadas por ideais de Justiça ridiculamente absolutos. 

Porém, a questão aqui é muito mais direta: o tal BLOCO NOVA DIREITA, do carnaval de São Paulo, que celebra os ignominiosos Carlos Alberto Brilhante Ustra (comandante do DOI-CODI, Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna) e Sérgio Fleury (Delegado do DOPS, Departamento de Ordem Política e Social). Não caberia discutir agora a glorificação acrítica do período militar ou dos grupelhos guerrilheiros (vários deles, aliás, adeptos de fascismos de esquerda e justiçamentos) ensejadores da paranoia nutrida pela pior fração das nossas Forças Armadas e repudiada inclusive por golpistas de alto escalão, como Ernesto Geisel e João Figueiredo. A Lei da Anistia, e seus desdobramentos, constitui um capítulo à parte nessa discussão, um tema delicado para historiadores, cientistas sociais, recebedores de pensões irrisórias ou indenizações milionárias e até para os engajados naquilo que Tzvetan Todorov chama de "os abusos da memória". 

A despeito disso tudo, a apologia à tortura zomba da memória das suas vítimas, além de enaltecer autores de um crime inafiançável. Trata-se, portanto, de uma aplicação simples e direta do artigo 287 do Código Penal: 

“Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime. 
Pena - detenção, de três a seis meses, ou multa.”. 

E jamais se há de invocar a “liberdade de expressão” - essa garantia constitucional à diversidade de pensamento - em benefício daqueles que pretendem eliminá-la pela força bruta da covardia. Erra muitíssimo a Justiça de São Paulo em decidir nesse sentido. 

Prof. Marcus Fabiano Gonçalves 
UFF - Universidade Federal Fluminense


domenica 4 febbraio 2018

UESC - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ, ILHÉUS, BAHIA



COSA DICONO GLI ALTRI E IL "NON ME NE FREGA NIENTE"

immagine by Life & Soul

COSA DICONO GLI ALTRI
E IL
"NON ME NE FREGA NIENTE"
Se ingrassi, ti giudicano. Se dimagrisci, ti credono malata. Se vesti bene, sei vanitosa. Se vesti male, sei sciatta. Se piangi, fai pena. Se dici la tua, sei arrogante. Se ti giustifichi, sei problematica. La gente sa solo criticare, quindi fregatene, rimani quella che sei e lascia che gli altri parlino....
VIVA LA LIBERTÀ: ECCO L'ANARCHISMO!

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O VOO DE GILMAR MENDES E A TURMA QUE NÃO PRESTA

O VOO DE GILMAR MENDES E A TURMA QUE NÃO PRESTA

Desculpem-me, mas vi a abordagem que passageiros de um voo fizeram contra o sr. Gilmar Mendes e, depois, continuaram quando ele chegou a Portugal. É coisa de ISIS, de lumpen, de gente que não presta, de linchadores. Em termos de civilidade essa coisa não merece senão reprimenda. Não há qualquer justificativa para descer abaixo da etiqueta e do debate civilizado (ainda que firme). O que houve ali é coisa de apedrejador, linchador e, insisto, gente que não presta!
Os que ofenderam a pessoa do sr. Gilmar Mendes são os mesmos que pediram o impeachment de Dilma, são os mesmos que mandaram a Dilma "tomá no c.", são os mesmos que repetem diuturnamente: "os presos devem apodrecer na cadeia!" e, lógico, são os mesmos que jogam seus filhos em escolas particulares, estacionam arrogantemente em fila dupla e xingam o guardinha escolar! Enfim, é gente que não presta, é a chamada "canalha" da sociedade!

NOTA MUITO IMPORTANTE 

O texto acima não ter a ver concordar, ou não, com o sr. Gilmar Mendes, enquanto Ministro do STF. Muito pelo contrário, discordo de quase tudo que ele decide, especialmente quando "faz política e politicagem" a favor do PSDB (de Aécio) e do PMDB (de Temer). Entretanto, não tenho nada a favor, ou contra, o sr. Gilmar Mendes enquanto pessoa e, sobretudo, na condição de passageiro de voo no qual eu esteja. No mundo civilizado há formas de combate, inclusive a guerra, que não permitem que desçamos aos níveis da desumanidade !

Pietro Nardella-Dellova 



venerdì 2 febbraio 2018

P A R A S H A T I T H R Ò יתרו

P A R A S H A T   I T H R Ò
... a b o u t  w o r t h y  m e n 
a n d  a b o u t  w o r t h y  j u d g e s 
a n d  u n a s s a i l a b l e  j u s t i c e ...

S h e m o t: 1 8 - 2 0

O AMAR É UMA FESTA

O AMAR É UMA FESTA 
[...] 
Amar é um estado de gratidão diante de um Keter inatingível, é um estado de bênção continuada diante do Eterno. Um estado de vigor, de cântico, de ternura – estado de vida! 
Amar duas vezes em dois mundos é um estado de renascimento! Amar duas vezes em dois mundos a mesma mulher é um estado de comunhão do homem-poeta, que ama uma mulher, que ama em dois mundos, que ama em dois mundos a mesma mulher. 
Porque há mulheres, cujo rosto ilumina! São mulheres que se reconhecem no tempo de um instante, que permanecem para sempre. São mulheres que enfraquecem querubins... 
[...] 

Pietro Nardella-Dellova, in trecho do livro A MORTE DO POETA NOS PENHASCOS E OUTROS MONÓLOGOS, Editora Scortecci, 2009, pp 69-79.

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Pintura de Iza Borgonovi Tauil, Rio de Janeiro

ORGULHA-TE PORQUE ÉS HOMOSSEXUAL!

ORGULHA-TE PORQUE ÉS HOMOSSEXUAL!
Faz cinco anos, um aluno (digo, estudante!) me procurou no intervalo. Ele pediu, muito gentilmente, para dividir um café comigo porque precisava falar e se aconselhar...
No café, então, disse-me que se sentia envergonhado por ser homossexual, que sua família o desprezava e seus colegas o humilhavam sempre. Ouvi-o atentamente, e ele falou ininterruptamente por quarenta minutos - o tempo de eu pedir três cafés! Ao final, ele parou e esperou que eu lhe dissesse algo, e eu disse:
"Meu caro, por que te envergonhas da tua sexualidade?. Ser homossexual, ao contrário, deveria ser teu orgulho, tua alegria e tua resistência! Muitos daqueles que te desprezam gostariam de mostrar o que são, mas não têm coragem. Estão presos em um abismo de repressão e de violência. Viva, e viva plenamente, tua sexualidade: é a tua liberdade, e apenas tua...Orgulha-te porque és homossexual!
Ao final, ele ficou sorridente, um tanto corado, com um ar de alegria e leveza... Terminou o curso e me encaminhou uma carta (que guardo até hoje), manifestando sua alegria e gratidão porque eu havia cruzado seu caminho como amigo e professor.
Hoje, infelizmente, recebi a notícia de que ele foi morto, violentamente, por um grupo de homofóbicos que se dizem "protetores da família". Não tenho palavras para refletir sobre isso agora, porque minha luta, durante anos, tem sido por uma sociedade plural, multifacetada, liberta, com diversidade, garantidora de todos os direitos fundamentais e, ao contrário, a cada dia tenho a sensação de derrota, de frustração e de luta em vão...
Pietro Nardella-Dellova

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