alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







giovedì 28 febbraio 2013

SE O PENHOR DESSA IGUALDADE

Criança Morta, 1944 Portinari









SE O PENHOR DESSA IGUALDADE

De Cabral aos Andradas;
de Pedro I à Pedro II;
de Deodoro à Floriano;
de Floriano à Getúlio;
de Getúlio à Mazzilli;
de Castelo à Figueiredo;
de Sarney à Cachoeira:

Uma história de invasão
e corrupção, genocídio
e corrupção, perversão
e corrupção, escravidão
e corrupção, imigração
e corrupção, café com leite
e corrupção, fascismo
e corrupção, industrialização
e corrupção, ditadura
e corrupção, migração
e corrupção, desmatamento
e corrupção, privatização
e corrupção, mensalão
e corrupção, corrupção
e corrupção - e corrupção!


Mas, também, tem Sesmarias, Latifúndios, Carnaval, Futebol, CBF, Soja, Pecuária, Minério de ferro, Transamazônica, CF de 1824, CF de 1891, CF de 1934, CF de 1937, CF de 1946, CF de 1967, CF de 1969 e a CF de 1988, UPPs, Prédios Escolares, Reino do Maranhão, Reino de Alagoas, Reino de São Paulo, Reino do Corínthians, Reino do Palmeiras, Reino do Santos, Reino do Flamengo, Reino da Rocinha, Reino da FIESP, Reino dos Jesuítas (em todas as formas e denominações), Reino dos Dízimos, Reino dos Militares da Reserva, Reinos, muitos Reinos dentro de Reinos!

Ah, e tem, também, a Prosopopéia de Bento Teixeira, o Barroco florestal, o Indianismo, o Cientificismo, as Minisséries globais, a Programação sensacionalista e a Distribuição de Leite.

E tem, à margem, o grito dos excluídos, dos perdidos, dos marmiteiros, dos sem teto, dos sem terra, dos sem escola, dos sem saúde, dos sem acesso à justiça, dos sem direitos, dos invadidos, dos escondidos, dos condenados aos porões, aos esgotos, às valas comuns dos cemitérios públicos, dos ridicularizados, dos piolhentos, dos enganados, dos frustrados, dos amassados em trens e ônibus, dos favelados, dos aposentados, dos sem atendimento médico, dos sem atendimento odontológico, dos sem atendimento farmacêutico, dos que são devedores para sempre.

E de tanto gemerem, sem se fazerem escutar, foram condenados aos sindicatos pelegos, aos cobradores de dízimos, aos exorcistas, aos curandeiros, aos políticos de esgoto, aos carniceiros uniformizados, aos cobradores de honorários, às privadas, à truculência, às latas de verniz, aos pedófilos de ofício, aos terreiros, aos que não eram e agora são, às novelas, aos campeonatos, aos irmãos maiores, aos vereadores, aos deputados, aos senadores, aos que eram da esquerda mas venderam (ou alugaram) a bunda aos da direita, aos madeireiros, aos "fakes", às clínicas cladestinas de aborto, aos agiotas (oficiais ou não), aos esbulhadores da docência, aos livrinhos fáceis, às moscas e, sem misericórdia, aos pastéis chineses!

Pietro Nardella Dellova, in ERGA OMNES, 2012
(Blog Caffè Diritto Poesia)

venerdì 15 febbraio 2013

texto: DA LINGUAGEM

 

DA LINGUAGEM
(...)
Não há línguagem alguma na natureza! Nenhuma linguagem para além do ser humano!

Não há linguagem nos céus nem na terra, nem no fogo ou nas águas! Não obstante há uma alma na natureza, presente até mesmo na pedra, no grão de areia, na folha seca e nos ossos de um animal! Por alma quero dizer existência, passiva e constante!

Os ventos, os trovões, as tempestades, o frio, a neve, o arbusto, a planta, a árvore, as matas, as florestas, a flor, as flores, as estações, o sol, a lua, as estrelas, as borboletas, as formigas, os pássaros, os leões, as leoas, os urubus, os porcos, as minhocas e tanto – e tantos que se puderem encontrar, não dizem nada, não têm nenhuma linguagem. Tudo, em qualquer lugar, é passivo!

A linguagem é vida – não existência! A linguagem não é boa nem má. É atividade do espírito, ação, vontade real, intenção criadora, desfazedora, destruidora, expressão exclusivamente humana!

Os gemidos, sacrifícios, rabiscos, pinturas rupestres, telas, esculturas, museus, rascunhos, letras, panfletos, pergaminhos, livros, textos sagrados, textos profanos, textos jurídicos, literaturas, bibliotecas, anjos, arcanjos, querubins, serafins, musas, ninfas, titãs, demônios, satanismos, paganismos, monoteísmos, crendices, ateísmos, cultos, missas, macumbas, orações, rezas, bênçãos, romarias, maldições, infernos, céus, paraísos, purgatórios, rituais iniciáticos, simbólicos, exorcistas e religiosos, lojas, botecos, feiras, mercados, torturas, guerras, paz, sonhos, visões, sinais, profecias, psicografias, gritos, silêncios, odes, epopéias, notas, partituras, acordes, música, canto, trabalho, urbs, polis, domus, praças, esquinas, prédios verticais, horizontais, bancos, cadeiras, tronos, política, monarquias, ditaduras, democracias, nacionalidades, economia, instituições, línguas, fonética, morfologia, semântica, sintaxe, estilística, tessituras, hermenêutica, interpretação, estética, ética, poema, poiesis, nudez, moda, teatro, cinema, dança, conceitos, definições, filosofias, arte, direitos, obrigações, beleza, feiúra, afeto, amor, delírios, paixão, multiplicidade de cores e pesos dos orgasmos, mitos, crítica, sepulturas, cemitérios, e quaisquer outros fatos e atos são detalhes e níveis - apenas detalhes e níveis - desta linguagem humana, exclusivamente humana – da solidão humana!
(...)

© Pietro Nardella-Dellova, in “Direito e Linguagem”, “A Palavra Como Construção do Sagrado”. PUC/SP: 1998

Texto completo da tesina “A Palavra Como Construção do Sagrado” na Biblioteca da PUC/SP

*

lunedì 11 febbraio 2013

VIII SEMINARIO "Il crimine familiare: storie di quotidiana violenza", Roma

 
Stop the Silence on Domestic Violence-Domestic Violence is Everybody’s Business

VIII SEMINARIO
"Il crimine familiare: storie di quotidiana violenza",
Roma
 
INTRODUZIONE

Punto centrale:
aiutare le potenziali vittime a divenire parte attiva in un programma di prevenzione.

... Si sposta il tiro e si cambia obiettivo:
dall’autore del fatto-reato alla vittima e dal ricercare cause/moventi di un comportamento violento al ridurre le “opportunità criminali” (escalation e/o recidiva) attraverso un programma di sensibilizzazione e di prevenzione.

Vittime non si nasce, si diventa.

PROGRAMMA

- Tecniche di Indagine Vittimologica - TIV
- Una pericolosa intimità: i rischi di un’apparente normalità
- Le varie forme di violenza domestica
- Il partner sessualmente perverso
- La “tela del ragno”: dalla cattura all’invischiamento
- L’harassment domestico: Stalking, Gaslighting e Mobbing
- Sulla scena del crimine: una biologa a lavoro
- Il triangolo perverso: esperienze di un CTU/CTP

RELATORI

Dr. Bruno C. Gargiullo
Psicoterapeuta
International Scientific Reviewer
Coordinatore Sezione Italiana NCVC

Dr. Rosaria Damiani
Psicoterapeuta - Psicologa Forense
Componente Sezione Italiana NCVC

Dr. Stefano Gargiullo
Psicoterapeuta
Componente Sezione Italiana NCVC

Dr. Marina Baldi
Biologa - Genetista Forense
Componente Sezione Italiana NCVC


DESTINATARI

Il seminario, a numero chiuso, è rivolto ai professionisti del settore (psicologi, medici, avvocati, educatori), agli studenti universitari e a tutti coloro che nutrono interesse verso tali tematiche.
Per coloro che, per vari motivi, non possono partecipare all'evento in questione verrà attivata la modalità on-line (invio, per e-mail, del relativo materiale in formato pdf). A distanza di 30 giorni verrà spedito un breve questionario (10 domande chiuse e 10 aperte) da restituire, sempre via e-mail, debitamente compilato.
Al termine dell’evento (sia in sede che in modalità online) verrà rilasciato un attestato di partecipazione.
Il modulo di iscrizione, in formato word (scaricabile dal sito www.psicocom.it), dovrà essere compilato, firmato dall’interessato e inviato al seguente indirizzo e-mail: sezioneitaliana.ncvc@gmail.com.
Termine ultimo: 28 febbraio 2013.

Costo: Euro 30,00 + IVA (Euro 6,30)
Il pagamento può essere effettuato mediante post pay (4023.6006.0074.7861, intestata a Dr. Rosaria Damiani, Codice Fiscale: DMNRSR68C45H501U) o bonifico (Dr. Rosaria Damiani, codice IBAN: IT44.H076.0103.2000.0003.9894.571).


Non possono partecipare minori di anni 18

PER INFORMAZIONI
Roma - via Appia Nuova, 288 - Tel/fax. 06.7023801
Dr. Bruno C. Gargiullo - Dr. Rosaria Damiani
Cell. 338.8009078 -3391689919
www.psicocom.it
e-mail: sezioneitaliana.ncvc@gmail.com

 
ISCRIZIONI:


concurso ABOGADO (ADVOGADO) CORTE INTERAM DERECHOS HUMANOS

 

 
 
CORTE INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS
Oficina de Servicios de Recursos Humanos
San José, Costa Rica
_____________________________________________________________
CORTE INTERAMERICANA DE DERECHOS HUMANOS
Oficina de Servicios de Recursos Humanos
San José, Costa Rica
CONCURSO PARA EL PUESTO DE ABOGADO JUNIOR
Vacante 001/2013
CON FINANCIAMIENTO DEL CONVENIO DE COOPERACIÓN ENTRE
LA CORTE IDH Y EL GOBIERNO DEL REINO DE DINAMARCA
PLAZO DEL CONTRATO: ENERO 2013-DICIEMBRE 2014
Plazo para presentar postulación: 1 DE MARZO DE 2013
Fecha de inicio: segundo trimestre de 2013

Estimado Postulante:
    En toda correspondencia sírvase referirse al número del anuncio de vacante y al título del puesto.
    Los postulantes deben completar y presentar el Formulario de Solicitud de Empleo de la Corte IDH que se encuentra disponible más abajo, así como copias de los diplomas académicos, títulos, certificados, etc. (incluyendo constancias de los cursos requeridos para los que no se hubiera otorgado título o certificado) que demuestren el cumplimiento de los requisitos de educación y/o experiencia indicados en el anuncio de vacante.
    Los postulantes que deseen presentar información adicional en apoyo de su candidatura pueden hacerlo incorporando esa información en una sola hoja.
    Cualquier postulante, externo o interno, que no complete o satisfaga los requisitos de todas las secciones del Formulario de Solicitud antes de la fecha de cierre indicada en el anuncio de vacante y no proporcione a la Oficina de Servicios de Recursos Humanos copias de todas las credenciales académicas antes de la fecha de cierre del aviso de la vacante, no será tenido en cuenta para la vacante.
    Las solicitudes debidamente completadas pueden remitirse a:
    Por correo:
    Corte Interamericana de Derechos Humanos
    Oficina de Servicios de Recursos Humanos
    Apartado 6906-1000
    San José, Costa Rica
    Por fax: al (506) 2234-0584.
    Por correo electrónico:
    Enviar como adjunto a corteidh@corteidh.or.cr (CONCURSO DE ANTECEDENTES ABOGADO JUNIOR, Apellido, Primera Inicial – Número de Vacante). Las copias de credenciales académicas deben presentarse por separado con el número de vacante y nombre del puesto incluido en cada certificado.
    El Formulario de Solicitud de Empleo puede también obtenerse en la Oficina de Servicios de Recursos Humanos en la Sede de la Corte IDH ubicada en Barrio Los Yoses, San Pedro de Montes de Oca, Avenida 10 (bis), calles 45-47, San José de Costa Rica.

    INFORMACIÓN GENERAL
Los/as ciudadanos/as de los Estados Americanos Miembros de la Organización de los Estados Americanos (OEA) son elegibles para obtener empleo en la Secretaría de la Corte Interamericana de Derechos Humanos. El dominio oral y escrito de español, así como buen nivel de inglés es esencial para poder ser considerado para el cargo.
  • Las postulaciones que no satisfagan los requisitos mínimos indicados en el anuncio de vacante no serán tenidas en cuenta.
  • Solamente serán contactadas aquellas personas que hayan sido preseleccionadas dentro de los postulantes.
  • El salario propuesto para el puesto es por la suma de US$3.200,00 mensuales, pagaderos en esta moneda.
  • Adicionalmente el funcionario gozará de un período de vacaciones de veintiún días por año.
  • La remuneración incluye el salario básico y ajustes posteriores en caso de que apliquen. Además se ofrece un seguro médico internacional con una aseguradora local del país Sede de la Corte IDH, el cual es cubierto en un 67.0% por el empleador y un 33.0% por el funcionario.
  • La persona no costarricense seleccionada tendrá el estatus diplomático otorgado a los funcionarios de la Corte IDH, producto del Convenio de Sede del Tribunal y, por lo tanto, tiene derecho a exonerar los impuestos de importación y exportación de su menaje así como el transporte del mismo desde su país de origen al inicio del contrato o bien desde la Sede de la Corte IDH hacia su país de origen. El costo del transporte de menaje no correrá por cuenta de la Corte IDH. Asimismo, el funcionario no costarricense contará con la respectiva exoneración de impuestos en Costa Rica producto de su estatus migratorio como diplomático de la Corte IDH, apegándose a la reglamentación que para tal efecto ha emitido el Ministerio de Relaciones Exteriores y Culto del país sede.
  • La persona extranjera seleccionada tiene derecho al pago de un boleto aéreo por vacaciones de ida y regreso a su país de origen cada dos años. El boleto de inicio y fin de contrato es cubierto por la Corte IDH.

FORMULARIO DE SOLICITUD DE EMPLEO DE LA CORTE IDH

1. Por favor complete el formulario online de http://www.corteidh.or.cr/oportunidades.cfm
3- Completar la solicitud.
4- Enviar un correo electrónico a corteidh@corteidh.or.cr anexando el documento, Abogado Junior, Área Legal, Corte Interamericana de Derechos Humanos.
5. Presentar currículum vitae, copia de los títulos obtenidos y dos cartas de recomendación. En caso de incluir un listado de publicaciones, se solicita remitir una copia de aquella considerada más importante.

I. DESCRIPCIÓN GENERAL

La Corte Interamericana de Derechos Humanos es una institución judicial autónoma del Sistema Interamericano cuyo objetivo es la interpretación y aplicación de la Convención Americana sobre Derechos Humanos y fue establecida por la mencionada Convención con el fin primordial de resolver los casos que se le sometan de supuestas violaciones de aquellos derechos humanos protegidos por ella.
La Corte es un tribunal internacional regional de derechos humanos. El área legal de la Secretaría de la Corte es la sección encargada de asistir a la Corte y a sus Secretarios en el ejercicio de sus labores técnico-jurídicas.
El objetivo principal del puesto es prestar los servicios técnico-jurídicos dentro del Departamento Legal de la Secretaría de la Corte, de acuerdo con las funciones y responsabilidades que se describen a continuación.
El abogado es directamente responsable ante su superior inmediato y por su medio ante los Secretarios de la Corte.



II. Título del Puesto
ABOGADO JUNIOR

III. Funciones y Responsabilidades

  1. Trabajar como abogado/a en uno de los grupos de trabajo del Departamento Legal del Tribunal, bajo la supervisión y dirección de un Abogado Coordinador de Grupo y de los Secretarios.
  2. Realizar la tramitación de los casos contenciosos, medidas provisionales y opiniones consultivas a cargo del equipo del Área Legal que integre.
  3. Preparar trabajos y estudios jurídicos específicos para los casos contenciosos, medidas provisionales y opiniones consultivas bajo la responsabilidad del equipo del Área Legal que integre
  4. Colaborar en llevar un control técnico procesal sobre los casos a cargo del equipo que integra.
  5. Elaborar resúmenes de los casos, medidas provisionales y opiniones consultivas a cargo del equipo para ser empleados como documentos de trabajo de la Secretaría y de los jueces.
  6. Colaborar en los proyectos de sentencias y resoluciones para el estudio de los jueces y de los Secretarios.
  7. Preparar estudios de jurisprudencia y doctrina sobre puntos relacionados con las resoluciones y sentencias que dicte la Corte, así como ayudar con la elaboración de estudios generales sobre derechos humanos que se le asignen.
  8. Prestar los servicios técnico jurídicos necesarios que le sean requeridos por los jueces o por los Secretarios y además, informar y guiar a personas, grupos y público en general que solicitan información a la Corte sobre una presunta violación de derechos humanos, el procedimiento de la Corte y del sistema interamericano de derechos humanos.
  9. Revisar y cotejar las transcripciones de las audiencias públicas en los casos a su cargo.
  10. Seleccionar piezas procesales de los expedientes para las publicaciones de la Corte y cooperar en la revisión de las mismas.
  11. Dictar charlas a profesionales, estudiantes o público en general, dentro o fuera de la sede.
  12. Realizar otras labores que le sean asignadas por el Abogado Coordinador de Grupo o por los Secretarios de la Corte.
IV. Factores

1. Complejidad e importancia del cargo

El cargo requiere conocimiento de derecho internacional, derecho internacional de los derechos humanos y derecho humanitario; además, conocimiento del trabajo de la Corte, su jurisprudencia y del sistema interamericano de la protección de los derechos humanos en general incluyendo sus propósitos, funciones, órganos de protección y procedimientos. También debe entender el propósito y funcionamiento de otros órganos internacionales que cumplen funciones en el campo de los derechos humanos.
Asimismo, exige desempeñar funciones delicadas que requieren gran discreción y requiere que la persona sea capaz de apreciar las implicaciones y repercusiones jurídicas y políticas que el ejercicio de sus funciones pueda tener para las partes en los casos ante la Corte, la Comisión, la Corte y sus miembros, y los Estados miembros de la O.E.A.
Finalmente, se debe poseer elementos de juicio y la capacidad y experiencia necesarias para trabajar en equipo, así como para establecer prioridades y trabajar bajo presión.

2. Orientación y Supervisión

Trabaja bajo la autoridad y supervisión de un/a Abogado/a Coordinador/a de Grupo y del Secretario y la Secretaria Adjunta de la Corte, o quienes estos designen.

3. Relaciones profesionales y sus finalidades dentro de la organización

Contacto con colegas de la sede de la Corte y una relación permanente de trabajo con los Secretarios, con los jueces de la Corte, miembros de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, representantes de las presuntas víctimas y agentes de los Estados.

4. Relaciones profesionales fuera de la Organización

Por delegación de los Secretarios, tiene contactos con funcionarios de las misiones de los Estados miembros de la O.E.A., para informar sobre los casos contenciosos, medidas provisionales y opiniones consultivas en trámite ante la Corte y con los representantes de los Estados demandados o de los que soliciten opiniones consultivas, con el fin de aclarar dudas sobre el procedimiento ante la Corte. Tiene contactos con miembros de comisiones u organizaciones gubernamentales y no gubernamentales de derechos humanos para divulgar el trabajo de la Corte y el sistema interamericano de protección de los derechos humanos.

5. Calificaciones

Educación

Título de abogado/a.

Si bien no es un requisito, es deseable que el postulante tenga estudios de postgrado.
Experiencia laboral

Tener experiencia laboral en el campo de los derechos humanos, experiencia en investigación y trabajo en equipo.
Conocimiento de idiomas
El dominio oral y escrito del español, así como buen nivel de inglés es esencial para poder ser considerado para el cargo.
Competencias
  • Flexibilidad, versatilidad y aptitud de servicio en circunstancias de trabajo de mucha presión con plazos cortos e inflexibles.
  • Disposición para trabajar jornadas muy extensas sin sujeción a horario.
  • Manejo de computador y procesadores de palabras.
Procedimiento de selección
Las personas cuyas postulaciones sean preseleccionadas serán entrevistadas telefónicamente. Eventualmente, puede solicitarse la presentación de un escrito o el envío de la resolución de un caso hipotético. Se contactará sólo a aquellas personas cuyas postulaciones hayan sido preseleccionadas.


'o schiavo e 'o re


'O SCHIAVO E 'O RRE
 (N.D’Angelo-C.Tortora-N.D’Angelo)
 
Sentite gente,vicine e luntane
 vuie ca tenite sulo ‘e suonne astipate
 e ‘a tanto tiempo c’aspettate ‘a fortuna
 e si ‘a cercate nun va fa truvà nisciuno
 sentite gente ‘ncantata ‘a stu mare
 nun basta ‘o sole pe’ ghì annanze dimane
 e chisto treno ca v’avess’’a purtà ‘a luna
 l’hanno deviato già int’a a casa ‘e coccoruno
 
ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 campanno senza vivere, zumpanno ‘e guaie
 ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 murenno sotto ‘e diebete ca fanno l’ate
 
‘O schiavo e ‘o rre, sto mano a te
 a te ca te piglie ‘o respiro e ‘e mane pe’ scrivere
 ‘o schiavo e ‘o re, ‘a legge d’’a vita chest’è
 ‘o riesto so sule parole, ‘nu telecomando e ‘na televisione
 
Sentite gente cu ‘e braccia stancate
 Vuie ca ‘a fatica va site ‘nventata
 E dint’’e sacche ve purtate ‘o dolore
 D’’a libertà pigliata a schiaffe d’’o padrone
 
ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 campanno senza vivere, zumpanno ‘e guaie
 ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 murenno sotto ‘e diebbete ca fanno ‘e l’ate
 
‘O schiavo e ‘o rre, sto mano a te
 a te ca te piglie ‘o respiro e ‘e mane pe’ scrivere
 ‘o schiavo e ‘o re, a legge d’’a vita chest’è
 ‘o riesto so sule parole, ‘nu telecomando e ‘na televisione
 
‘o schiavo e ‘o re, ‘a legge d’’a vita chest’è
 ‘o riesto so sule parole, ‘nu telecomando e ‘na televisione
 
ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 campanno senza vivere, zumpanno ‘e guaie
 ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 murenno sotto ‘e diebbete ca fanno ‘e l’ate
 
ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 campanno senza vivere, zumpanno ‘e guaie
 ma comme se fa a dicere viva l’Italia
 murenno sotto ‘e diebbete ca fanno ‘e l’ate

venerdì 8 febbraio 2013

La Donna in Movimento Senza Confini

-----------------
LA DONNA IN MOVIMENTO SENZA CONFINI
[...]
E se ne va e vola - cosicchè lascia gli uomini come idioti adorare i loro corpi, come esempio che guida il mondo solo dal sussurro ... Per questo motivo, piena di virtù femminile e dell'esperienza dialogica del piacere poetico, animata dalle voci e dalle pagine luminose, piena di sensi scoperti, questa donna, diffonde in assoluto le sue ali nel sole.

Non come volatili, cercando vermi nel fango o come uccelli ornamentali che sono consueti, in gabbia, cedere la libertà per un baratto di  mangimi, oltre a soddisfare l'ego del perverso del loro proprietario.

No! Una donna doppo trent'anni distende le sue ali come aquile strappando nuvole, volando sopra mari per dominare il mondo,  solo grazie ad una vista acuta e a un canto minaccioso. Come l'aquila, questa donna vive sulla più alta delle rupi!

E, proprio per la forma dell'ombra della sua figura in volo,  ratti e serpenti tornano alle loro tane nel terreno e, ansimante, i cervi corrono disperati saltando tronchi e residui plastici nelle erbacce!
[...]
Pietro Nardella-Dellova in "la donna in movimento senza confini" LA MORTE DEL POETA, 2009

Creedence Clearwater Revival: HAVE YOU EVER SEEN THE RAIN?





HAVE YOU EVER SEEN THE RAIN?
(1970)
 


Creedence Clearwater Revival:



Lyrics:
 
Someone told me long ago
There's a calm before the storm,
I know; It's been comin' for some time.
When it's over, so they say,
It'll rain a sunny day,
I know; Shinin' down like water.
 
CHORUS:
I want to know,
Have you ever seen the rain?
I want to know,
Have you ever seen the rain
Comin' down on a sunny day?
 
Yesterday, and days before,
Sun is cold and rain is hard,
I know; Been that way for all my time.
'Til forever, on it goes
Through the circle, fast and slow,
I know; It can't stop, I wonder.
 
CHORUS
 
Yeah!
 
CHORUS
 

----------------

 

 in italiano

 
HAI MAI VISTO LA PIOGGIA?
(1970)
 
Creedence Clearwater Revival:
 
Tom Fogerty (1941-1990) - chitarra, voce (fino al dicembre 1970)


Qualcuno mi ha detto molto tempo
fa che c'è la calma prima della tempesta
Lo so: verrà per un po di tempo
Quando sarà finita, così dicono,
pioverà in un giorno di sole
Lo so, splendendo mentre scende come l'acqua

CHORUS:
Voglio sapere, Hai mai visto la pioggia?
Voglio sapere, Hai mai visto la pioggia
venire giù in un giorno di sole?

Ieri, e l'altroieri, il Sole era freddo e la pioggia era forte
Lo so, è stato così tutto il tempo
Per tutta l'eternità, va avanti, Sebbene il circolo, lento o veloce,
Lo so, non può fermarsi, mi domando
CHORUS
Yeah
CHORUS



 

lunedì 4 febbraio 2013

suum cuique tribuere, honeste vivere: DOUTOR? COMO ASSIM MANÉ?


DOUTOR? COMO ASSIM MANÉ?
(suum cuique tribuere, honeste vivere)

(...)
Em que pese o “costume” de se atribuir o título de “Dr.” a vários profissionais (bons que sejam!), costume esse defendido com argumentações de A a Z, entre as quais “decretos” monárquicos, primazia de curso superior, nivelamento ou cópia estadunidense (doctor) etc.

Em que pese o costume e a argumentação, sejamos esclarecidos, esta não é válida e cabal nem aquele se tornou um direito!

Aliás, espantosa e inacreditavelmente, "direito" exigido por profissionais, além de bacharéis em direito e médicos, tais como, psicólogos, dentistas, contadores, despachantes, enfermeiros, administradores. Há, inclusive, muitos debates, alguns em jornais impressos e outros em meios virtuais (debates tão antigos quanto o equívoco do título “Dr.”) em que uns dizem ter mais “direito” que outros ao título de Dr.! Debate banal!

Bem, a argumentação é um tanto (e quanto) falaciosa. O costume é, de fato, um costume, mas, não de direito e, portanto, não se encaixa nos assim chamados “bons costumes”!  O Bacharel em Direito é mesmo Bacharel – e não Dr.! Ingresso nos quadros da Ordem dos Advogados, portanto, com direito a Advogar é, ainda que seja a mais linda das profissões, um Advogado – eis o título! E mais. Se Juiz, Juiz! Se Procurador de Justiça, Procurador de Justiça! Se Delegado, Delegado! Se Professor, Professor! Os títulos são os nomes de suas funções e, dificilmente, tais profissionais chegam a Doutor!

O Psicólogo é Psicólogo! O Médico é Médico! O Nutricionista é Nutricionista!

O título de Doutor existe, de direito, atribuído àqueles que já sendo Mestres, passam pelo exame de proficiência em duas línguas para além do vernáculo (geralmente, alemão, inglês, francês e italiano), cumprem créditos (disciplinas) em Universidades reconhecidas, escrevem uma Tese absolutamente nova e inovadora e a defendem (com aprovação) diante de uma Banca formada por Doutores! Eis, agora, sem saúde e solitário, o Doutor!

Quem fez um Mestrado é Mestre! Quem fez uma Especialização é Especialista!

Eu sei que muitos dos meus colegas e contatos – até mesmo os amigos, não concordarão comigo, pois ainda estão anestesiados com o costume e sob as névoas da má argumentação! Va bene! Continuamos colegas, contatos e amigos, mas, o título Doutor (Dr.) cabe apenas aos que fizeram um Doutorado que, por sua vez, não é mais nem menos que os títulos de Advogado, Médico, Juiz, Procurador, Delegado etc.

A meu ver, é ainda o resquício do espírito lusitano do bacharelismo que acabou por virar uma espécie de caricatura expressa em cartões de visita, grossos anéis de formatura, colações de grau (com direito a canudo vazio e serpentinas). Hoje, diante de um mundo mais inteligente, não é, sequer, de bom-tom!

Diria mais, apresentar-se como “Dr.” é um tipo sutil da arrogância de país eternamente colonizado, de estúpida superioridade social, de analfabetismo profissional e de agressão à inteligência. Uma infantilidade (para dizer o mínimo!). Geralmente, com um tanto de hipocrisia, os egressos chamam seus colegas de “Dr.”,  mas com a perceptível intenção de assim serem, também, chamados! Bah!

Uma curiosidade à parte. Os Doutores (de direito, pela Tese, e de fato, pela Pesquisa), em geral, não se apresentam como tais e, muito menos, em cartões de visita! São profissionais, comumente, Professores, que, quase em trapos e fusca, vivem orgasmaticamente entre livros, de sebo em sebo, de giz em giz, de laboratório em laboratório, sem anéis de formatura e, por desgraça, sem alianças de noivado e casamento - e fazem, neste silêncio empoado, a diferença cultural e científica em uma sociedade que se pretende evoluída!

Então, da próxima vez que mandar imprimir cartões de visita ou cunhar placas oficiais, não se esqueça do princípio jurídico “suum cuique tribuere” ou, no vernáculo, “dar a cada um o que é seu”. Se for Doutor, de direito e de fato (não de costume ou argumentação), possivelmente o cartão e a placa não existirão nem serão necessários, pois Doutores não têm tempo para isso – seu tesão, prazer e orgasmo estão em níveis bem superiores!

Se não for Doutor (de direito) não exija ser chamado assim e, melhor ainda, recuse tal tratamento! Se for um Juiz, por exemplo, e receber aquela petição com cabeçalho padrão, determine, de pronto, seja a petição emendada! Se for Advogado, não escreva tal cabeçalho! Em um ou outro caso: “honeste vivere” (viver honestamente)!

Mas, se quiser mesmo o cartãozinho, com aqueles símbolos “doirados”, reluzentes, ao ponto de se comunicar com o espaço, informe, com exatidão, o que você é, ou seja, seu título profissional ou acadêmico: Advogado, Juiz, Procurador de Justiça, Médico, Psicólogo, Contador, Despachante, Administrador, Nutricionista ou, ainda, Bacharel, Especialista, Mestre. Neste caso, nunca, nunca mesmo, o título “Doutor”.

Se, por acaso – e por deslize do costume, argumentação ou excitação imoderada - já tem em mãos os cartões e placas com o “Dr.”, não se intimide: rasgue-os todos e arrebente as placas sob golpes de uma marreta certa e consciente!
(...)
© Pietro Nardella-Dellova, in “DESTRUINDO MITOS E MENTIRAS”, 2000

Mais sobre este assunto, ver
Blog Caffè Diritto Poesia
www.nardelladellova.blogspot.com
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sabato 2 febbraio 2013

aos GURISeGURIAS de santa maria do rio grande do sul


GURISeGURIAS
(de santa maria do rio grande do sul)
(...)
guris e gurias
somos todos marias
estou
sem vírgulas
vírgula e ponto sem ponto
estou
tonto
sem dois pontos e reticências
exclamação interrogação
tanta notícia posta indisposta
estou
bosta
travessão linhas folhas espaço
sem ritmo momento
sem ar nem vento
estou
cimento
não tenho rima rica nem pobre
nem soneto italiano nem soneto inglês
apenas todos os gemidos de uma vez
estou
sem boca
nem venho nem vou
tudo ficou seco
mataram as bicas de águas novas
todo mundo sofre
e perde a dança a música
o embalo o grito e a poesia
estou
maria
que roga não roga de taça
e graça vazia não pecadores
dores odores sorte escuridão
amores flores agora e fora
de sorte e morte
na praça vazia
na concha acústica deserta
estou
santa
rústica
maria dos ventos sem pernas
nem palavras ternas
nem sei dizer nem falar
nem escutar nem ouvir
nem ver nem enxergar nem amar
estou
mar
morto
salgado
sem
ar
parado no abismo
de um verso parado ao meio
guris e gurias eu preciso de um grito do seu grito nos degraus vazios e um pouco de fantasia desta maria sem manta nem grilo e uma voz da sua voz que canta tanta rebeldia de uma prece libertária da boca sorridente sem dor desta plaga que afaga a flor de magia maga canto santo dos espelhos vermelhos quebrados de nossos olhos esbugalhados sem fim nem ponto
estou
em
uma concha vazia
ah concha vazia de santa maria
me atira uma flor
me acorda com poesia
e diga aos gritos fazendo amor
me olha nos olhos não me fira
estou ainda amor
amor de madrugada vinho comunhão
grita grita grita
que tudo é mentira
(...)
© Pietro Nardella-Dellova, in “GurisEguriasDeSantaMariaSemAr”, 27/1/2013
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foto: manifestação da gurizada do DLD - Diretorio Livre do Direito da Universidade de Santa Maria, RS

venerdì 1 febbraio 2013

reflexão sobre a Parashá ITRÒ


ITRÒ (em português)
Parashá Itró: Shemot 18 a 20 (completa)

REFLEXÃO: SHEMOT (Gen) 18:21 :

(...)
 וְאַתָּ֣ה תֶֽחֱז֣ה מִכָּל־הָ֠עָם אַנְשֵׁי־חַ֜יִל
יִרְאֵ֧י אֱלֹהִ֛ים אַנְשֵׁ֥י אֱמֶ֖ת שֹׂ֣נְאֵי בָ֑צַע
וְשַׂמְתָּ֣ עֲלֵהֶ֗ם שָׂרֵ֤י אֲלָפִים֙ שָׂרֵ֣י מֵא֔וֹת
שָׂרֵ֥י חֲמִשִּׁ֖ים וְשָׂרֵ֥י עֲשָׂרֹֽת׃

(...)

Quando Itró, o sogro de Moshè, foi visitá-lo e, após ouvir de Moshè tudo quanto o Eterno havia feito, observou que Moshè se encontrava sozinho ministrando justiça diante de seu povo. Então, Itró deu um conselho a Moshè. Que escolhesse homens que pudessem ajudá-lo, homens com qualidade dentre o povo. Quatro características/conceitos deveriam haver nos homens que Moshè escolheria para o auxiliarem diante do povo:

Eis as características de tais homens (Shemot 18:21), primeiramente em hebraico e, a seguir, transliterado:

חַ֜יִל
יִרְאֵ֧י אֱלֹהִ֛ים
אֱמֶ֖ת
שֹׂ֣נְאֵי בָ֑צַע


1) anshei-"chayil" (homens de valor, princípios, caráter)
2) yir'ei Elokhim (tementes e respeitosos aos Elokhim - forças de justiça da criação)
3) anshei "emet" (homens leais, verdadeiros)
4) son'ei vatsa (que odeiem a injustiça, sendo que aqui, odiar não no sentido passivo da imobilidade, mas no sentido transformador, ou seja, sentir a injustiça e agir para mudá-la, transformá-la em justiça)

1) Homens de valor anshei-chayil, princípios, caráter, são aqueles que desenvolveram a sua vida, à luz da Torá, aprendendo, a cada dia e oportunidade, a concretizar as Mitzvôt. Princípios são aqueles pontos de valor em torno do qual se constrói uma conduta, um pensamento, um juízo!

2) Homentes tementes e respeitosos aos Elokhim yir'ei Elokhim. São aqueles que sabem quais são as Forças da Criação. É de se notar que aqui não se trata apenas de uma conduta de veneração ao Eterno (TETRAGRAMA), pois não aparece as quatro letras do TETRAGRAMA. Aparece a expressão ELOKHIM que aparece em todo o capítulo da criação do mundo (a pluralidade dos espíritos do Eterno ou os sete espíritos na linha debaixo da Árvore Sefirótica). Elokhim ou Elohim é a palavra que aparece quando os filhos de Israel clamam por "justiça" diante da opressão do Faraó! Esta expressão está sempre relacionada à Justiça! Não se trata aqui de homens "religiosos", mas de homens que têm a consciência de que há ELOKHIM (a forças que criam) desde o início e que, além de tudo, as ações estão umbilicalmente relacionadas à uma Justiça universal!

3) Homens da verdade anshei emet são aqueles que fizeram uma opção pela verdade, em buscá-la, em vivê-la com firmeza. No dizer de Gandhi "Satyagraha" (a verdade com firmeza). A verdade faz o homem, assim como na narrativa simbólica do "golen", o grande boneco de barro, feito por um rabino, na testa do qual (boneco) o rabino cunhou as letras ALEF/MEN/TAV formando a expressão EMET (verdade). Este golen era o defensor dos judeus nos guetos europeus! Todas as vezes que o rabino queria imobilizar o golen, tirava uma as letras! A verdade é uma opção que requer firmeza, resistência,  movimento criador!

4) E, finalmente, o ponto chave do aconselhamento de Itró: aquele que odeia a injustiça  son'ei vatsa. Aqui já não aparece a expressão "anshei" designativo de "homens genericamente considerados", mas de um tipo especial de pessoa que, além de possuir todas as três primeiras características, é alguém da AÇÃO, do AGIR, do TRANSFORMAR. É preciso "odiar/modificando a injustiça" son'ei vatsa, ou seja, um movimento "devir", constante. Sempre haverá injustiça e a este homem que deve julgar, a injustiça deve doer-lhe nos olhos, no corpo, nos músculos, na alma até, enfim, ferir-lhe o espírito! Ser um son'ei vatsa reúne esta percepção dolorosa, este senso de resistência, de luta constante, de um agir sem fim, contra toda e qualquer injustiça, pois toda e qualquer injustiça é, em qualquer tempo, um ataque frontal aos Elokhim (as forças da criação) que representam a mão do Eterno sobre o mundo. O son'ei vatsa deve ter o mesmo agir dos Elokhim. E agora, aqui, é oportuno lembrar de uma passagem do início da Torá (Bereshit/Gen 6:2) na qual os homens de valor, homens que julgavam, ali chamados de bnei ha'elohim (filhos de Elohim), mal traduzido por "filhos de D-us", eram considerados homens de valor que julgavam. A decadência da humanidade e o fim diluviano do mundo começou exatamente quando estes "juízes" perderam o senso de justiça, o "devir", decaindo desta "altura" e fazendo toda a terra entrar em perversão!

Eis a nossa resumida reflexão para esta Parashá!

Shabbat Shalom, 1º/2/2013

Pietro N Dellova, (Kenesset Scuola)

foto: Bimah/Sefer Torah/Aron Kodesh (Sinagoga/Kenesset Scuola)