alla Filosofia Dialogica, Letteratura, Relazioni Internazionali, Scienze Interculturali, Diritti Umani, Diritto Civile e Ambientale, Pubblica Istruzione, Pedagogia Libertaria, Torah, Kabballah, Talmude, Kibbutz, Resistenza Critica e Giustizia Democratica dell'Emancipazione.



ברוך ה"ה







giovedì 22 giugno 2017

Vítimas da Lei: VIOLÊNCIA URBANA E VINGANÇA: 17/6/2017



PROGRAMA VÍTIMAS DA LEI
Tema
VIOLÊNCIA URBANA E VINGANÇA
apresentação de Mark Battis
Analise e comentário de Pietro N-Dellova

venerdì 16 giugno 2017

RESPOSTA PÚBLICA A UM IDIOTA DO PRIVADO

Uma pessoa, bem idiota, interpelou-me agora mesmo pelo inbox, após ler meu texto sobre "Movimento LGBTI" (que postei neste Blog, abaixo), questionando e dizendo (sic):
"Professor Dellova, eu li seu texto sobre os gays e lésbicas, e fiquei curioso para saber se o senhor é gay, porque se é, ficarei bem frustrado por saber que um Judeu, do povo eleito do Senhor dos Exércitos, é homossexual, porque isso é abominação" (sic)
Poucas vezes leio o "inbox" e, por acaso, dessa vez acabei lendo. Nada respondi, pois penso que essa resposta deva ser pública. Só os ratos se escondem.
Prezado senhor (que sequer conheço), penso que o senhor precisa urgentemente de algum tipo de tratamento, mas, fico feliz que tenha lido meu texto (certamente, o senhor tem suas razões para ler um texto cujo título é expresso). Fico feliz, pois não é um texto escrito apenas para quem está no Movimento LGBTI, mas, principalmente, para quem contra o movimento tem reservas, preconceitos e, como disse na sua mensagem, pragas!
Não sei o que senhor pensa dos Judeus. Imagino, pela sua mensagem, que não é coisa boa, pois qualquer um que ainda diga que o Povo Judeu é Eleito, Escolhido, deve ter algum problema - e grave! Pior fica quando alguém, como o senhor, diz que o Povo Judeu fora eleito pelo "Senhor dos Exércitos". Penso que o senhor deve passar o dia todo pensando em guerra, violência e, talvez, como matar seus vizinhos. Provavelmente, o senhor deve ser daqueles grupos que desejam, ardentemente, que Israel esmague os palestinos!
Enfim, não sei que tipo de porcaria o senhor anda lendo (e em quem língua), mas, vejo que precisa de cuidados especiais urgentemente.
Prezado senhor, não sou gay, e não vejo qualquer tipo de abominação nisso (seja lá o que for esta expressão "abominação"). Não sou gay apenas porque não sou gay. Se fosse, não seria diferente em nada, e não teria qualquer problema com a minha sexualidade. Aliás, não tenho! Talvez, apenas talvez, aqui caiba um esclarecimento do porquê defender direitos do grupo LGBTI. Por duas razões básicas: primeiro, porque sou um defensor e militante dos Direitos Humanos; segundo, porque não sou um bosta no mundo.
Por último, ser Judeu faz de mim uma pessoa responsável e ética (nunca estupidamente moralista), não porque algum "deus" me tenha escolhido, mas porque pessoas como o senhor acham que "algum deus me escolheu", e eu preciso diuturnamente provar que isso é a plena estupidez e transbordante perversidade!
(Pietro N-Dellova)
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GLS, LGBT, LGBTTTIS, LGBTQ, LGBTQI, enfim, MOVIMENTO LGBTI

Tenho muitos amigos e amigas, alunos e alunas, orientandos e orientandas, direta ou indiretamente envolvidos e envolvidas com o movimento LGBTI e, logicamente, seus direitos fundamentais e humanos, aos quais apoio porque defendo e milito pelas diversidades, pluralidades e direitos horizontais.
Desde os movimentos GLS até os abrangentes LGBTTTIS, parece-me que a luta pela conquista, manutenção e afirmação de direitos, não tem fim. Aqui, utilizo o termo LGBTI (usado pelos organismos internacionais, em especial, ONU).
São muitas as questões e aspectos deste movimento. Aqui, interessa apenas o aspecto de direitos plurais e direito à diversidade. Vejo o movimento, ao lado de alguns outros, como legítimo, autêntico e humano. É uma história dentro da História. Lilith e Saphos, enquanto mulheres, lutaram por direitos iguais. Os seres humanos transformados em escravos - e coisas, lutaram pela quebra das cadeias e da coisificação. Estrangeiros lutam por direitos iguais. Proletários lutam por direitos sociais. Oscar Wilde imaginou uma sociedade emancipada e foi por ela condenado (por conta de sua sexualidade). Mulheres (esposas) lutaram para terem direitos iguais a de seus maridos. Concubinas lutaram para serem reconhecidas como titulares de direitos familiares, assim como seus filhos.
Um dos obstáculos mais duros aos direitos humanos, por desgraça, tem sido as religiões. Por quê? Porque imaginam-se com a verdade única, com direito a impor ordens, legislar sobre a vida das pessoas. Gosto de estudar as religiões, e elas têm sido meu objeto de pesquisa faz anos, mas não a tolero no cenário político - de modo algum! Religião não é lei, é crença e cultura - e só! Há outros obstáculos!
Enfim, a cada ano, os grupos ligados a este autêntico movimento social, organizam e fazem suas "paradas", como manifestação de sua alegria, de seu protesto, de seus direitos e, principalmente, a fim de permitir à sociedade enxergar por outros ângulos, para além do quadrado religioso, do jurídico-patriarcal e dos preconceitos que formam a mente, o coração e o comportamento de uma grande, imensa, parcela da sociedade. A religião e o direito não podem "enquadrar" seres humanos, pois seres humanos são plurais, diversos: cada qual é um mundo!
Eu, como Professor de Direitos Humanos e de Direito Civil, como Judeu e como Poeta, venho lutando pela liberdade, igualdade e solidariedade entre pessoas e entre povos (escrevi o primeiro texto tratando dos direitos matrimoniais de homossexuais em 2000, publicado em Jornais, quando ainda escrevia colunas para a Folha de São Paulo e na Z Magazine, e, na mesma época, tratei do assunto no meu Programa de Rádio "Café e Direito e, em poucos dias retornarei ao assunto em nosso Programa "Vítimas da Lei", exibido pela Band-TV). Venho lutando pela emancipação humana e pelo reconhecimento de direitos a todo ser humano. Meu mundo não é unidimensional nem retilíneo, mas pluridimensional, circular, dialógico - e nele cabem todos. Penso e defendo um mundo libertário.
Finalmente, a todos e todas que participarem das novas Paradas marcadas para esta semana, desejo sucesso, força, alegria, festa, amplitude, emancipação, respeito, criatividade e, acima de tudo, humanidade!
(Pietro N-Dellova)
Doutoramento pelo PPGSD-UFF. Pesquisador pelo PROCRE-PUC/SP. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciência da Religião pelo PROCRE-PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil. Pós-graduado em Literatura. Formado em Filosofia e Direito. Professor de Ciência Política, Direito Civil-Constitucional e Direitos Humanos. Coordenador do Grupo NUDAR - Teorias Críticas Aplicadas ao Direito. Poeta e Autor de vários Livros. Coordenador temático e Comentarista do Programa "Vítimas da Lei", exibido todo sábado pela Band-TV. Membro da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB, do Centro Cultural e Social (judaico) Bnei Chalutzim, do Gruppo Martin Buber, de Roma (para o Diálogo entre Israelenses e Palestinos), e da Accademia Napoletana (Napoli).

La falsa felicidad en las redes

Bill Maher A GERAÇÃO SELFIE

lunedì 12 giugno 2017

CULTURAL EXHIBITION "SYNPHONY OF COLORS AND LETTERS" by Ana Luisa Kaminsky and Pietro Nardella Dellova


CULTURAL EXHIBITION SYNPHONY OF COLORS AND LETTERS Paintings by Ana Luisa Kaminsky Poetry by Pietro Nardella-Dellova _________ Special Hall The International Congress of Human Rights Florianópolis, SC

Vítimas da Lei, Band TV: CORRUPÇÃO - com Mark Battis e Pietro Dellova

Vítimas da Lei, Band TV: CORRUPÇÃO E SEUS REFLEXOS 
Apresentação de Mark Battis; Análise e Comentário de Pietro N-Dellova 
Participação especial da Dra Adelaide Albergaria 


sabato 10 giugno 2017

O ESGOTO E O LIXO UNIDOS CONTRA O BRASIL (Pietro N-Dellova)

O ESGOTO E O LIXO UNIDOS CONTRA O BRASIL
(Pietro N-Dellova)

Por que o "MBL", "Revoltados Online", "Movimento Vem Pra Rua", "Força Sindical" e outros grupos igualmente captadores de desavisados, não convocaram seus "adeptos" nem foram para as ruas ou diante do TSE no dia de ontem? Porque obviamente o PSDB, o PMDB e o DEM não os contrataram dessa vez. Todavia, foram contratados (e pagos) ao tempo do Impeachment de Dilma Rousseff.

Por que a sra Janaina Paschoal não protocolizou ainda um Pedido de Impeachment contra Michel Temer, já que gosta do título de "Senhora da Decência"? Porque obviamente o PSDB não a contratou, como fez ao tempo de Dilma Rousseff, por 40 mil reais. Ademais, essa coisa toda, indecente e corrupta, representada por Michel Temer interessa diretamente ao PSDB.

E, finalmente, por que a CUT e outros Movimentos (ditos de esquerda) não foram para as ruas ontem nem se postaram diante do TSE, a fim de exigirem um Julgamento minimamente decente? Porque interessa ao PT (não tem a ver com Dilma) a demonstração de que sua Campanha de 2014 foi super honesta. O Julgamento de ontem, não reconhecendo abuso econômico ou político, e salvando Temer (sim, apenas Temer, pois Dilma já não está entre os mortais!), interessa ao PT. É mais fácil manter Temer no poder (destruindo direitos de toda a sociedade), se isso pressupõe o reconhecimento de que o PT agiu corretamente, embora, faz tempo, tenha perdido a decência.

Então, o que temos? O Julgamento de ontem, cujos Votos "rasos e miseráveis" dos srs Napoleão, Admar, Tarcísio e G. Mendes, salvaram Temer e, por via oblíqua, estabeleceram alguma ideia de honestidade e decência nas campanhas do PT.

Ao final, "MBL", "Revoltados Online", "Movimento Vem Pra Rua", "Força Sindical" e outros grupos igualmente captadores de desavisados, bem como os grupos ligado à CUT e, pessoas como Janaina Paschoal, não merecem mais que o esgoto da História. Temer, hoje, representa, direta ou indiretamente, todos eles, por motivos e interesses diversos. Estão unidos contra o Brasil e contra a Constituição Federal.

Ao povo, as batatas, as novelas, os jogos de futebol e as inúmeras babaquices facebookianas!


(Pietro Nardella-Dellova)

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Prof. Pietro N-Dellova. Doutoramento pelo PPGSD-UFF. Pesquisador pelo PROCRE-PUC/SP. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciência da Religião pelo PROCRE-PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil. Pós-graduado em Literatura. Formado em Filosofia e Direito. Professor de Ciência Política, Direito Civil-Constitucional e Direitos Humanos. Coordenador do Grupo NUDAR - Teorias Críticas Aplicadas ao Direito. Autor de vários Livros. Membro da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB, do Gruppo Martin Buber, de Roma, e da Accademia Napoletana (Napoli).

O TSE POR UM ÂNGULO CRÍTICO E PROATIVO (Pietro N-Dellova)

O TSE POR UM ÂNGULO CRÍTICO E PROATIVO
por Pietro Nardella-Dellova
Podemos olhar os srs. Napoleão, Admar, Tarcísio e G. Mendes, e nos matarmos, todos, de tristeza e frustração, observando que há "coisas do mais baixo". Mas, podemos, se quisermos, enxergar os Ministros Herman Benjamin, Luiz Fux e Rosa Weber e, com mais inteligência, compreender que há "coisas do alto".
A peça de Herman Benjamin (por ele mesmo preparada detalhadamente, tanto do ponto de vista fático como técnico-jurídico), bem como a exposição de Luiz Fux (praticamente sem leitura) e, em menor grau de elaboração, a de Rosa Weber, demonstram que é possível um "certo" Direito.
O sr. Napoleão (tenho dificuldade, agora, para dizer "Ministro") logo de cara começou a vociferar, no início da sua fala, sobre o caso envolvendo "alguém" com envelope e tal. Primeiro, que sua fala é ridícula e, ainda mais ridícula se verificarmos o contexto. Vejam o que tem de estúpido em sua fala: em tempos de "whatsApp", uma pessoa (que ele disse ser seu filho), sem roupas adequadas (?) vai levar envelope com fotos? Isso aconteceria (não no caso de roupas inadequadas, mas de envelope com fotos) lá pelos anos 70 e 80. Não hoje. Ninguém leva "fotos" em um envelope, especialmente no TSE, no momento em que está ocorrendo um Julgamento de grande importância. Por último, ainda em relação a ele, pois havia uma relativa dúvida sobre como ele votaria. Pioremos a situação: quando ele demonstrou não ter "seu voto" disponibilizado e sequer preparado, rindo... Acreditar que seu filho (filho de um Juiz) foi ao TSE sem roupas adequadas, no momento desse Julgamento e, pior, com um envelope levando "fotos", é assinar um atestado de estupidez. O sr. Napoleão deve pensar que estava se dirigindo a asnos! Bem, quando o sr. Napoleão começou com essa fala (de e para asnos), já sabia que seu Voto seria contra o Direito! A situação ficou ainda mais ridícula com o "apoio" do sr. Gilmar Mendes e, dez vezes pior, quando suspendeu a sessão que apenas havia iniciado. Qual a razão de suspender a sessão? Dar um tempo para H. Benjamin pensar o que diria (em seu Voto pós-envelope?), dar um tempo para um café e acerto de falas entre Mendes e Napoleão? Enfim, tanto a história ridícula do envelope, do filho sem trajes e, agora, da suspensão da Sessão..., tudo isso e mais, é alguma coisa do "pio", do mais "baixo" e do mais "vil" ocorrido no TSE, ontem.
Nos casos de Admar e Tarcísio, não restam dúvidas que seus Votos seriam, igualmente, contra o Direito (a favor de Temer), pois foram escolhidos a dedo, afinal, até as minhocas de Brasília sabiam dos seus Votos...! Gilmar Mendes é o pior de todos: ofendeu Herman Benjamin logo no primeiro dia; ofendeu o MP, ironizou o Voto de Benjamin, está ligado ao PSDB, principal interessado na manutenção de Temer (e salvação de Aécio), antipetista (e por isso ele mesmo reabriu o Processo no TSE ao tempo de Dilma) e um homem indigno de estar no STF e, agora, no TSE. Todos sabiam como seria seu Voto, pois todos sabem qual é seu comportamento!
Mas, neste momento, prefiro voltar minha reflexão à primorosa peça jurídica produzida por um Jurista, digno da Magistratura, digno do STJ e digno do TSE: Ministro Herman Benjamin. Prefiro ainda lembrar da exposição do Ministro Luiz Fux.
Apesar dos srs Napoleão (e sua loucura), Admar e Tarcísio (suspeitos até a raiz) e de Gilmar Mendes (sem mais palavras!), ainda há Juristas, Juristas dignos de atuarem no Direito e em face de uma das mais bem elaboradas Constituições.
Ontem, no TSE, venceu de fato (não de direito) a loucura, o antijurídico, o anti-constitucional, o absurdo, o ridículo, o raso, a avareza, o crime, o desvio, a pequenez e, lógico, o "envelope" para o sr. Napoleão! Mas, para quem é Jurista (de verdade) e vive ensinando o Direito, três Votos a favor do Direito e da dignidade do TSE, bem como da Constituição Federal, demonstram que estamos no caminho (sem envelopes), com profundidade técnica e ética!
Prof. Pietro N-Dellova. Doutoramento pelo PPGSD-UFF. Pesquisador pelo PROCRE-PUC/SP. Mestre em Direito pela USP. Mestre em Ciência da Religião pelo PROCRE-PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e Processual Civil. Pós-graduado em Literatura. Formado em Filosofia e Direito. Professor de Ciência Política, Direito Civil-Constitucional e Direitos Humanos. Coordenador do Grupo NUDAR - Teorias Críticas Aplicadas ao Direito. Autor de vários Livros. Membro da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB, do Gruppo Martin Buber, de Roma, e da Accademia Napoletana (Napoli).

domenica 4 giugno 2017

domenica 28 maggio 2017

DÓRIA, AS DROGAS E A BOA DECISÃO DO TJSP

DÓRIA, AS DROGAS 
E A BOA DECISÃO DO TJSP
(por Pietro N-Dellova)

O TJSP - Tribunal de Justiça de São Paulo corrigiu rapidamente a decisão proferida em Primeira Instância, que autorizava a Prefeitura de São Paulo a impor abordagem e condução coercitiva aos usuários de drogas.

Não importa qual seja a intenção de João Dória, pois nesse post é o seu comportamento que consideramos. Ao enviar 900 Policiais contra usuários, sem qualquer acompanhamento de profissionais habilitados (que não são os Policiais obviamente!), destruir prédios sem autorização judicial e tratar a questão "drogas" como caso de Polícia (o que até mesmo a ONU considera atrasado e sem fundamento), o Prefeito (de poucas luzes intelectuais e muitas midiáticas) demonstrou ser um autoritário e desconhecedor do problema "drogas". Dória tem precária informação, aliás informação superada que vem - e termina, nos anos 70!

Drogas é um problema grave, seus efeitos são destrutivos e a sociedade é atingida diretamente com tal situação. Mas, esse problema exige agentes competentes - e Dória não tem qualquer condição de tratar do problema (pois "drogas" não podem fazer parte, como ele quer, de filminhos eleitoreiros) e, por desgraça, demonstrou sua incompetência, sem qualquer pudor, ao enviar Policiais ao encontro de usuários sem a presença de Profissionais da Saúde.

Por fim, a boa Decisão do TJSP não é definitiva - e esperamos que logo seja, haja vista que entregar nas mãos de um Prefeito despreparado o poder de abordar e conduzir pessoas usuárias de drogas coercitivamente, é um aspecto de Administração autoritária e, nesse caso, autoritária e midiática. De qualquer modo, esperamos que o TJSP confirme a Decisão de seu Desembargador e mantenha o caráter que historicamente o distingue: seriedade, juridicidade e inegociável apreço pelos Direitos Humanos.

(Pietro N-Dellova)


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Programa VÍTIMAS DA LEI de 27.5.2017 (Mark Battis e Pietro Nardella Dellova)

venerdì 26 maggio 2017

Programa VÍTIMAS DA LEI - Band


Programa
VÍTIMAS DA LEI
Sábados, às 8h
pela Band
Rede Bandeirantes de Televisão

no qual faço, semanalmente, análises e comentários políticos, culturais, sociais e jurídicos




domenica 14 maggio 2017

JUDAÍSMO E DIREITOS HUMANOS


Minicurso
JUDAÍSMO E DIREITOS HUMANOS 
com Pietro N-Dellova

LOCAL:
Centro Cultural e Social BNEI CHALUTZIM
(Alphaville, SP)

DATAS:
Três Encontros:
Segundas-feiras: 22/5, 29/5 e 5/6,
das 19h às 21h

PROGRAMA:

Encontro I

Estudo do Judaísmo como movimento emancipador e desenvolvimento do caráter universalista e internacionalista do Judaísmo; os conceitos de Jerusalém, Atenas e Roma como fontes do Direito ocidental; a voz dos Profetas judeus como militantes do processo de humanização do mundo; aspectos libertários do Judaísmo; fases do desenvolvimento dos Direitos Humanos; aspectos míticos e históricos dos Direitos Humanos.

Encontro II

Fontes judaicas dos Direitos Humanos; conexões intrínsecas entre Judaísmo e Direitos Humanos; antissemitismo como anti-humanismo; contribuições do Judaísmo para os Direitos Humanos; algumas lições talmúdicas para os Direitos Humanos; legado dos Pensadores judeus para os Direitos Humanos.

Encontro III

Em busca de um conceito para Judaísmo enquanto fonte dos Direitos Humanos; Judaísmo, Israel e Palestina; Judaísmo, Direitos Humanos e o mundo em constante perigo nazifascista; Judaísmo como enfrentamento e resistência à opressão; papel humanizador do Judaísmo. Aspectos humanizadores do Shabat e de outras Festas Judaicas.

______________
Investimento:
45,00 associados do Bnei
60,00 não associados

informações/inscrições
mauro@bnei.org.br 



domenica 23 aprile 2017

GENOCIDIO , VIOLENZA ED OLOCAUSTO

GENOCIDIO, VIOLENZA ED OLOCAUSTO

Il prossimo 24 aprile coincide con il 27 di Nissan (calendario ebraico): è Yom HaShoah in Israele, cioè Giorno del Ricordo dell'Olocausto: l’assassinio e lo sterminio di 6 milioni di Ebrei (1939-1945) dai nazisti. Per coincidenza, nel 24 aprile si ricorda anche il Genocidio di 1,5 milioni di armeni uccisi (1915-1923) dall'Impero Ottomano (attuale Turchia in particolare).

Insieme con i miei 6 milioni di Ebrei, altri 10 milioni de persone sono stati uccisi dai nazisti (1939-1945: disabili, disabili mentali, zingari, omosessuali, testimoni di Geova, polacchi e tedeschi antinazisti). Insieme: 16 milioni!

Come Ebreo, ho la responsabilità di ricordare le mie persone uccise, ed anche tutti gli altri uccisi, e per lo più sempre combattere, senza fine, ogni fascismo, ogni nazismo, l'autoritarismo, il militarismo, la ditatura, e resistere com tutta la mia forza a tutte le rotture con la democrazia.

© Pietro N-Dellova

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GENOCÍDIO, VIOLÊNCIA E HOLOCAUSTO

O próximo dia 24 de abril coincide com o 27 de Nissan (calendário judaico): é Yom HaShoa em Israel, isto é, Dia da Recordação do Holocausto: o assassinato e extermínio de 6 milhões de Judeus (1939-1945) pelos nazistas. Por coincidência, no dia 24 de abril se recorda também o Genocídio de 1,5 milhões de armênios assassinados (1915-1923) pelo Império Otomano (hoje, especificamente, Turquia).

Junto com os meus 6 milhões de Judeus, outros 10 milhões de pessoas foram assassinadas pelos nazistas (1939-1945: deficientes físicos, deficientes mentais, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová, poloneses e alemães anti-nazistas). Juntos: 16 milhões!

Como Judeu, tenho a responsabilidade de recordar as minhas pessoas assassinadas e, também, todos os outros assassinados, bem como combater, sem fim, cada fascismo, cada nazismo, o autoritarismo, o militarismo, a ditadura, e resistir com toda a minha força a todas as rupturas com a democracia.


© Pietro N-Dellova 

domenica 16 aprile 2017

O PAÍS DA IDEIA FIXA E DA BURRICE

O PAÍS DA IDEIA FIXA E DA BURRICE

por Pietro Nardella-Dellova 

A ideia fixa  de “prisão” como expressão de justiça, bem como a ideia repetitiva osmótica, diuturna e incessante de “combate à corrupção”,  agora, pioradas muitas vezes com a divulgação da Lista da Oldebrecht, demonstram uma sociedade doente, muito enferma, diria mesmo, cronicamente enferma.

Toda a energia e atenção estão concentradas, fixadas, centrifugadas, sem qualquer criatividade (tipo rio residual e barrento que se arrasta), na coisa da “prisão” e na coisa do “combate à corrupção”. Um dos sintomas é a apresentação dos muitos nomes da tal Lista com ares de “surpresa”. Movidos, como sempre, pelo cérebro pouco inteligente, futebolístico, gosmento, narrativo, noveleiro e estupidamente messiânico, as grandes mídias apresentam (e a população recebe e come) o ar e a ração da surpresa. Demonstram surpresa, surpresa incompreensível, ao que aí está desde Cabral (o primeiro Cabral!), criando um estado de abandono crítico. As pessoas resolveram transmitir e receber, assumindo que vivem de ideia fixa e repetição – doença acrítica e burrice!

O quadro fica piorado, agora, com a apresentação de novos (porém velhos e velhacos) tipos políticos, tais como o raso Dória - o “chuchu com farinha”, e Bolsonaro - o “babão fascistoide”, ambas figuras espelhadas no Collor "globalizado" dos anos 80, sempre criadas na chave e adubo dos “salvadores da Pátria” e “portadores da decência").  O que já é pior fica ainda piorado muitas vezes quando se multiplicam as defesas e os discursos para a instalação de uma “Nova Constituinte” e, assim, para uma Nova Constituição. Neste caso, é o fenômeno farmacêutico: o doente quer uma “receita”, ainda que, como sói acontecer, o paciente jamais a cumpra! No caso da Constituição (ou de ideia de receita), o Brasil mantém-se doente pelas suas oito, quase nove, Constituições.

É uma situação já abordada por Machado de Assis, em sua obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, bem como por Theodor Adorno e Max Horkheimer (Dialética do Esclarecimento), respectivamente, acerca da “ideia fixa” do emplastro e da “burrice”, sintoma da coisa repetitiva. 

Reconheço que não é tão simples fugir à “ideia fixa” ou à “burrice” da repetição. São comportamentos assumidos (ainda que de modo centrigufado). A solução, segundo o que eu penso (e falo diante do quadro que aí está – e é apenas um ponto de referência do meu pensamento), seria (seria, porque não foi ainda) a efetivação decidida da Constituição Federal de 1988 e de todos os direitos fundamentais (e de cada um em especial!), bem como a abertura ao debate entre inteligências críticas (sem o funeral da ideia fixa ou a mesmice da burrice), debate amplo, irrestrito, proativo. De um lado, a solução está no texto da atual (e espero mantenha-se!)  Constituição Federal e na resistência (sem meias palavras) à indicação de nomes esquálidos como Bolsonaro ou “fakerizados” como Dória.

A ideia fixa da “prisão” e o repetitivo “combate à corrupção” (burrice) são isso, e isso apenas: ideia fixa mórbida e burrice assumida! Aliás, reconheçamos, tal a busca paneleira ou blá-blá-blá dos movimentos sociais (artificiais) pela ideia fixa do emplastro machadiano e revelação desavergonhada da burrice, um resultado aí está, fazendo, mandando, cooptando e destruindo direitos: Temer - cara, corpo e alma, da sociedade do emplastro e da burrice!


[Pietro Nardella-Dellova, é ligado ao PPGSD (Doutorado) da Universidade Federal Fluminense, onde escreve sobre "Ideias Libertárias e o Direito Civil: Propriedade". É Mestre em Direito pela Faculdade de Direito da USP, e, também, Mestre em Ciência da Religião pela PUC/SP. Pós-graduado em Direito Civil e em Literatura. Bacharel em Direito e Graduado em Filosofia. Palestrante e Professor de Direito Civil, Literatura e Direitos Humanos, desde 1990, em várias Instituições Superiores de Ensino, entre as quais, a EMERJ - Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro. É Membro Efetivo da Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da OAB/SP. Coordenador do NUDAR - Núcleo de Pesquisas e Estudos das Teorias Críticas Aplicadas ao Direito. É Poeta, Membro da UBE - União Brasileira de Escritores, São Paulo, Apoiador do "Gruppo Martin Buber" para o Diálogo entre Israelenses e Palestinos, de Roma, e Membro da "Accademia Napoletana", Napoli]

lunedì 27 marzo 2017

UM ESTUDO DO TALMUD, com o Rabino Alexandre Leone


Convido os amigos e amigas

para
UM ESTUDO DO TALMUD

(uma das obras mais criativas, dialéticas, profundas e lógicas do pensamento, filosofia, direito e hermenêutica judaicos, cuja construção e desenvolvimento deu-se em séculos)

com o Prof. Dr. e Rabino Alexandre Leone,

uma das pessoas mais cultas, profundas, humanistas, inteligentes e de abordagens plenas de criticidade, que tive a alegria de conhecer nos últimos anos. Imperdível.

O encontro será no
Centro Cultural e Social Bnei Chalutzim
Alphaville, SP
no dia 28.3, das 20h às 21h30

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Informações/Inscrições:
com Mauro Mendel
(11)97110-7000
mauro@bnei.org.br

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Rabino Dr. Alexandre Leone – Rabino ordenado pelo Jewish Theological Seminary of América (JTSA), Doutor em Cultura Judaica pela Universidade de São Paulo (USP), Pós-Doutorado em Filosofia pela USP, Master of Arts (Jewish Philosophy) pelo Jewish Theological Seminary of América (JTSA), Mestre em Cultura Judaica pela USP, Bacharel em Ciências Sociais pela USP. Rabino da Comunidade Judaica de Alphaville, Professor do Programa Pós-Graduação em Estudos Judaico e Árabes - DLO-FFLCH-USP, Professor da UNISAL, Professor da Faculdade de São Bento. Autor de livros e artigos sobre filosofia e cultura

domenica 5 marzo 2017

I CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO PENAL (URCA, CARIRI)

 I CONGRESSO INTERNACIONAL DE DIREITO PENAL
PROF. PIETRO NARDELLA DELLOVA
 PROF. MARCUS FABIANO GONÇALVES
 DOTT. MASSIMILIANO VERDE
 PROFª BEATRIZ VARGAS RAMOS
 PROF. JORGE ENRIQUE CARVAJAL
 PROF ALEXANDRE LEONE
 PROF. IVAN OLIVEIRA SILVA
 PROF. JOSÉ HENRIQUE TORRES

lunedì 20 febbraio 2017

Pink Floyd - TIME



TIME
Pink Floyd


Ticking away the moments
That make up a dull day
Fritter and waste the hours
In an off-hand way

Kicking around on a piece of ground
In your home town
Waiting for someone or something
To show you the way

Tired of lying in the sunshine
Staying home to watch the rain
You are young and life is long
And there is time to kill today

And then the one day you find
Ten years have got behind you
No one told you when to run
You missed the starting gun

(Solo)

And you run and you run
To catch up with the sun
But it's sinking

Racing around
To come up behind you again
The sun is the same
In a relative way
But you're older

Shorter of breath
And one day closer to death

Every year is getting shorter
Never seem to find the time

Plans that either come to naught
Or half a page of scribbled lines

Hanging on in quiet desperation
Is the English way

The time is gone
The song is over
Thought I'd something more to say

Home
Home again
I like to be here
When I can

When I come home
Cold and tired
It's good to warm my bones
Beside the fire

Far away
Across the field
Tolling on the iron bell
Calls the faithful to their knees
To hear the softly spoken magic spell...